Homofobia Basta!

Uma Resposta a “Carta aberta ao Dr. Drauzio Varella” do Pr. Ciro #HomofobiaNAO

Posted on: 3 de julho de 2011

A Carta medonha veio do Pastor Ciro, ( http://portuguese.christianpost.com/noticias/20110701/carta-aberta-ao-dr-drauzio-varella/ )

Prezado doutor Drauzio Varella, respeito muitíssimo o senhor como médico. Suas instruções, em programas de TV e na Internet, são excelentes e ajudam as pessoas a terem uma vida mais sadia.Ciro

Acabei de ler o seu artigo “Violência contra homossexuais”, em seu site. Gostei de boa parte das suas argumentações e considerei que, de forma geral, a sua abordagem como médico sobre esse assunto cercado de tanta polêmica foi bastante equilibrada.

O senhor está correto ao considerar abusiva a conduta de pastores que querem forçar os homossexuais a serem heterossexuais. E devo lhe dizer, inclusive, que os pastores que se prezam jamais interferem desse modo na vida das pessoas. Eles tão-somente pregam em tese, e não de modo direcionado, ofensivo e ridicularizante, a respeito do que é certo ou errado à luz da Bíblia.

Entretanto, com todo o respeito, gostaria de contestar uma parte do seu artigo. Ei-la: “A sexualidade não admite opções, simplesmente é. Podemos controlar nosso comportamento; o desejo, jamais. O desejo brota da alma humana, indomável como a água que despenca da cachoeira”.

De fato, a sexualidade não admite opções. O ser humano não escolhe se será homem ou mulher. Ele nasce menino ou menina. Quanto à homossexualidade, penso que não deve ser equiparada à masculinidade ou à feminilidade. Digo isso, não por preconceito, e sim por causa da própria fisiologia. Afinal, a mulher grávida, quando vai fazer a ultrassonografia, ela quer saber se o seu filho é macho ou fêmea, não é mesmo?

Pelo que tenho pesquisado, há vários fatores que podem contribuir para a manifestação do comportamento homossexual, ao longo da vida. Mas nenhum cientista conseguiu comprovar que a homossexualidade está ligada à genética. Não existe gene gay.

Reconheço, por outro lado, que existe a possibilidade de alteração de gene, decorrente de maus tratos na infância, por exemplo, conforme tem noticiado a revista Nature Neurosciense. E entendo que isso pode fazer com que o infante ou o adolescente venham a adotar um comportamento que não corresponda à sua fisiologia. Mas isso não significa que alguém já nasça homossexual.

O senhor também disse, de modo poético, que podemos controlar o nosso comportamento, mas não o nosso desejo: “O desejo brota da alma humana, indomável como a água que despenca da cachoeira”. Com toda a sinceridade, considero muito perigoso esse raciocínio e explico por quê.

Muitos psicopatas têm o desejo de matar, não é mesmo? E o estuprador? Também tem o desejo de violentar mulheres. Da mesma forma, os pedófilos e efebófilos têm desejo de abusar de crianças e adolescentes. E assim por diante.

Por conseguinte, se considerarmos – com base na tese de que o desejo é indomável como a água que despenca da cachoeira – que o ser humano, por causa disso, tem liberdade para agir conforme o seu desejo, por que temos ojeriza dos psicopatas, estupradores, pedófilos e efebófilos, e queremos que eles sejam condenados por seus atos?! Afinal, o desejo é indomável como a água que despenca da cachoeira. Como controlá-lo?

Vou exagerar um pouco agora. Digamos que pedófilos e efebófilos, aproveitando-se do precedente aberto pelo STF, ao liberar a passeata pela legalização das drogas, se reúnam em uma grande passeata na Avenida Paulista, em São Paulo, com cartazes, serviço de som, e comecem a gritar: “Estamos cansados de ser discriminados neste país! Pedimos cadeia aos fundamentalistas religiosos que pregam o preconceito pedofilófobo e efebofilófogo. Nós não escolhemos ser pedófilos e efebófilos, pois o nosso desejo é indomável como a água que despenca da cachoeira”. Estarão eles certos em sua reivindicação?

