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Terapia de “cura”, “reversão”, “conversão” sexual ( homossexual ) Parte 2

Posted on: 17 de julho de 2011

Tenhamos por fato que em 1973 a Associação Americana de Psiquiatria retirou a homossexual do campo das patologias, em 1975 a Associação Americana de Psicologia tomou a mesma atitude, em 1985 o Conselho Federal de Psicologia também deixou de considerar a homossexualidade como patologia, em 2001 a Sociedade Chinesa de Psiquiatria também fez o mesmo, em 17 de maio de 199o a Organização Mundial de Saúde retirou a homossexualidade do rol das patologias.

Vamos aqui tomar ciência apenas da Psicanálise que é a uma das ciências que mais sofrem deturpações pelos psicanalistas ( posso dizer e abaixo confirmarei, homofóbicos ou no mínimo com má formação)

De fato a Psicologia, a Psiquiatra, a Biologia tem uma imensa contribuição para o esclarecimento da homossexualidade, porém creio eu que no embate – homossexualidade – a psicanálise tenha tido um maior “baque” tanto sobre os campos científicos quanto aos campos religiosos e populares. Foi Freud, o pai da psicanálise que em 1930 assinara uma petição a favor da descriminalização da homossexualidade.

Cabe aqui, dizer que a Psicanálise não estabelece um padrão normativo, visto que cada um tem a sua individualidade e para si tem uma norma padrão, variando de acordo com a cultura, filosofia, religião, etc… 

A singularidade do desejo do sujeito é a mola mestra da ética da psicanálise ( O que sustenta Lacan )

O preconceito social quanto à homossexualidade é introjetado e pode estar inconsciente no próprio homossexual, causando-lhe muitos danos. A psicanálise não se presta à conversão de sexualidades menos aceitas socialmente. Sua ética é não julgar, não condenar, não escolher para o outro, mas acolher, escutar, explorar o inconsciente auxiliando as pessoas a se integrarem, mitigando suas angústias e o desejo de destruir (TÂNATOS), fortalecendo o desejo de viver (EROS).

Freud elaborou o conceito de pulsão, para tratar justamente da “força” do “impulso” sexual. A pulsão sexual – a Trieb freudiana, infelizmente designada como “instinto” na tradução brasileira – se distingue do instinto sexual próprio do animal, pois ela é determinada pelo inconsciente. O “representante da pulsão” é uma “energia” que Freud designa de “libido”, que é da ordem do prazer, do desejo e do gozo. Essa pulsão está além, ou a despeito, como você diz, de qualquer classificação. Ao contrário, é ela que vai qualificar esta ou aquela atividade erótica: a pulsão oral, anal, escópica, etc., constituem a sexualidade, independentemente do sexo do parceiro. No sexo, o que interessa à pulsão sexual é a satisfação da zona erógena (a boca, o ânus, os genitais, mamilos, etc.). O parceiro do sexo é um objeto que, “na cama”, o sujeito recorta do corpo do outro. E isso independe do gênero dos parceiros sexuais. A pulsão é sempre parcial. E o coito genital não é absolutamente uma exigência da sexualidade, nem uma suposta “maturidade” da pulsão; e muito menos uma norma. A psicanálise se opõe à pedagogia do desejo, pois esta é uma falácia. Não se pode educar a pulsão sexual. Não se pode desviá-la para acomodá-la aos ideais da sociedade. A pulsão segue os caminhos traçados pelo inconsciente, que é individual e singular. – ( Antonio Quinet, Psicanalista )

