Homofobia Basta!

Carta aberta aos Deputados Federais e Senadores.

Exmo e Exma senadores e deputados federais, meu e-mail é de simples entendimento, sei que muitos de vocês não responderão e se quer irão ler ( Espero que ao menos 1 me responda ), mas é minha obrigação como cidadão lhe escrever.

Vários temas estão circulando no Senado, principalmente a questão da PL 122, lei que criminaliza a Homofobia, eu Li, Reli e observei o que ali estava escrito com muita cautela, vi que a lei parece favorecer e não garantir direitos aos homossexuais. Concordo com o Exmo senador Magno Malta quando critica a lei, que parece favorecer os homossexuais, realmente, o que ali é proposto parece, entendo eu, que se deve então modificar algumas coisas na PL 122. Mais independente disto, não posso negar que a violência entre homossexuais é pequena e igual a de outros grupos, não senhores, não mesmo.

Eu como Teólogo e Terapeuta, vejo em meu consultório os traumas que Jovens e Adultos homossexuais sofrem com o preconceito, que daí se originam psicopatologias como a Depressão, Transtornos de Ansiedade, Fobias, Suicídio.

Gostaria de lhes mostrar algumass estatística sobre a violência contra os homossexuais e seus danos.

 Homossexuais são mais propensos ao suicídio  

“Para Ribeiro (2004) as taxas de suicídio são significativamente maiores entre a população jovem LBGT. Na realidade, a questão já se transformou em um sério problema de saúde pública.  É necessário aumentar as medidas de combate à homofobia, já que há provas do maior número de suicídios entre jovens lésbicas, gays, bissexuais e transexuais, do que na população jovem em geral.Com dados precisos descobriu-se que os jovens LBGTs assumem cada vez mais cedo sua sexualidade, e enfrentam também mais rapidamente a intimidação homofóbica. Nem é preciso ressaltar que se tornou imprescindível  medidas  para o apoio psicológico e social da juventude homossexual.O Grupo E-jovem apontam para uma taxa anual de suicídios entre os adolescentes LBGTs brasileiros superior a mil, o que ultrapassa também a média internacional. Vale repetir: são mais de mil adolescentes em um total de 10.000 suicídios – por ano – registrados em nosso país.Portanto, no Brasil, por causa do forte preconceito social em torno do homo afetividade, uma porcentagem relevante de jovens se suicida. São três mortes por dia.
Para John Hinckle e Kees Van Haeringen professores da Universidade de Gent, embasados em uma pesquisa revelou-se que cerca de 5,9% dos rapazes heterossexuais jovens haviam tentado o suicídio, comparados com os 12,4% dos inquiridos homo e bissexuais masculinos. As percentagens correspondentes para as moças foram 5,4% para as jovens heterossexuais e de 25% para as jovens homo ou bissexuais.Segundo a organização Lambda Education revelou que a Itália possui uma dura realidade: 46% dos inquiridos haviam sido vítimas de atos de discriminação, 37% haviam sofrido actos de violência, 40% pensaram no suicídio e 13% declararam ter tentado o suicídio.Informações nesse sentido têm sido confirmadas por outros estudos na Suíça, na Noruega, no Canadá e nos Estados Unidos.  A juventude gay e lésbica vive numa sociedade hostil, que a discrimina quer em atitudes, quer comportamentos e que nega até mesmo a sua existência.Atração pelo mesmo sexo, como primeira experiência, a escuta de comentários homofóbicos, a hostilização verbal e ataques físicos ou a diminuição do rendimento escolar  são situações que podem levar o jovem à depressão, à baixa auto-estima, ao ódio contra si próprio, à frustação, à confusão sobre o que fazer, a níveis altos de stress por manter o “segredo”, ao isolamento e a pensamentos sobre a morte. (Mott, 2004, Pesquisa GGB – Grupo Gay da Bahia).A família é o porto seguro para todo o indivíduo, principalmente no período inicial da vida, mas que nem sempre está preparada para a  novidade, de que o seu filho é gay ou a sua filha é lésbica. Provocando muitos conflitos e trazendo choque e crise. O que se mostra na realidade é que a juventude gay e lésbica é um dos grupos mais vulneráveis e desprotegidos na sociedade. Para, William Weld, governador republicano de Massachussetts a sociedade não pode permitir que  jovens LBGT tirem sua própria vida  induzidos pelo preconceito, hostilidade e maus tratos. Podemos sim, dar o primeiro passo no sentido de terminar com o suicídio dos jovens gays criando uma atmosfera de dignidade e respeito por estas pessoas jovens nas nossas escolas.Espera se que o 50º aniversário do Conselho da Europa, estabelecido no nosso continente para defender e promover os direitos fundamentais, traga a esta instituição a coragem de liderar o caminho para o progresso e para a total cidadania, para todos os europeus, sem discriminação baseada na orientação sexual.Conforme Luiz Mott (2004), pesquisador e especialistas em violência contra homossexuais do Brasil, responsável pelo arquivo de registros de assassinatos do Grupo Gay da Bahia (GGB), nos revela, o número de mortes cresce a cada contagem: cerca de 160 gays, lésbicas, bissexuais e travestis são mortos todos os anos no país, praticamente um a cada três dias.Imagine então o relato do grupo E-Jovem a respeito do suicídio de jovens contabilizando uma taxa de mais de 1000 jovens por ano que se matam por preconceito, uma média de três por dia. Ou seja, se somarmos estes números ao apresentado pelo GGB, temos a trágica marca de 10 jovens gays perdendo a vida a cada três dias.Essa realidade infelizmente, não ocorre só no Brasil. Por todo o mundo, adolescentes e jovens homossexuais são contabilizados como baixas dessa.Para Ribeiro (2006), ao anunciar sua homossexualidade, mais de 50% dos adolescentes receberam uma reação negativa da família. Destes, 66% afirmaram sofrer violência verbal e até física. Mais de 50% dos adolescentes gays afirmaram abusar de substâncias nocivas (cigarros, álcool e drogas) para amenizar esse tipo de mal-estar.Em conclusão a esse a esse assunto, o que se pode perceber, é que: em todo o mundo as vítimas da homofobia, têm um ponto em comum: são em sua maioria do sexo masculino, numa proporção que chega a 6 pra 1. Pesquisa feita pela UNESCO sobre homofobia nas escolas parece apontar para uma explicação: meninos tem muito mais preconceito contra a homossexualidade de outros meninos do que as meninas – e também são muito mais propensos a agredirem seus colegas homossexuais, até mesmo como demonstração de masculinidade, num rito de passagem machista e sexista, que valoriza a discriminação. Para Aquino (2007), os fatores sociais são em geral visos como os que criam os ambientes psicológicos e biológicos. Os fatores sociais são em geral vistos como os que criam os ambientes nos quais os fatores psicológicos predispõem a pessoa ao suicídio.”
Um outro olhar também me parece bem importante, a psicanálise nos informa que na realidade se observa nos dois primeiros anos de vida de um ser humano, a forma como os pais se relacionam com seu filho determinado os rumos da libido ou da autodestrutividade. A forma como se organiza a self, e que vai determinar a sua ligação com a vida ou com a autodestruição. A neurobiologia tem nos dado a cada dia, novas provas de que essa idéia está correta!