Caro doutor, parece um grande exagero o que estou falando, mas não estou comparando “isto” com “aquilo”. Apenas quero lhe dizer que, para mim, é evidente que a sua tese é frágil e facilmente refutável. Reconheço que o senhor recebeu do Criador uma inteligência acima da média e não quero, de modo algum, ofendê-lo. Por isso, com todo o respeito – reitero -, peço-lhe que reveja a sua posição, a fim de que não incorra em simplismo e preconceito contra os evangélicos e católicos.

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De acordo com o ChristianPost que publicou a matéria, o escritor  Ciro Sanches Zibordi é pastor, escritor, articulista, palestrante em escolas bíblicas.

Bom, mais uma vez, um pastor atolado de conhecimento teológicos e de conhecimentos adquiridos em livros e revistas se acha apto a falar de sexualidade e sua implicações!

Realmente senhor Ciro, não foi descoberto o Gene “Gay”, mais o senhor está erradíssimo ao falar que ninguém nasce homossexual, isto é uma pura mentira! Para nascer de tal forma não é preciso que haja uma alteração genética, uma implicação endocrinológica por exemplo já pode ser suficiente para alterar muitas coisas e não é necessário ter um gene para que se haja um fato determinante! Existe o que chamamos de constelação genética, que é a ligação de genes entre si que estabelecem o que somos hoje, a nossa fisionomia, etc, sem a necessidade de um único gene, seria ousadia falar em um gene único para determinar toda uma sexualidade… Vários estudos genéticos apontam para uma complexa movimentação genética na determinação da orientação sexual

Em 1987, o biólogo americano W.J. Tennent publicou um artigo intitulado “Nota sobre a Aparente Queda dos Padrões Morais da Lepidoptera”. Após descrever o homossexualismo das borboletas do Marrocos, afirmou: “Talvez seja um sinal dos tempos o fato de a literatura entomológica estar nocaminho da decadência moral e das ofensas sexuais”. O cientista achou imoralidade em borboletas.

Com efeito, o preconceito ajudou a adiar a discussão sobre a homossexualidade humana. Pouco foi publicado até agosto 1991, quando o pesquisador norte-americano Simon LeVay, estudando as células do hipotálamo de homossexuais e heterossexuais masculinos e femininos, descobriu queelas tinham tamanhos diferentes para cada grupo. Foram realizadas, ao todo, 41 autópsias de pacientes falecidos em decorrência da AIDS, dentre mulheres, homens heterossexuais e homens homossexuais.

O pesquisador concluiu, que as células do hipotálamo dos homossexuais, tem um tamanho menor que as obtidas nas autópsias do hipotálamo de homens e mulheres heterossexuais. Tal descoberta remonta a uma relação direta entre orientação afetivo-sexual e a conformação celular do hipotálamo. É importante salientar que o hipotálamo é a região do cérebro responsávelpela elaboração das emoções e dos sentimentos eróticos.

A pesquisa, que foi publicada na revista Science, não é conclusiva como comprovação da teoria genética, pois não há com provar que as células do hipotálamo dos homossexuais estudados já eram de tamanho inferior desde o nascimento ou “diminuíram” posteriormente. Por outro lado, não se tem notícia de redução de tamanho nesses grupos celulares, e este trabalho, mesmo não sendo conclusivo, suporta a hipótese de que a homossexualidade pode ser “inata”.

Em julho de 1993 a revista Science publicou uma pesquisa que estava sendo desenvolvida pelo instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, sob a coordenação do professor Dean Hamer.Hamer selecionou 76 homens homossexuais, e passou a estudar seus familiares paternos e maternos. O resultado do estudo mostrou que entre os familiares paternos do pesquisado havia a incidência de 2% de pessoas homossexuais, índice que crescia para 7,5% quando se tratava do lado materno.