É interessante observar que Freud sempre se opôs a normatização ( pedagogia ) da sexualidade, a pulsão ( que é o caminho traçado pelo inconsciente ) não se pode educar, muito menos desviá-la para ir de encontro ao conceito de normal e anormal da sociedade e religião, ela segue caminhos distintivos, individuais e únicos a qual não se pode interferir, a interferência nesse aspecto, tomada por alguns terapeutas como “conversão sexual”, “reversão sexual”, “reparação sexual”  que os resultados podem ser catastróficos, indo até, por exemplo, a produção de um quadro deliróide/delirante que seria a “imagem do mundo exterior é falsificada de acordo com as demandas afetivas e instintivas fragilizadas. O sistema deliróide constrói a realidade da qual a pessoa necessita emocionalmente, portanto, é uma construção da realidade secundária às exigências emocionais e não, como no Delírio, uma ocorrência primária.
O raciocínio que caracteriza a idéia deliróide é bastante similar àquele que todos nós utilizamos, embora de grau muito diferente (patológico). Seria uma fantasia ou devaneio patologicamente mais sólido que aqueles aos quais todos nós estamos sujeitos nos momentos de angústia. Na penúria nos imaginamos ganhando na loteria, o deliróide tem certeza de que ganhou…
Por isso a idéia deliróide é compreensível para as pessoas normais na maioria das vezes. Nossas crenças tendem a ser subjetivamente coloridas e, sem dúvida, todos recorremos a certas ficções por insegurança. O emprego da Racionalização e da Projeção com propósitos defensivos, por exemplo, têm o mesmo objetivo psicológico da utilização patológica desses Mecanismos de Defesa como acontece nas Idéias Deliróides.
As Idéias Deliróides, notadamente aquelas organizadas e sistematizadas, constituem tentativas de manipular os problemas e as tensões da vida através da fantasias elaboradas para fornecer aquilo que a vida real nega, entretanto, devido ao seu aspecto mórbido, tais fantasias não são construídas numa estrutura compatível com uma adaptação social normal.
Verificamos, com freqüência, que o conteúdo das Idéias Deliróides revela aspectos significativos dos problemas pessoais do paciente. As fontes desses problemas podem ser freqüentemente encontradas em inclinações e impulsos contrariados, esperanças frustradas, sentimentos de inferioridade, inadequações biológicas, qualidades rejeitadas, desejos importunantes, sentimentos de culpa e outras situações que exigem uma defesa contra a angústia. Uma profunda necessidade de consolo pode ser satisfeita por idéias auto-elogiosas, portanto, uma falsa Idéia Deliróide de grandeza, por exemplo, pode refletir uma defesa contra sentimentos de inferioridade.” ( http://gballone.sites.uol.com.br )

Se tal coisa é conhecida, porquê ainda psicanalistas tentam promover a “cura” da homossexualidade? Bom, existiram duas grandes Psicanalistas – grandes sim, porque em muito contribuíram na ajuda do desdobramento dos mecanismos de defesa e da psicanálises infantis -, que são Melaine Klein e Anna Freud.

Melaine Klein foi uma psicoterapeuta pós-freudiana que entrou em conflito com Anna Freud que era filha de Freud e também foi psicanalistas, ambas se intensificaram no estudo da Psicanálise Infanto Juvenil, porém as duas andavam sempre discordando uma das outras, Klein se destacou mais e deu origem a um  subgrupo kleiniano na Sociedade Britânica de Psicanálise, hoje já se existe a Psicanálise Kleiniana que não é reconhecida como uma “Psicanálise Oficial”, ao contrário da linha Freudiana e Lacaniana, Anna Freud fez uma enorme contribuição a respeito dos mecanismos de defesa, porém não se destacou tanto na Psicanálise como Klein, mas ambas tinham uma visão parecida sobre a homossexualidade, o aspecto patológico da mesma. 

Melanie Klein considerava a homossexualidade como um distúrbio esquizóide para se defender da paranóia.

Ana Freud também foi contra o pai, deturpando sua teoria, militando contra o acesso de homossexuais na psicanálise, tentando impedir a publicação dos textos a respeito da sexualidade ( com destaque aos assuntos em que a homossexualidade se faz presente ), tentando converter homossexuais em heterossexuais ( sem sucesso ). 

