Homofobia Basta!

“Querem ensinar a nossos filhos que ser homossexual é gostoso” – Veja como é gostoso ser homossexual! #HomofobiaNAO

Posted on: 2 de julho de 2011

Sinceramente eu li esse comentário no meu Blog hoje e não desceu e eu vou ter que aqui comentar a “gostosura” de ser homossexual, as delícias e as maravilhas de ter uma orientação sexual diferente da maioria, o qual “divino” é ser assim! 

Vamos falar das gostosura de ser homossexual.

Para Ribeiro (2004) as taxas de suicídio são significativamente maiores entre a população jovem LBGT. Na realidade, a questão já se transformou em um sério problema de saúde pública.  É necessário aumentar as medidas de combate à homofobia, já que há provas do maior número de suicídios entre jovens lésbicas, gays, bissexuais e transexuais, do que na população jovem em geral.Com dados precisos descobriu-se que os jovens LBGTs assumem cada vez mais cedo sua sexualidade, e enfrentam também mais rapidamente a intimidação homofóbica. Nem é preciso ressaltar que se tornou imprescindível  medidas  para o apoio psicológico e social da juventude homossexual.O Grupo E-jovem apontam para uma taxa anual de suicídios entre os adolescentes LBGTs brasileiros superior a mil, o que ultrapassa também a média internacional. Vale repetir: são mais de mil adolescentes em um total de 10.000 suicídios – por ano – registrados em nosso país.Portanto, no Brasil, por causa do forte preconceito social em torno do homo afetividade, uma porcentagem relevante de jovens se suicida. São três mortes por dia.
Para John Hinckle e Kees Van Haeringen professores da Universidade de Gent, embasados em uma pesquisa revelou-se que cerca de 5,9% dos rapazes heterossexuais jovens haviam tentado o suicídio, comparados com os 12,4% dos inquiridos homo e bissexuais masculinos. As percentagens correspondentes para as moças foram 5,4% para as jovens heterossexuais e de 25% para as jovens homo ou bissexuais.Segundo a organização Lambda Education revelou que a Itália possui uma dura realidade: 46% dos inquiridos haviam sido vítimas de atos de discriminação, 37% haviam sofrido actos de violência, 40% pensaram no suicídio e 13% declararam ter tentado o suicídio.Informações nesse sentido têm sido confirmadas por outros estudos na Suíça, na Noruega, no Canadá e nos Estados Unidos.  A juventude gay e lésbica vive numa sociedade hostil, que a discrimina quer em atitudes, quer comportamentos e que nega até mesmo a sua existência.Atração pelo mesmo sexo, como primeira experiência, a escuta de comentários homofóbicos, a hostilização verbal e ataques físicos ou a diminuição do rendimento escolar  são situações que podem levar o jovem à depressão, à baixa auto-estima, ao ódio contra si próprio, à frustação, à confusão sobre o que fazer, a níveis altos de stress por manter o “segredo”, ao isolamento e a pensamentos sobre a morte. (Mott, 2004, Pesquisa GGB – Grupo Gay da Bahia).A família é o porto seguro para todo o indivíduo, principalmente no período inicial da vida, mas que nem sempre está preparada para a  novidade, de que o seu filho é gay ou a sua filha é lésbica. Provocando muitos conflitos e trazendo choque e crise. O que se mostra na realidade é que a juventude gay e lésbica é um dos grupos mais vulneráveis e desprotegidos na sociedade. Para, William Weld, governador republicano de Massachussetts a sociedade não pode permitir que  jovens LBGT tirem sua própria vida  induzidos pelo preconceito, hostilidade e maus tratos. Podemos sim, dar o primeiro passo no sentido de terminar com o suicídio dos jovens gays criando uma atmosfera de dignidade e respeito por estas pessoas jovens nas nossas escolas.Espera se que o 50º aniversário do Conselho da Europa, estabelecido no nosso continente para defender e promover os direitos fundamentais, traga a esta instituição a coragem de liderar o caminho para o progresso e para a total cidadania, para todos os europeus, sem discriminação baseada na orientação sexual.Conforme Luiz Mott (2004), pesquisador e especialistas em violência contra homossexuais do Brasil, responsável pelo arquivo de registros de assassinatos do Grupo Gay da Bahia (GGB), nos revela, o número de mortes cresce a cada contagem: cerca de 160 gays, lésbicas, bissexuais e travestis são mortos todos os anos no país, praticamente um a cada três dias.Imagine então o relato do grupo E-Jovem a respeito do suicídio de jovens contabilizando uma taxa de mais de 1000 jovens por ano que se matam por preconceito, uma média de três por dia. Ou seja, se somarmos estes números ao apresentado pelo GGB, temos a trágica marca de 10 jovens gays perdendo a vida a cada três dias.Essa realidade infelizmente, não ocorre só no Brasil. Por todo o mundo, adolescentes e jovens homossexuais são contabilizados como baixas dessa.Para Ribeiro (2006), ao anunciar sua homossexualidade, mais de 50% dos adolescentes receberam uma reação negativa da família. Destes, 66% afirmaram sofrer violência verbal e até física. Mais de 50% dos adolescentes gays afirmaram abusar de substâncias nocivas (cigarros, álcool e drogas) para amenizar esse tipo de mal-estar.Em conclusão a esse a esse assunto, o que se pode perceber, é que: em todo o mundo as vítimas da homofobia, têm um ponto em comum: são em sua maioria do sexo masculino, numa proporção que chega a 6 pra 1. Pesquisa feita pela UNESCO sobre homofobia nas escolas parece apontar para uma explicação: meninos tem muito mais preconceito contra a homossexualidade de outros meninos do que as meninas – e também são muito mais propensos a agredirem seus colegas homossexuais, até mesmo como demonstração de masculinidade, num rito de passagem machista e sexista, que valoriza a discriminação. Para Aquino (2007), os fatores sociais são em geral visos como os que criam os ambientes psicológicos e biológicos. Os fatores sociais são em geral vistos como os que criam os ambientes nos quais os fatores psicológicos predispõem a pessoa ao suicídio.