Isso levantou a hipótese de que a homossexualidade estaria vinculada a um fator genético do lado materno, mais diretamente relacionado com o cromossomo X. A equipe de Hamer também selecionou, posteriormente, 40 pares de irmãos homossexuais, que não tinham características semelhantes. Dentre essas 40 duplas, 33 deles, ou seja, 82,5%, tinham a mesma seqüência de DNA de umaparte do cromossomo X da mãe. (Castro, 1994)

O pesquisador Richard Pillard, professor de Psiquiatria da Universidade de Boston, nos Estados Unidos, desenvolveu um estudo comparando os gêmeos idênticos (univitelínicos) com os gêmeos não-idênticos (bivitelinicos). Seus resultados mostram que há maior incidência de homossexualidade entre os gêmeos idênticos que entre os não-idênicos. O resultado se confirmava mesmo no caso de gêmeos idênticos criados em famílias separadas. O estudo é interessante pois, os gêmeos idênticos são clones um do outro, tendo o mesmo material genético, sendo os não-idênticos diferentes. É um resultado que suporta a hipótese de homossexualidade genética.

Na Universidade de Minessota, o pesquisador Thomas Bouchard foi ainda mais longe. Bouchard e seus colegas tiveram a idéia de montar um ambicioso projeto de pesquisa a respeito das influências relativas da genética e das circunstâncias ambientais na formação da personalidade.Estudando 8000 pares de gêmeos idênticos, onde todos cresceram em famílias separadas, Bouchard encontrou respostas impressionantes.

Os gêmeos idênticos são resultado da divisão de um óvulo fecundado por um espermatozóide que dá origem a dois embriões. Por isso são clones. Seu material genético é idêntico. Quando separados logo após o nascimento e criados por famílias distantes, eles vão ser influenciados por fatoresambientais (inclusive os Freudianos) diferentes. Não existe melhor maneia de estudar como um mesmo estoque de genes reage a experiências distintas ao longo da vida. Se por exemplo, oito em cada dez pares de gêmeos idênticos criados separadamente são agressivos, os pesquisadores concluem que a agressividade é 80% genética.

Os pesquisadores partem do pressuposto de que nesses casos as semelhanças que os gêmeos apresentam nos estudos são herdadas, enquanto as diferenças são fruto da criação que receberam dos pais somada às experiências de vida. Os resultados para a homossexualidade são significativos. Bouchard encontrou um índice de 82% para tal característica, ou seja, aproximadamente 8 em cada 10 gêmeos idênticos, separados quando ainda bebês, eram amboshomossexuais.

Algumas dúvidas sobre a influência genética ainda permanece. “A genética nunca conta mais do que 50% da história da pessoa. Desprezar a outra metade é um erro”, disse o psicólogo Roberto Plomin, da Universidade da Pensilvânia a revista Veja. “As novas estratégias de pesquisa, que reconhecem a influência de múltiplos genes e de fatores não genéticos, são mais promissoras.”

A opinião do cientista canadense Stephen Pinker vem corroborar com a afirmação de Plomin, mas não contrapor aos resultados de Bouchard. Pinker é diretor do Centro de Neurociência Cognitiva do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (o respeitado MIT), e autor do livro Como a Mente Funciona. Em entrevista a Veja em 13/01/1999, Pinker afirmou: “A idéia de que os pais moldam a personalidade dos filhos é tão arraigada que normalmente se acredita que ela não precisa de provas. Os estudos mais recentes mostram, no entanto, que cerca de 50% das variações de personalidade têm causas genéticas. Assim, gêmeos idênticos criados separados costumam ser tãoparecidos em caráter e temperamento quanto gêmeos idênticos criados juntos.

E quanto aos outros 50%? A surpresa está aí: não mais do que 5% da personalidade de uma criança é determinada pelo tipo de educação que ela recebeu. Assim, outras crianças, ou “pares”, são em vários aspectos mais importantes na formação de um jovem do que os pais. A influência nalinguagem é a mais evidente: as crianças utilizam o vocabulário de seus egas e amigos, não o da mamãe.”

Um dos trabalhos mais completos sobre a natureza homossexual é o livro de Bruce Bagemihl, Biological Exuberance – Animal Homosexuality and Natural Diversity (Exuberância Biológica – Homossexualidade Animal e Diversidade Natural), publicado em 1999 nos Estados Unidos. É uma revisão bibliográfica formidável, sobre os trabalhos “esquecidos” nas gavetas de Zoólogos detodo mundo. Bagemihl analisou 450 espécies, principalmente de mamíferos e aves, todas praticantes, em maior ou menor grau, de hábitos homossexuais.