Quando os homens estão incapacitados de expressar sua agressão diante dos outros, a mesma agressão pode acabar se voltando contra si próprio e pode levá-lo a comportamentos autodestrutivos. ( lembrando que quando me refiro a agressão, me refiro a sentimentos negativos reprimidos, ou sentimentos bons que não podem ser expressos por conta da malignidade social ) confrome veremos através das pesquisas feitas por médicos e psicólogos de outros países. O fato de não poder dizer o que pensa, já denota uma certa inibição e portando, a existência de alguma característica negativa no self, um sentimento de impotência. A sensação de impotência gera ansiedade em inúmeras áreas da vida, o que pode levar aos comportamentos autodestrutivos que tem como objetivo, ás vezes, a punção do indíviduo, como também uma redução da tensão acumulada.

Existem muitos estudos sobre a autodestrutividade e suas motivações, alguns estudiosos observaram que existem algumas motivações constantes envolvidas no comportamento autodestrutivo. Em geral, essas pessoas, tem medo ( ou estão impossibilitadas ) de expresar o que sentem no mundo externo e então, eles se auto-destroem como uma forma de ficarem livres da tensão provocada pelos sentimentos reprimidos. Os sentimentos negativos que deveriam ser jogados no mundo, ficam “fermentando” dentro da pessoa. Algumas das motivações que promovem a autodestrutividade são:
– Fugir do vazio, depressão, sentimento de irrealismo ( comum no narcisismo e o T.P. Boderline )
–  Aliviar a tensão ( comum em transtornos de ansiedade )
– Buscar alívio ( para qualquer sentimento negativo )
– Aliviar o ódio ( de uma pessoa ou de algum acontecido consigo mesmo)
– Tornar-se concreto ( conseguir um sentimento de segurança consigo mesmo )
– Conseguir uma sensação de euforia( Livrando-se da tensão através da autodestrutividade, o indivíduo se sente muitas vezes eufórico )
– Validação da dor emocional ( mostrar ao mundo externo seu sofrimento psiquíco )
– Expressão ou repressão da sexualidade ( o sentimento de angústia, culpa, medo podem se aproveitar da repressão e levarem a atos autodestrutivos )
– Um meio de expressar sentimentos de alienação
– Uma maneira de obter alívio bioquímico
– Uma forma de se castigar;”

“Sobre a discussão científica e social acerca da normalidade ou anormalidade da sexualidade humana, outro detrator da repressão sexual, o filósofo Francês Michael Foucault afirma que a sexualidade humana, através da história, esteve sob a suposta ameaça de ser dominada por processos patológicos, o que teria levado as ciências e a religião a intervir, atuando tanto a nível de prevenção como de cura e normalização. Dentro deste processo a igreja católica, as ciências médicas e a sexologia definiram a homossexualidade como uma patologia, um desvio da conduta sexual normal, buscando deste modo mudá-la para a heterossexualidade dominante. 