http://terapiaonline.weebly.com/2/post/2010/05/homossexualidade-e-sucidio.html
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A Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, realizou um estudo sobre a relação entre a opção sexual e o suicídio entre jovens. Os resultados motraram os homossexuais têm mais probabilidade de praticar o ato. Além disso, a pesquisa concluiu que o local de convívio social também exerce bastante influência – ambientes mais abertos à homossexualidade apresentam menos casos de suicídio.

Cerca de 32.000 jovens anônimos participaram do estudo. Os dados analisados pela equipe são provenientes de uma pesquisa anual realizada pelo estado do Oregon, a Oregon Healthy Teens Survey. Os particpantes são alunos de escola púbica entre 13 e 17 anos. Com base nas respostas dos jovens, a pesquisa concluiu que a probabilidade de um homossexual cometer suicídio é cinco vezes maior do que um jovem heterossexual.

Porém, o ambiente em que o jovem convive pode fazer muita diferença. Os adolescentes que vivem e estudam em locais que aceitam melhor gays e lésbicas têm 25% menos probabilidade de tentar suicídio do que os ambientes mais repressores.

Estudos anteriores apontam que o suicídio é a terceira principal causa de morte entre jovens de 15 a 24 anos nos Estados Unidos. “Este estudo sugere como podemos reduzir as tentativas de suicídio entre gays, lésbicas e bissexuais. Mostra também que a criação de um ambiente escolar bom para os homossexuais pode levar a melhores resultados na saúde de todos os jovens”, declarou o psicólogo Mark L. Hatzenbuehler, responsável pela pesquisa, ao EurekAlert.

http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI226806-17770,00-JOVENS+HOMOSSEXUAIS+TEM+MAIS+TENDENCIA+AO+SUICIDIO+DIZ+ESTUDO.html

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Um estudo desenvolvido pelo Parlamento Europeu, que envolve 44 países, cujo título é “O suicídio de crianças e jovens na Europa: um grave problema de saúde pública”, apontou que os problemas causados pela discriminação aos jovens é uma problemática universal e que as suas conseqüências são devastadoras.

O texto escrito pelo relator Bernard Marquet e, aprovado com unanimidade, é enfático ao confirmar que os índices de suicídios entre jovens lésbicas, gays, bissexuais e transexuais é superior ao de jovens heterossexuais.

O trabalho deixa claro que não é por fazerem parte de uma minoria sexual, mas sim por serem afetados psicologicamente pela discriminação, fator de instabilidade psicológica e física.  O informe segue dizendo que este é um grande problema de saúde pública e que há muito tempo foi subestimado. Além do problema psicológico, há também  a questão social, apontada como a principal causadora de tal drama aos GLBT.

O documento ressalta que o alto risco de suicídio entre jovens gays não está ligado à orientação sexual ou a questão de gênero, mas sim a estigmatização, a discriminação e a marginalização que estes jovens encontram perante a sociedade.

Fatores históricos também são apontados como causadores deste dano aos jovens. Desde a época em que as sociedades criminalizavam as relações entre pessoas do mesmo sexo, as religiões e também os meios de comunicação ridicularizavam expressões e estilos de vida GLBT e, que ainda hoje boa parte de psicólogos e psiquiatras consideram a homossexualidade e a transexualidade doenças.