O livro mostra que as relações homossexuais na natureza não são confusão do instinto, aberração ou falta de fêmeas. A maioria dos animais homossexuais são assim porque são. Em alguns casos, como o dos leões, há vantagens na relação macho macho. Sendo bissexuais os leões criam os filhotes juntos,aumentando a taxa de sobrevivência de seus genes. Bagemihl também assinala que o homossexualismo animal é muito comum em quase todas as espécies de mamíferos, as vezes em até 27% dos indivíduos de uma população da mesma espécie. O livro dispensa comentários.

Em 1998, arqueólogos austríacos encontraram na fronteira da Áustria com a Itália, nos Alpes, um corpo congelado datando de 14000 anos atrás. Tratava-se de um guerreiro da idade da pedra, que estava perambulando pelos Alpes quando deve ter sido pego por uma nevasca e sucumbiu. Graças asbaixas temperaturas, o guerreiro, que pelas tatuagens pôde também ser identificado como chefe da tribo, foi preservado intacto. Estudos minuciosos concluíram que se tratava um homossexual, pois haviam resquícios de esperma, com características sangüíneas diferentes da sua, em seu reto. Isto remete que o homossexualismo era natural da espécie humana (assim como é aos leões)antesdo aparecimento da cultura Judaico-Cristã.

Talvez a descoberta mais marcante a este respeito tenha sido por acaso. Pesquisadores brasileiros, ao estudarem os genes que davam as características das antenas de Drosófilas (Drosophila melanogaster), se depararam com uma prole composta exclusivamente de homossexuais. Ao alterarem os genes das drosófilas, acidentalmente os pesquisadores alteraram um gene que influenciou as moscas a ter este comportamento. Pode parecer bobo, mas nem sempre a ciência estava buscando os resultados que encontra.

O Estudo mais detalhado e taxativo e determinante, adotado pelos cientistas e agora sendo incrementando no currículo dos Psiquiatras, Endocrinologistas, Psicólogos, etc.. é o  de Jacques Balthazar da Universidade de Liège, na Bélgica,” nossa orientação sexual é definida quando não passamos de um embrião.”

Balthazar acaba de lançar no exterior o livro “Biologia da Homossexualidade”, em que afirma que o indivíduo nasce Homossexual, não se torna um.

De acordo com o estudioso, que há 30 anos analisa a relação entre hormônios e comportamento sexual, o histórico genético e as descargas hormonais recebidas quando ainda estamos no ventre são os determinantes para que alguém nasça Homo, Bi ou heterossexual. 

Tive a oportunidade de ler o estudo e concordar com tal!

Mais o que mais me espantou em seu discurso foi a sua “ciênciofobia” e a tentativa de fugir das comparações através das justificativas..

“O senhor também disse, de modo poético, que podemos controlar o nosso comportamento, mas não o nosso desejo: “O desejo brota da alma humana, indomável como a água que despenca da cachoeira”. Com toda a sinceridade, considero muito perigoso esse raciocínio e explico por quê.

Muitos psicopatas têm o desejo de matar, não é mesmo? E o estuprador? Também tem o desejo de violentar mulheres. Da mesma forma, os pedófilos e efebófilos têm desejo de abusar de crianças e adolescentes. E assim por diante.

Por conseguinte, se considerarmos – com base na tese de que o desejo é indomável como a água que despenca da cachoeira – que o ser humano, por causa disso, tem liberdade para agir conforme o seu desejo, por que temos ojeriza dos psicopatas, estupradores, pedófilos e efebófilos, e queremos que eles sejam condenados por seus atos?! Afinal, o desejo é indomável como a água que despenca da cachoeira. Como controlá-lo?

Vou exagerar um pouco agora. Digamos que pedófilos e efebófilos, aproveitando-se do precedente aberto pelo STF, ao liberar a passeata pela legalização das drogas, se reúnam em uma grande passeata na Avenida Paulista, em São Paulo, com cartazes, serviço de som, e comecem a gritar: “Estamos cansados de ser discriminados neste país! Pedimos cadeia aos fundamentalistas religiosos que pregam o preconceito pedofilófobo e efebofilófogo. Nós não escolhemos ser pedófilos e efebófilos, pois o nosso desejo é indomável como a água que despenca da cachoeira”. Estarão eles certos em sua reivindicação?”