Um dos primeiros estudos modernos, sobre a homossexualidade como fenômeno socialmente significativo, que recebeu destaque nos meios acadêmicos foi o realizado pelo biólogo e sociólogo americano Kinsey, nos Estados Unidos entre 1948 e 1953. Em 1948, Kinsey publicou o primeiro relatório sobre o comportamento sexual dos homens, seguido pelo de mulheres em 1953. Os resultados das pesquisas descritos nos “Informes Kinsey”, trouxeram a luz pública dados considerados inimagináveis à sociedade americana puritana da época. Um deles foi a descoberta de que 92% dos homens e 68% das mulheres que participaram da investigação, afirmaram que se masturbavam ou que já tinham se masturbado, esta informação surpreendeu o mundo e os americanos. 

Com relação ao objeto erótico afetivo da população masculina incluída no estudo, 50% relataram manter relações sexuais exclusivamente heterossexuais , 46% afirmaram ter tanto relações heterossexuais como homossexuais, 4% dos participantes afirmaram manter relações exclusivamente homossexuais, este último grupo foi definido por Kinsey como “homossexuais absolutamente homossexuais”.Obs: com relação a porcentagem de homossexuais, estudos atuais estimam que entre 5 a 10 % da população mundial seria composta por homossexuais. 

As conclusões de Kinsey, apontaram que a homossexualidade seria uma variação natural da expressão sexual normal do ser humano, e que não estaria relacionada a aspectos psicopatológicos, além de que todas as pessoas seriam capazes de responder eroticamente a estímulos sexuais provenientes de pessoas do sexo oposto ou do seu mesmo sexo. Para alguns, Kinsey é considerado um sábio que demonstrou a hipocrisia reinante na época, e colocou os holofotes sobre o tema da repressão sexual. Para outros, ou seja, seus detratores (e eles ainda existem), ele seria um dos responsáveis pelo decaimento da moral e bons costumes reinantes na atualidade. 

Sobre a discussão científica e social acerca da normalidade ou anormalidade da sexualidade humana, outro detrator da repressão sexual, o filósofo Francês Michael Foucault afirma que a sexualidade humana, através da história, esteve sob a suposta ameaça de ser dominada por processos patológicos, o que teria levado as ciências e a religião a intervir, atuando tanto a nível de prevenção como de cura e normalização. Dentro deste processo a igreja católica, as ciências médicas e a sexologia definiram a homossexualidade como uma patologia, um desvio da conduta sexual normal, buscando deste modo mudá-la para a heterossexualidade dominante. 

Foucault afirma, que o poder social estabeleceu e ainda estabelece os limites entre o normal e o patológico, o racional e o irracional ,assim como do sano e o insano, seria um poder normalizador, que exclui o que não se enquadra dentro dos parâmetros formais de normalidade. Este poder social/normalizador teria suas bases no complexo saber/poder, ou seja, um vínculo direto entre o saber e o poder, em uma relação que potencializa o saber na sua busca da normalidade, e que esta normalidade seria uma ferramenta de dominação. Segundo Foucault, devido a este poder normalizador/dominador podemos observar através do tempo como as pessoas foram (e continuam sendo) julgadas, classificadas, condenadas, obrigadas a viver de um certo modo e até a morrer por não desistir de suas convicções. 

Normalidade sexual

Não é fácil definir onde está localizado o limite entre a sexualidade humana normal e a anormal, já que estes conceitos estão mais relacionados a atitudes sociais do que a dados científicos. Alguns autores afirmam que os conhecimentos científicos que temos a respeito do tema ainda são inconcretos, e seria um erro tentar definir rigidamente a normalidade sexual. Com relação à saúde mental dos homossexuais, eles podem não ter nenhuma dificuldade psíquica e estar perfeitamente adaptados ao trabalho e a sociedade, ou por outro lado, apresentar uma ampla variedade de transtornos psíquicos exatamente igual aos heterossexuais. A perseguição e repressão da sociedade aos homossexuais, fariam uma parte da população deste grupo sofrer de distintos graus de neurose, mas estas não teriam relação com a orientação sexual, mas sim com a dificuldade que representa ser homossexual em nossa sociedade. “