Por conta disso, os jovens nascem em uma sociedade regida pela heteronormatividade nas famílias e colégios. E, desta maneira, quando o adolescente começa a se descobrir homossexual entra em choque, começa a ter sentimentos de culpa, e, em casos extremos, chega ao suicídio.

Ao término do estudo, constata-se que na Europa onde há grande abertura às minorias sexuais tais fatos ocorrem, pede-se então, maior atenção para outros países como da América do Sul e Oriente Médio, onde a questão ainda é tratada como segundo plano e com conservadorismo. A única diferença é que não há um estudo similar que demonstre tal realidade.

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A rede ex aequo Associação e Jovens Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros (LBGT) alertou hoje que a discriminação de que são alvo os adolescentes por causa da sua orientação sexual conduz muitas vezes a depressões e tentativas de suicídio.

“A discriminação de que estes jovens são alvo e as pressões a que são sujeitos leva muitas vezes à depressão ou à tentativa de suicídio”, contou Sara Martinho, da associação rede ex aequo.

A responsável referiu que há vários estudos internacionais sobre o assunto, que apontam para a existência de três a quatro vezes mais ideias de suicídio entre jovens com orientação sexual ou identidade de género diferente do que entre os outros.

Além disso, o trabalho que esta associação desenvolve com jovens no terreno “tem permitido demonstrar que muitas vezes a intolerância, a incompreensão, a discriminação e os ataques psicológicos e físicos são tais que estes adolescentes acabam por tentar o suicídio”.

Sara Martinho, formada em psicologia, lida com alguns destes casos e referiu a título de exemplo um caso que acompanhou “ainda este fim-de-semana num hospital, de uma pessoa que tentou suicidar-se porque não aguentou a pressão e os ataques dos pais, que se recusavam a aceitar a sua orientação sexual”.

Mas a discriminação verifica-se em grande escala nas escolas, quer por parte dos órgãos directivos e corpo docente, quer por parte dos colegas, disse, acrescentando que a associação está por isso a desenvolver um “Projecto Educação LBGT”, que consiste na “criação de dois manuais para combater a discriminação”. Para mais infirmação: http://www.ex-aequo.web.pt/projectoeducacao.html

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Os homens gays e bissexuais estão mais expostos a cometer uma tentativa de suicídio que os heterossexuais, segundo os resultados de um estudo epidemiológico realizado na França entre 1998 e 2003 publicados nesta sexta-feira.
As possibilidades de tentar terminar com sua vida são treze vezes maiores para os homossexuais e bissexuais que para o restante da população de sua mesma idade e condição social, indicam os dados preliminares divulgados pelo jornal Libération.O relatório revela além disso que um de cada três indivíduos que comete uma tentativa de suicídio é homossexual ou bissexual.Além disso, os gays e bissexuais com antecedentes de tentativas de suicídio mal se protegem nas relações sexuais com parceiros desconhecidos.A tendência ao suicídio neste setor da população não está vinculada a fatores geográficos, sócio-profissionais ou ao fato de viverem sós ou em família, mas a fatores psicosociaies, como “a homofobia que provoca uma péssima estima pessoal”, segundo Marc Shelly, médico de saúde pública do Hospital Fernad-Vidal de Paris e um dos autores.

Nos casos de suicídio, segunda causa de mortalidade na França depois dos acidentes de trânsito entre os 15 e os 34 anos, é necessário que psiquiatras atualizem seus procedimentos.

Efetuado sobre 933 homens de 16 a 39 anos, o relatório foi elaborado por pesquisadores independentes franceses sob a supervisão do Instituto Nacional da Saúde e da Investigação Médica (INSERM).

Os poderes públicos devem “acabar com sua apatia ante a amplitude do suicídio de lésbicas, gays, bissexuais e transexuais”, assegura no jornal o porta-voz de federação francesa de centros de gays e lésbicas (CGL), David Auerbach, para quem “o relatório confirma o que vivemos a cada dia”.

“Se extrapolarmos os resultados, podemos considerar que a metade dos jovens suicidas são homossexuais ou questionam sua orientação sexual”, acrescenta, ao destacar que “o suicídio não está vinculado à homossexualidade, mas à homofobia e é preciso fazer campanhas de prevenção”.