Porém a sociedade inconformada ainda com a normalidade que Freud e Lacan tratavam a homossexualidade, se assegurou nas teorias de Anna Freud e Melaine Klein, este movimento “extra psicanalítico” se alastrou no continente americano, chegando ao Brasil a qual afetou muitos Psicólogos, Psicanalistas e Psiquiatras ( cristãos a de se observar ), os adeptos da homossexualidade como um distúrbio esquizóide de Klein são em suma maioria “profissionais” de cunho religioso, há de se observar o Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos ( CPPC ), que já fere a ética do Conselho Federal de Psicologia que não permite a indução de religiosidade, filosofia ou ponto de vista qualquer a pacientes de Psicólogos e este corpo já fornece uma lista de onde e como encontrar “Psicólogos e Psiquiatras Cristãos”, como se a boa formação de um profissional estivesse implicada na sua religiosidade, um fato relevante a se pensar.

Tanto Anna quanto Klein estudando seus escrito se apegaram a “perversão sexual” para explicar a “patologia homossexual” que historicamente e socialmente são tidos como “fora da normalidade”, porém essa não é a concepção de Freud e Lacan.

O Psicanalista Marco Antônio Coutinho Jorge explica: 

“A homossexualidade não é uma perversão, porque a noção de perversão implica, antes de mais nada, em que haja uma versão correta! É digno de nota que a homossexualidade foi considerada originalmente uma inversão, antes de ser tratada como uma perversão. A inversão significa que algo está totalmente de cabeça para baixo. Vê-se que de fato trata-se sempre de crer na existência de uma versão normal e conforme da sexualidade. Esta não é a minha concepção nem acredito que seja a de Freud. Porque a homossexualidade é, no fundo, uma subversão radical. Mais essencialmente ainda, considero que a homossexualidade é, na verdade, a revelação da subversão inerente à sexualidade humana, que não se subordina a nenhum ideal. Se não há inscrição da diferença sexual no inconsciente, como demonstraram Freud e Lacan, cada sujeito construirá uma sexualidade – homo, hetero ou bi – absolutamente legítima. Pois não cabe a ninguém autorizar a sexualidade de ninguém. Isso sim seria perversão, querer tomar-se pelo Outro e querer fazer a Lei para o desejo do Outro. Nada mais distante da psicanálise do que isso.”

O Psicanalista Antonio Quinet continua: 

“Apesar do termo “perversão” estar articulado historicamente a “desvio da norma” sexual e à noção de perversidade e periculosidade, a psicanálise o utiliza de maneira bem diferente. Em primeiro lugar, Freud generaliza a perversão: a sexualidade é não só perversa, mas “polimorfo-perversa”, pois a sexualidade admite toda a variação possível, sendo seu objetivo unicamente a satisfação pulsional. A conexão da sexualidade com a reprodução é um dado científico-religioso que o sexo desconhece. Por outro lado, perversão é uma das “estruturas clínicas”, ao lado da neurose e da psicose. Não é mais patológica do que as outras. São três modos de se lidar com a castração simbólica, ou melhor, três meios de negá-la, pois ela, tanto para o homem quanto para a mulher, gera angústia e ameaça. Para a psicanálise, um homossexual pode ser neurótico (histérico, obsessivo, fóbico), psicótico (esquizofrênico, paranóico) ou perverso (fetichista, sádico, masoquista, voyeur, etc.). E mesmo dentro de cada tipo clínico, a diversidade é imensa. São também três maneiras de gozar: o neurótico não sabe como gozar, o psicótico atribui o gozo ao Outro, e o perverso se faz de instrumento do gozo do Outro.