Adolescentes Homossexuais Sofrem de um Alto Risco de Suicídio

Nova Iorque (Reuters Health, 13 Maio 1999) – De acordo com o relatório de uma equipa de investigadores norte-americanos, as probabilidades dos estudantes do ensino secundário que são gay, lésbica ou bissexual, ou incertos quanto à sua orientação sexual, tentarem cometer suicídio é pelo menos 3 vezes maior em relação aos seus colegas heterossexuais.
Os investigadores dizem que estes resultados poderão ajudar a identificar os adolescentes que estão em risco de cometer suicídio e sugerem que talvez seja importante explorar “os efeitos da marginalização no desenvolvimento e bem-estar dos adolescentes”.
Dr. Robert Garofalo e os seus colegas no Children’s Hospital em Cambridge, Massachusetts, e em The Johns Hopkins School of Hygiene and Public Health em Baltimore, Maryland, utilizaram dados obtidos num inquérito efectuado a mais de 3300 estudantes do ensino secundário, em 1995. Este inquérito, conduzido pelo Centers for Disease Control and Prevention, incluiu perguntas sobre a orientação sexual e tentativas de suicídio.
129 dos estudantes identificaram-se como gay, lésbica, bisexual, ou incertos quanto à sua orientação sexual (GLBN). De acordo com os relatórios na edição de Maio do Archives of Pediatric and Adolescent Medicine, a análise dos dados indica que as probabilidades dos estudantes GLBN terem efectuado tentativas de suicídio no ano anterior é 3.4 vezes maior, em comparação com os estudantes heterossexuais.
Os autores concluíram que “o crescimento dramático das taxas de morte por suicídio na juventude (durante os últimos 50 anos) tornam a identificação dos factores de risco uma questão de saúde pública”. “Uma maior compreensão de quais são os riscos de suicídio ajudam não só na identificação dos jovens mais vulneráveis, mas também na criação de programas eficientes para a prevenção do suicídio na adolescência”.
Numa intrevista dada à Reuters Health, Garofalo procurou chamar a atenção para possíveis interpretações erradas dos resultados do seu trabalho. Garofalo diz : “O mais importante para mim é que, na minha opinião, não há nada de intrinsecamente patológico na juventude gay, lésbica ou bissexual. Nada na homossexualidade per se predispõe os indivíduos para o suicídio… Quando se toma em atenção o isolamento, a marginalização, o desespero e a depressão dos estudantes GLBN, não é uma surpresa que estes declarem um número maior de tentativas de suicídio”. “O que é absolutamente crítico e necessário é dar apoio a estes jovens de um forma aberta e sem qualquer tipo de julgamento ”

Psiquiatria e Psicologia

Gays e bissexuais mais expostos ao suicídio que heterossexuais

04/03/2005

Os homens gays e bissexuais estão mais expostos a cometer uma tentativa de suicídio que os heterossexuais, segundo os resultados de um estudo epidemiológico realizado na França entre 1998 e 2003 publicados nesta sexta-feira.As possibilidades de tentar terminar com sua vida são treze vezes maiores para os homossexuais e bissexuais que para o restante da população de sua mesma idade e condição social, indicam os dados preliminares divulgados pelo jornal Libération.

O relatório revela além disso que um de cada três indivíduos que comete uma tentativa de suicídio é homossexual ou bissexual.

Além disso, os gays e bissexuais com antecedentes de tentativas de suicídio mal se protegem nas relações sexuais com parceiros desconhecidos.

A tendência ao suicídio neste setor da população não está vinculada a fatores geográficos, sócio-profissionais ou ao fato de viverem sós ou em família, mas a fatores psicosociaies, como “a homofobia que provoca uma péssima estima pessoal”, segundo Marc Shelly, médico de saúde pública do Hospital Fernad-Vidal de Paris e um dos autores.

Nos casos de suicídio, segunda causa de mortalidade na França depois dos acidentes de trânsito entre os 15 e os 34 anos, é necessário que psiquiatras atualizem seus procedimentos.

Efetuado sobre 933 homens de 16 a 39 anos, o relatório foi elaborado por pesquisadores independentes franceses sob a supervisão do Instituto Nacional da Saúde e da Investigação Médica (INSERM).

Os poderes públicos devem “acabar com sua apatia ante a amplitude do suicídio de lésbicas, gays, bissexuais e transexuais”, assegura no jornal o porta-voz de federação francesa de centros de gays e lésbicas (CGL), David Auerbach, para quem “o relatório confirma o que vivemos a cada dia”.

“Se extrapolarmos os resultados, podemos considerar que a metade dos jovens suicidas são homossexuais ou questionam sua orientação sexual”, acrescenta, ao destacar que “o suicídio não está vinculado à homossexualidade, mas à homofobia e é preciso fazer campanhas de prevenção”.

“Eu sempre fui o melhor em tudo”, diz Geraldo*, 19. Aluno dedicado e filho comportado, o garoto entrou em crise quando descobriu que é gay. “Vi que não seria o melhor em alguma coisa”, diz.

De tanto ouvir que sua vida estava errada, ele acreditou. Há um ano, injetou ar no braço, à espera da morte. Foi socorrido no hospital.

A história de Geraldo é semelhante à de quatro adolescentes norte-americanos que se mataram em setembro passado, alertando o país inteiro para um tipo de preconceito que pode ser fatal.