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Orientação Sexual e Risco de Suicídio
Depois de mais de 20 anos da desclassificação da homossexualidade como patologia mental pela Associação Psiquiátrica Americana, clínicos, psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais, conselheiros escolares e outros têm questionado se a experiência de ser homossexual perante uma sociedade estigmatizante não aumenta o desenvolvimento de psicopatologias. Alguns estudos têm mostrado (ainda não com uma consistência firme) que os homossexuais “assumidos” estão mais sujeitos a depressãoabuso de álcool e suicídio que os heterossexuais.
Alguns pesquisadores estão identificando a adolescência como uma fase especialmente vulnerável ao suicídio. A média das pesquisas de tentativa de suicídio entre adolescentes homossexuais ou bissexuais é de 31% variando entre 20 e 39%. Estudos epidemiológicos mostram que entre 18 e 24 anos de idade a tentativa de suicídio entre os homens é de 1,5% e para as mulheres de 3.4%. Entre 25 e 44 anos a taxa é de 4%. Acredita-se segundo esses estudos que a não conformidade com sua condição sexual gera o comportamento de auto-agressão.
A Sociedade Americana de estudos do Suicídio está recomendando fortemente o estudo mais rigoroso e aprofundado das causas do suicídio. Afinal seria de grande utilidade sabermos se assumir a homossexualidade melhora o bem estar mental..
Métodos – O presente estudo é composto por uma amostra de 103 pares de irmãos gêmeos do sexo masculino. Foram identificados os pares em que um dos irmãos manifestou tendência homossexual depois dos 18 anos de idade e o outro irmão não manifestou o mesmo desejo. Foram investigados 4 sintomas básicos: pensamentos sobre a própria morte, desejo de morrer, pensamentos sobre cometer suicídio e tentativa de suicídio.
Resultados – A orientação homossexual está significativamente relacionada aos sintomas ligados ao suicídio, em comparação com os irmãos heterossexuais.
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Conclusão
Bom, depois dos relatos a cima, falar que os homossexuais querem mostrar que ser assim é “gostoso” é simplesmente uma fala homofóbica, desprovida de conhecimento! Quem é homossexuais sabe que ser assim é no mínimo carregar um fardo psicológico. A homossexualidade não é uma doença, porém na Psi. podemos dividir a homossexualidade em:
 
> Homossexualidade Ego-distônica, que é quando o homossexual não está bem com sua orientação sexual devido a fatores externos como a religião, sociedade, família, filosofia, etc.. e isto provoca um mal estar muito grande, levando a problemas psicosociais e doenças psicológicas/psiquiátrias
 
> Homossexualidade Ego-sistônica, que é quando o homossexual esta adaptado a sua orientação sexual e consegue lidar com a sociedade, com as religiões, com as filosofias alheias e não sofre prejuízo psiquíco com isto.
Podemos então dizer o homossexual pode viver uma vida normal, saudável e digna, porém sempre terá que lutar 10 vezes mais contra a dor de serem imputados como doentes, pervertidos, perigosos, coisa a qual é uma inverdade!
 
Outra inverdade é dizer que a homossexualidade é aprendida. A homossexualidade faz parte da sexualidade humana que é um componente inalterável da personalidade humana, assim como a cor da pele é inalterável por esforços alheios ou próprios. Estudos já estão saturados de dizer que a homossexualidade é instituída por fatores biológicos, endocrinológicos, genéticos, hereditários, ainda dentro do útero materno! Não se aprenda, não se ensina, não é uma “educação”, é uma condição, é uma orientação! Infelizmente os médicos, psicólogos, psicanalistas, terapeutas em geral só servem para provar o que vai de acordo com a religião e quando algo vai contra ela é mentira, e a justificava para dizer que é mentira é a Bíblia e os “cientistas” e “especialistas”  são padres e pastores que fizeram teologia ou nem isso, foram instituídos “pastores” por ordem “divina”, o mais absurdo de tudo isto é que eles se acham com este limitado campo de estudos aptos a falar de sexualidade a patologenizar e despatologenizar o que bem lhe entendem, lançando ignorância e preconceito ao povo, é só olhar religiosos e políticos como Magno Malta, Myrian Rios, Anthony Garotinho, Marcelo Grivella, dentre outros…
Atenciosamente, Felipe Resende

2 Respostas to "“Querem ensinar a nossos filhos que ser homossexual é gostoso” – Veja como é gostoso ser homossexual! #HomofobiaNAO"

Sou hétero, mas apoio a Queer Brasil e curti muito seu blog. É ridículo ver que em pleno século 21 exista preconceito, e o pior é que os politicos que deveriam cuidar do interesse público estão agindo assim, com preconceito, e os que não são preconceituosos pecam por serem omissos.
PS:Perdoe os erros de português. =D

Assim como o Diego , eu também curti muito seu blog. Ele traz muita informação.

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Ativista dos Direitos Humanos (Principalmente LGBTs ); Teólogo;Homeopata; Psicanalista, especialista em Sexualidade Humana, Filosofia, Sociologia;Blogueiro.

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