Identificar todo homossexual à perversão é algo que a clínica desmente e só pode advir de uma leitura apressada, de preconceito ou de homofobia (a respeito da própria homossexualidade ou da homossexualidade dos outros). Não existe “O Homossexual”, e sim homossexuais, tanto quanto neuróticos, psicóticos e perversos. Lacan aproxima a perversão da sublimação, mostrando que são duas formas de se atingir um gozo para além do princípio do prazer, que é da ordem da criação – o perverso com a fantasia e o artista com a obra. E, no final de seu ensino, nos anos setenta no seminário RSI, “Real, Simbólico, Imaginário”, ele desconstrói o conceito fazendo um trocadilho entreperversion e père-version, apontando que a perversão é uma versão do pai, que ele designa como “aquele pai que tem uma mulher como objeto de desejo”. Lá onde se esperava a norma, Lacan coloca a perversão, como a característica por excelência da sexualidade.”

Logo as teorias de Melaine Klein e Anna Freud são deturpadas.

 A historiadora da psicanálise Elisabeth Roudinesco sobre a situação de Anna Freud relata que a mesma nunca foi vista com homem algum e viveu sua vida ao lado de uma outra mulher, acho digno de nota colocar a implicação da formação reativa a qual me parecia sofrer Anna Freud que tentava deturpar as obras Freudianas e implicar grau de patologia a homossexualidade, aonde a crítica em abundância, o moralismo, a extravagância refletem aquilo que queremos esconder, no caso de Anna Freud, a sua possível homossexualidade. 

Psicanalistas religiosos usam uma psicanálise deturpada para colocar a homossexualidade no rol de patologias, os dois psicanalistas aqui citados descrevem”

Marco Antonio Coutinho Jorge – “Por incrível que pareça, os psicanalistas talvez tenham sido os que mais reagiram a esta despatologização, e ainda reagem hoje bastante a ela. Haja vista a querela sobre a homoparentalidade ocorrida na França há alguns anos que opôs dois grupos de psicanalistas: de um lado, Elizabeth Roudinesco e Sabine Prokhoris, entre outros, defenderam a legalização da adoção de crianças por casais homossexuais e reconheceram o desejo deles de filiação como plenamente legítimo; de outro, Jean-Pierre Winter e Charles Melman, entre outros, se opunham a isso e usavam a teoria psicanalítica como argumento para sustentar suas posições altamente conservadoras. É impressionante ver psicanalistas lacanianos assumirem posturas tão conservadoras e malsãs, condizentes com as opiniões menos esclarecidas da população. Os psicanalistas, quando se trata de homossexualidade, se tornam freqüentemente religiosos, no sentido de que pregam uma versão única da verdade para todos. Ora, nós sabemos que a singularidade do desejo do sujeito é a mola mestra da ética da psicanálise, tal como sustentada por Lacan, de modo que qualquer ideal de normativização do pensamento ou do comportamento deve ser considerada anti-freudiana e anti-lacaniana.”

Antonio Quinet – “Do ponto de vista da psicanálise, podemos pensar que esses analistas adotam o senso comum quanto ao homossexual, que provoca o imaginário de um gozo outro, tão diferente – e ao mesmo tempo tão semelhante – ao do “normal” que ameaça. Então, para a consciência da norma, é melhor qualificá-lo de pervertido, não-confiável, pois é um gozo periférico, daí ser peri-goso. Por outro lado, a exemplo de Ana Freud, a aceitação da homossexualidade do outro se encontra na dependência de como o sujeito lida com a sua própria. Quanto mais ele a rejeita em si mesmo, menos saberá lidar com ela, podendo fazer desse outro um objeto de ódio, de agressões e até de assassinato. O desejo pelo outro, ao ser recusado, pode se transformar em ódio. Da homofobia ao homoterrorismo é um passo. Um pouco mais de análise não faria nada mal a esses analistas!”

De fato e de verdade a maioria dos psicanalistas que defendem a normatização do pensamento e da sexualidade possuem vínculo religioso e isso não se estabelece somente a psicanalistas, a psicólogos também, tais como a psicóloga Rozangela Justino ( mais conhecida como Missionária Rozangela Justino )  censurada por apregoar a “cura” da homossexualidade e deturpar a psicologia a seu bel prazer. 