As mortes levaram o presidente Barack Obama a gravar um vídeo para o site It Gets Better (isso melhora, em português). A campanha (bit.ly/itgets) reúne depoimentos cuja mensagem é simples: ser gay não é errado.

Ainda assim, os homossexuais são uma minoria que sofre discriminação. Às vezes, a níveis insuportáveis.

Foi assim com o estudante de biologia Henrique Andrade, 21, que no dia 22 foi chamado de “bicha” durante uma comemoração de alunos da USP. “Falaram que eu estava manchando a festa.” Ele levou chutes e socos.

“A homofobia está na sociedade e faz com que o gay ache que ele vale menos do que os outros”, explica Lula Ramires, coordenador do Grupo Corsa (corsa.wikidot.com), que defende a diversidade sexual. A discriminação surge como ingrediente-chave nas pesquisas que apontam para a relação entre homossexualidade, juventude e suicídio.

O bullying pode causar o que os psicólogos chamam de “egodistonia” –alguém não gostar de como é.

“É um sofrimento muito grande se sentir fora da norma”, diz Alexandre Saadeh, psiquiatra do Hospital das Clínicas. “A discriminação, para alguém que é humilhado em casa, por exemplo, pode se tornar insuportável.”

PAIS & AMIGOS

A aceitação ou não dos pais é um fator de peso, segundo Miguel Perosa, professor de psicologia da PUC-SP.

“O jovem pode sentir que não pertence a esse mundo que o discrimina”, afirma.

“Suicídio passa pela minha cabeça todos os dias, está cada vez mais difícil”, desabafa o técnico em farmácia Caio*, 22. Demitido na semana passada, ele diz que foi dispensado porque é gay. Nos corredores, ouvia colegas o chamarem de “veado”.

“Me faz querer dar um fim a isso”, diz. “Eu respiro fundo, mas o pensamento é forte.” Há três anos, ele tomou veneno. Mas sobreviveu.

Psicólogos recomendam que jovens com ideias suicidas busquem ajuda profissional imediatamente. Amigos devem ficar por perto.

Outra sugestão é procurar entidades como o GPH (Grupo de Pais de Homossexuais,www.gph.org.br), que faz reuniões quinzenais para ouvir jovens gays.

Apesar de nunca ter tentado se matar, Paulo Souza, 20, participou desses encontros.

Há quatro anos, ele perdeu o namorado e amigo de infância que, aos 19 anos, pulou do sétimo andar.

“Ele achava que não tinha futuro sendo gay”, conta.

Sucesso e felicidade, no entanto, independem de orientação sexual.

Entre gays assumidos estão Ian McKellen, um dos mais premiados atores britânicos (o Gandalf de “O Senhor dos Anéis”) e Klaus Wowereit, prefeito de Berlim.

O ator brasileiro e gay assumido Evandro Santos, 35, diz que nunca pensou em suicídio. Famoso pelo papel de Christian Pior no “Pânico na TV”, ele foi expulso de casa quando era adolescente.

“Sobrevivi por um sentimento de vingança. Queria ficar vivo para as pessoas verem que eu seria famoso.”

VAI MELHORAR

A organização do It Gets Better calcula que os vídeos da campanha já tenham sido vistos 15 milhões de vezes.

“Estamos decolando!”, comemora o coordenador Scott Zumwalt, que trabalhou na campanha de Obama –e conseguiu a assinatura da republicana Laura Bush para a petição contra o bullying.

Segundo o Folhateen apurou, está sendo negociado um domínio brasileiro na internet para uma possível versão em português do site.
*Nome fictício

EQUAÇÃO DA MORTE
– Em 2008, 711 brasileiros entre dez e 19 anos se suicidaram; não há números específicos sobre gays
– Suicídio é a quarta maior causa externa de morte de jovens entre 15 e 19 anos (a primeira é homicídio)
– Estima-se que o número de tentativas de suicídio supere o número de suicídios em pelo menos dez vezes
Fonte: Ministério da Saúde

FATORES INTERLIGADOS
– Pesquisas americanas mostram uma relação entre adolescência, homossexualidade e suicídio
– Jovens gays são de duas a três vezes mais propensos a tentar o suicídio quando comparados a jovens heterossexuais
Fonte: “Gay Male and Lesbian Suicide”, de Paul Gibson

QUESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA
Sugestões para lidar com o bullying

1. Há situações em que é melhor não mencionar que você é gay. Se você pressente uma reação negativa, avalie se vale a pena se abrir
2. Em caso de bullying na escola, procure o diretor ou um professor. Denuncie a discriminação. É difícil, mas necessário
3. Ser gay não é bom nem ruim. Não determina caráter.
4 O autopreconceito pode ser pior do que o preconceito dos outros
5 Amigos devem acolher, compreender, aceitar e respeitar sua sexualidade
Fontes: André Fischer (do portal Mix Brasil, Miguel Perosa (professor de psicologia da PUC-SP, e Alexandre Saadeh (psiquiatra do Hospital das Clínicas)

ÓDIO NA ESCOLA
Alunos concordam com as seguintes afirmações:

26,6%
“Eu não aceito a homossexualidade”

25,2%
“Pessoas homossexuais não são confiáveis”

23,2%
“A homossexualidade é uma doença”

21,1%
“Os alunos homossexuais não são alunos normais”

17,6%
“Os alunos homossexuais deveriam estudar em salas separadas”

p*tagline).”