Vejo aqui, mais uma vez um episódio ridículo de não saber separar desejo normal de desejo doentio. O Desejo psicopata é um desejo obsessivo, compulsivo, destrutivo a qual é indomável, que se desdobram por fatores psíquicos vivenciados na infância, assim como o pedófilo, o que é bem diferente do desejo homossexual, que é natural, saudável, não é obsessivo e nem compulsivo. Quando o Dr. Drauzio se refere a “Aguá que despenca da cachoeira” ele se fala com a intenção de dizer que o desejo homossexual é algo natural, que flui independente de escolhas, que se impõe! Porém ele pode ser reprimido, como muitos os fazem, mais nunca o deixará de ser desejo e nunca deixará de passar na mente de um homossexual. Um homossexual não precisa ser detido para parar de praticar sexo com alguém do mesmo sexo, ele o consegue se reprimindo, escolhendo o celibato e etc… O Psicopata e o Pedófilo não, eles precisam ser detidos, porque como um Transtorno obsessivo compulsivo fetichista parafiliaco precisa ser sempre consumado. 

Saiba fazer a diferença entre os tipos de desejo! O Desejo homossexual é igual ao desejo heterossexual ( que suponho eu, seja o seu senhor Ciro ).

O Desejo do Psicopata, do Pedófilo não é natural e precisa ser impedido por outrem, pois é um transtorno!

Mais uma vez, um religioso com anos de experiencia com, com, com Bíblia? Espíritos? Demônios? Querendo debater com Médico? O resultado é sempre este, suma expressão de ignorância!

4 Respostas to "Uma Resposta a “Carta aberta ao Dr. Drauzio Varella” do Pr. Ciro #HomofobiaNAO"

qndo ele afirma que a sexualidade é ser menino ou menina, macho ou fêmea, ele já perdeu toda a moral…

Mais do que ignorância é puro preconceito mesmo.

Quando a pessoa não sabe discutir com base científica ela se cala, ainda mais se vai contradizer um médico – profissional com anos de estudos avançados em saúde e fisiologia humana.

Se o tema do Dr. Dráusio fosse sobre preconceito contra o deficiente auditivo – por exemplo – o tal pastor metido a esperto sequer tomaria conhecimento.

Mas falou algo favorável de gay e esses pastores idiotas e deputados analfabetos ficam todos ouriçados. Saem que nem umas loucas querendo dar palpite e contradizer tudo.

Realmente, Pastor, a pedofilia é um problema sério NÃO com os gays, mas dentro de casa onde pai abusa de filha, tio de sobrinha e etc e nas igrejas católica E EVANGÉLICA TAMBÉM!!!!!

Só essa semana foram presos 3 ou 4 pastores pedofilos. Todos héteros.

Então, pastor, vai contar seu dízimo que o sr, ganha mais.

“De fato, a sexualidade não admite opções. O ser humano não escolhe se será homem ou mulher. Ele nasce menino ou menina. Quanto à homossexualidade, penso que não deve ser equiparada à masculinidade ou à feminilidade” sobre isso, acho esse texto pertinente: http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-43/anais-da-medicina/como-mudar-de-sexo.
é muito fácil questionar isto “O desejo brota da alma humana, indomável como a água que despenca da cachoeira” quando o desejo que brota da sua alma está dentro do padrão aceito pela sociedade! ter sensibilidade para tentar entender que alguém pode ser diferente de vc, e vc não á unica formula possível de existência humana é que é difícil!

Os pastores e padres fundamentalistas deveriam seguir um ditado dos nativos de Florianópolis: “Uma coisa é uma coisa. Outra coisa é outra coisa”. Impressionante como eles misturam tudo: religião, sexualidade, psicologia, etc. É DIFICIL ter um posicionamento lindo e pacífico pregando o amor ao próximo como a IECLB teve recentemente? Claro que é difícil, pois a ignorância impera nos fundamentalistas cristãos. Infelizmente.

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Ativista dos Direitos Humanos (Principalmente LGBTs ); Teólogo;Homeopata; Psicanalista, especialista em Sexualidade Humana, Filosofia, Sociologia;Blogueiro.

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