Aqui já foi citado o perigo de tais terapias que prometem a “cura” da homossexualidade ( citando o quadro delirante ), porém de forma mais clara gostaria de citar alguns catástrofes que tal procedimento ILÍCITO pode provocar.

Devido a pregação da norma heterossexual o individuo com suas pulsões homossexuais já se sente reprimido sem “outras necessidades”, o seu próprio entendimento sobre a vida o “explica” isso, ao procurar um Terapeuta que afirmar poder “curar” a homossexualidade, ele durante um tempo conseguirá aumentar sua repressão sexual, casar e até ter filhos, sobre o advento de uma “cura”, porém ao passar dos anos, o desejo como uma fonte de água que não pode ser barrada, transborda e causa um retorno dos pensamentos, sentimentos e sensações homoeróticas levando o individuo a um imenso sentimento de culpa e insegurança que resultam na destruição da família, no comprometimento psíquico ( podendo levar de psicopatologias como depressão, transtornos de ansiedade, desencadear transtornos de ordem da personalidade até mesmo a auto-mutilação e ao suicídio ), social do individuo.

Esta concepção não é só minha, é também da APA, do CFP, de muitos outros psicanalistas o que levou Psiquiatras, Psicólogos e Psicanalistas americanos, barasileiros, portugueses, chineses, ingleses, a exigirem  de suas instituições regulamentadores a aprovação de resoluções que se posicionem a respeito de tal, em decisão unânime a Associação Americana de Psiquiatra aprovou a resolução que diz: “Não há provas científicas que demonstrem que as terapias de reversão ou cura são eficazes na modificação da orientação sexual de uma pessoa. Há contudo, provas de que este tipo de terapia pode ter resultados destrutivos.” . 

A APA também aprovou a resolução por voto unanime  uma declaração de posição contra qualquer tipo de tratamento psiquiátrico do tipo terapias “reparativas” ou de “conversão” com o objetivo de mudar a orientação sexual de homossexual para heterossexual.

A Ordem dos Médicos de Portugal aprovou também a resolução que diz: 

“É generalizado o consenso entre os médicos psiquiatras de que não existe qualquer tratamento para a homossexualidade, pois esta designação não se refere a uma doença mas sim a uma variante do comportamento sexual”.

O Conselho Federal de Psicologia ( Brasil ), determinou em 1999 que:

” (…) a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão; […] 

Art. 3º – Os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados. Parágrafo único – Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.

Art. 4º – Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.”

Profissionais de Medicina, Psicologia e Psicanálise que prometem “cura” para o que não é doença, estão indo contra o código de ética ( em relação as duas primeiras classes ) e infringindo normas estabelecidas pela OMS ( que implica as três ) e podem e devem ser denunciados, pois 

“…a homossexualidade em si não implica qualquer prejuízo no julgamento, estabilidade, confiabilidade ou capacidades gerais sociais e vocacionais.” – Associação Americana de Psiquiatria. 

 

“a proposta [ de cura da homossexualidade ] lembra a eugenia dos nazistas e dos fascistas e estas técnicas de tratamento que consideram o homossexualismo [ lê-se hoje, homossexualidade ] coisa do demônio só podem ser diabólicas.” – Eduardo Losicer

Fontes:

http://www.patriciaejosedelfraro.com.br/modules/smartsection/item.php?itemid=44

http://www.clam.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=5583&sid=43

http://virtualpsy.locaweb.com.br/index.php?art=335&sec=79

2 Respostas to "Terapia de “cura”, “reversão”, “conversão” sexual ( homossexual ) Parte 2"

uma pergunta: pq esse cppc não é descredenciado pelo conselho de psicologia?

Creio que o CFP esteja trabalhando com isso.

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Ativista dos Direitos Humanos (Principalmente LGBTs ); Teólogo;Homeopata; Psicanalista, especialista em Sexualidade Humana, Filosofia, Sociologia;Blogueiro.

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