Uma outra questão a ser levantada, é que a homossexualidade não é uma opção, ou uma escolha, nós sabemos que existem muitos homossexuais dentro de nossas igrejas, assumidos ou não, praticantes ou não, confusos ou não, sei que os nossos gritos em favor da família, para eles é motivo de sofrimento, angústia, culpa, medo, esfriamento religioso, familiar, social. Quando falamos : “Os homossexuais não herdarão o reino de Deus, a Bíblia diz isso”, imagina aos homossexuais que não conseguem mudar a agonia, a angústia, o medo a culpa que eles não sentem por não conseguirem mudar mesmo querendo, o resultado disto, é no mínimo uma depressão ( doença grave que leva ao suicídio ). O Relatório do Grupo Gay da Bahia sobre homicídios contra homossexuais derivados da Homofobia, é pequeno perto da realidade, são 260 mortes diretas e cerca de 10.000 indiretas devido a culpa, medo, angústia que levam ao suicídio, o suicídio é uma das principais causa do mundo e a principal causa de morte entre homossexuais ( ao contrário do que se pensava, que a principal causa de morte seria por conta da AIDS ), é triste saber que dentre 3 suicídios 1 é cometido por homossexuais e que 60% dos homossexuais já pensaram e/ou tentaram suicídio, é algo preocupante, nós como cristãos, sabemos do que Deus diz a respeito:

“Desejaria eu, de qualquer maneira, a morte do ímpio? diz o Senhor DEUS; Não desejo antes que se converta dos seus caminhos, e viva?”Ezequiel 18:23.

Nós, cidadãos de bem, cristãos e defensores da vida, não podemos usar a Bíblia para condenar nosso irmão, temos o direito de falar a quem quer que seja o que a Bíblia diz a respeito de certas condutas porém, nunca julgando ou condenando, pois aquele que julga e condena, quer se fazer semelhante a Deus e Deus não divide a sua glória.

“Assim que não nos julguemos mais uns aos outros; antes seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao irmão.” Romanos 14:13

Peço também a bancada evangélica, que se pondere em seus comentários e repudiem os congressistas que falam em nome de vocês, a imagem de vocês está sendo equiparada aos comportamentos de deputados que se dizem evangélicos, usam a bíblia para promover suas ideologias que não são sustentadas pela Bíblia, um exemplo claro, é o que o Dep. Marcos Feliciano disse em seu Twitter : “Africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé. Isso é fato. O motivo da maldição é polêmica. Não sejam irresponsáveis twitters rsss”, diz a mensagem postada no perfil do deputado –após a reportagem contatar assessoria de Feliciano, a mensagem foi apagada (veja a reprodução na imagem acima).

Na sequência, Feliciano, que é pastor evangélico e empresário, afirma: “sobre o continente africano repousa a maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, Aids. Fome…”

Antes, o pastor evangélico disse que a maldição sobre a África supostamente provém do “1º ato de homossexualismo da história”. “Sendo possivelmente o 1o. Ato de homossexualismo da história. A maldição de Noé sobre canaã toca seus descendentes diretos, os africanos”, 

Sabemos que Cristo levou sobre si todas as maldições e que Ele não faz acepção de pessoas.

“E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas” ;Atos 10:34

Por favor, elegemos vocês não para Gritar, Criar Dissensão, Intrigas, Julgar, Condenar. Escolhemos vocês por que queríamos que fossemos representados por pessoas que agem com amor, sem julgamentos, que ajude a transformar o Brasil em um país melhor, sem violência, sem calúnias, sem injúrias, sem ódio, sem homicídios, as vezes colocamos os pecados de origem sexual abaixo da linha de outros pecados como a Glutonaria, Calúnia, Inveja, Ira, Inimizade, Porfia, Deus não faz classificação de pecados e infelizmente tenho visto a demonstração dos frutos da carne em muitos parlamentares.

“Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia,

Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresiasInvejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus.” Gálatas 5, 19 a 21.

“Toda a amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmia e toda a malícia sejam tiradas dentre vós” ,Efésios 4:31

 Por favor, não nos envergonhem, se querem usar a Bíblia no Senado ou na Câmara, usem, mais usem de maneira adequada. Hajam com amor, mansidão, bondade, temperança. Tenho visto a falta de longanimidade, de amor, de paz e de paciência entre os quais escolhemos.

“Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.” Gálatas 5, 22.

Verdadeiros Cristãos são vistos pelos frutos do Espírito e infelizmente não tenho visto muita coisa.  Espero que na próxima votação/debate/reunião sobre a PL 122 o comportamento dos evangélicos na política seja manifesto pelo Espírito, pois de nada adianta tentar convencer os outros senadores e deputados por obras da carne, pois só quem convence o homem do pecado é o Espírito Santo (cf. Jo 16,8).

…” Se você está preocupado em relação às pessoas do lado de fora, a coisa mais sensata que poderia fazer era permanecer lá fora com elas. Os cristãos são o corpo de Cristo, o organismo por meio do qual ele opera. Qualquer acréscimo a esse corpo o capacitará a fazer mais. Se você quer ajudar aqueles que estão do lado de fora, deve acrescentar sua própria pequena célula ao corpo de Cristo, que é o único que pode ajudá-los. Cortar o dedo de um homem seria uma maneira estranha de ajudá-lo a fazer mais coisas.”- C.S. Lewis

Embora eu possa ser mal compreendido e chamado de herege, não vejo a homossexualidade como um pecado, pois não é uma escolha, em anos de profissão nunca vi um homossexual me procurando para ajudá-lo a viver melhor com sua homossexualidade, mais sim em virar heterossexuall. Diante do que vemos, do sofrimento que estas pessoas sofrem, do medo de ir e vir, é até ridículo falar que alguém “optou” por ser assim, o que isto é um “estilo de vida”, ou muito menos a homossexualidade é algo aprendido, muito pelo contrário, diversos estudos mostram que em países onde a adoção por casais homossexuais é permitida o índice de homossexualidade contínua o mesmo, e que as crianças que crescem com estes casais, denotam o que já sabemos, 90% deles crescem, vivem e são heterossexuais. Estudos comprovam o comportamento homossexual entre animais, apagando o mito de que se “Deus criou macho e fêmea, foi porque ele só permitia este tipo de relacionamento”. Deus não comente erros, se ele criou Pinguis, Baleias, Focas, Leões, Ratos, Mosquitos, Vermes e Parasitas machos e fêmeas porque permitiu que ambos se relacionassem? A Mesma coisa se faz entre os homossexuais, com a diferença de que os homossexuais não se resumem a relação e atração sexual como alguns querem demonstrar, eles se atraem e se relacionam, afetivamente, psicologicamente, espiritualmente e sexualmente. Por favor senhores, pensem sobre isto.

Aos demais Senadores que são a favor ou contra a PL 122, peço como cidadão, baseado nos princípios éticos e nos direitos da pessoa humana, que observem as estatísticas, as explicações, os perigos e riscos de continuar a estigmatizar a homossexualidade como falha de caráter, má conduta, ou doença, o resultado disto é simplesmente homicídios, depressões, transtornos psicológicos, problemas sociais e por fim, o mais tristes dos fins, que é o suicídio, sei que existem senadores de todas as religiões, credos e filosofias e isso garante a nossa pluralidade e confirma nossa democracia, mas além de serem nossas vozes, são também cidadãos, pais, tios, avós, irmãos de pessoas que são homossexuais, se coloquem no lugar deles e vejam ou tentem pelo menos, ver a dor de ser homossexual numa sociedade em que a homossexualidade é encarada como homossexualismo ( Termo banido pela OMS em 1990 ), não é uma doença, não é mal caráter, não é desvio de conduta, é genético, endócrino, anatômico, inconsciente, deixo a vocês o link com todas as pesquisas que mostram os fatores genéticos e endócrinos da homossexualidade > http://www.pailegal.net/ser-pai/251.

Não tenham medo de perder votos, não tenham medo de não serem reeleitos, temos hoje países de maioria cristã e de educação tão precária quanto a nossa que aprovaram leis para GARANTIR e não para FAVORECER homossexuais, como a Argentina. Não é para seguirmos a moda dos países Europeus, mais sim para assegurar o que todo ser humano independente de qualquer coisa, seja respeitado. Não pensem que estão sozinhos, o Conselho Federal de Psicologia é um apoiador nato da aprovação da PL 122. O Conselho Federal de Medicina também, assim como Associações de Psicanalistas e Terapeutas em Geral. A Ordem dos Advogados do Brasil, dos Sociólogos, dos Antropólogos, dos Filósofos, de Professores, de ONGs, de IGREJAS, de pessoas comuns, sem uma Associação ou um Conselho, que em sua humildade reconhecem em poucas palavras que “todo mundo tem o direito de ser feliz a sua maneira”, frase simples que mostra a tolerância do povo brasileiro em relação a homossexualidade. Não tenham receio dos milhares de e-mails que recebem, de comentários com ameaças, em maioria é um grupo seleto de pessoas que trocam o nome e postam por diferentes e-mails e sites, criticas iguais que não refletem na verdadeira opinião dos brasileiros. Redes Virtuais que visam promover a dignidade e o direito de todos os seres humanos já recolheram mais de 2 milhoões de assinaturas dizendo “Homofobia, não!”( Vejam o site da Avaaz, Petition Online, rede interna do Facebook de promoção aos direitos, dentre outros ) e dentre estes, estão também cristãos como eu. Asseguro a vocês em meu ponto de vista, que assegurar o direito do próximo é assegurar o reconhecimento dos bons senadores que são.

“Numa batalha ou numa escalada de montanha, muitas vezes há uma manobra que exige muita coragem; mas é ela também que, no final, constitui o movimento mais seguro. Se você optar por outro curso de ação, ver-se-á horas depois num perigo muito maior. O caminho do covarde é também o caminho mais perigoso” – C.S. Lewis

A Exma.Senadora Marta Suplicy, agradeço a sua preocupação com o direito dos homossexuais, a sua temperança e calmaria ao criticar a posturas de muitos parlamentares, a sua conduta honrosa perante homofóbicos declarados como o Dep. Jair Bolsonaro, que mesmo querendo escandalizar sua postura não saiu aos berros com o mesmo, deixando que os brasileiros tirassem suas conclusões, infelizmente a Exma. Senadora Marinor, acabou ficando nervosa e criando confusão que gerou mais angústia ao Senado. Entendo a sua sensibilidade com os homossexuais, sei que conhece os perigos da homofobia e sei o valor transformador do Altruísmo que muitas vezes aprendemos com a Psicologia, Psicanálise, Teologia, ou simplesmente com o viver e saber lidar com as diferenças.

A Exma. Ministra Maria do Rosário eu realmente me surpreendi com a sua postura, em vídeos e outras épocas vi o então Dep. Bolsonaro a agredindo fisicamente e verbalmente e ao ser questionada nestes dias, simplesmente se negou a falar sobre a postura dele, pelo simples fato de não querer mais confusões. Sua postura foi esplêndida e honrosa, tenho imensa alegria em ter como Ministra dos Direitos Humanos a senhora. Obrigado!

A Exma. Deputada Manuela D`Ávila  quero agradecer pela suas atitudes corajosas e honrosas em favor dos direitos humanos e das minoria, me deixa muito feliz em saber que nossa Câmara não esta tão perdida.

Ao Exmo. Deputado Jean Wyllys, quero agradecer por sua conduta com relação ao direito dos homossexuais, só queria lhe dizer para não ser tão afobado com relação ao assunto, deixa a parecer que o senhor quer se beneficiar e garantir benefícios a si mesmo e sei que isto não é uma realidade.

Aos Exmo. E Exma. Ministros do Supremos Tribunal Federal, a alegria e felicidade em saber que mesmo em maioria pertencentes de religiões que condenam qualquer atitude tomada em favor dos homossexuais não se deixaram levar pelas palavras de condenação, antes demonstraram a verdadeira vontade de viver em um país de direitos iguais a todos. Muito obrigado!

Aos senhores Deputado Jair Bolsonaro, Marcos Feliciano e Anthony Garotinho, que tem nos dado o desfavor de agir contra a democracia e tentar convencer os mais humildes de que a homossexualidade é uma doença, uma má conduta ou falta de caráter, graças a vocês, milhares de pessoas cometem suicídio no Brasil e são assassinados a apologia a homofobia e racismo ( Dep. Marcos Feliciano, Anthony Garotinho) que tem feito, se embasando em passagens bíblicas fora de contexto e história, sem conhecimento, tentando anular a ciência e a verdadeira vontade de Cristo que é amar ao próximo como a si  mesmo e se mostrando ignorantes com a todas as áreas da ciência e até mesmo a Teologia, usando artifícios baixos como a promoção do ódio e intolerância através de batuques de uma pessoa que se auto-denomina cristã ( Me recuso a chamar de música o batuque do “Adão e Ivo, que anda nas carreatas de Anthony Garotinho, seria uma ofensa a verdadeira arte da música), lembrando senhor Dep. Anthony Garotinho, que louvar a Deus não é criar batuques em prol de uma causa política ou social, é adorar o nome de Deus, mas me parece que o senhor tem se afastado a cada dia de Deus e se achegado a religiosidade. A estes Deputados mostro minha indignação como Cristão, como Terapeuta, como Teólogo e principalmente como cidadão, os 3, só tem dado um desfavor a democracia e estão longe de representar o cristianismo da política.

Atenciosamente, Felipe Resende.

Terapeuta, especialista em sexualidade humana, sociologia e filosofia;

Teólogo;

Membro da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil;

Associado a Associação Nacional de Terapeutas Holísticos e Energéticos do Brasil;

 19 de maio de 2011, Mesquita – Rio 

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Ativista dos Direitos Humanos (Principalmente LGBTs ); Teólogo;Homeopata; Psicanalista, especialista em Sexualidade Humana, Filosofia, Sociologia;Blogueiro.

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