Homofobia Basta!

Myrian Rios e suas falsas denúncias, ela agora propaga que Psicólogos e Especialistas colaboram com a Pedofilia!

Posted on: 30 de junho de 2011

 Mas que falta de respeito é esta? A senhora acha que esta se referindo a políticos? A senhora demonstra mais uma vez a sua vontade direta de querer justificar o seu lamentável pronunciamento na ALERJ falando que a pedofilia é uma orientação sexual acusando Psicólogos e Especialistas ( Sexólogos, Psiquiatras, Psicanalistas, Terapeutas Sexuais ) apoiam que a pedofilia é normal? Que é orientação sexual? Que é SAUDÁVEL?! A Senhora por acaso sabe quantos anos um especialista na área da saúde mental e da sexualidade humana estuda? A Senhora conhece uma coisa  Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais (DSM),  Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde ( CID ), Organização Mundial da Saúde ( OMS ), Associação Internacional de Psicanálise (IPA), Associação Americana de Psiquiatria (APA), Associação Brasileira de Psiquiatra (ABP), Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (SBRASH)? Creio que não, mas eles são o respaldo dos especialistas na área para basear-se o que é normal ou doentio e ele dizem que a Pedofilia é: Segundo a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), da Organização Mundial de Saúde, OMS, o item F65.4 define a pedofilia como:
O foco parafílico da Pedofilia envolve atividade sexual com uma criança pré-púbere (geralmente com 13 anos ou menos). O indivíduo com Pedofilia deve ter 16 anos ou mais e ser pelo menos 5 anos mais velho que a criança. Para indivíduos com Pedofilia no final da adolescência, não se especifica uma diferença etária precisa, cabendo exercer o julgamento clínico, pois é preciso levar em conta tanto a maturidade sexual da criança quanto a diferença de idade. Os indivíduos com Pedofilia geralmente relatam uma atração por crianças de uma determinada faixa etária. Alguns preferem meninos, outros sentem maior atração por meninas, e outros são excitados tanto por meninos quanto por meninas. [2]
De acordo com o DSM-IV, o transtorno de pedófila tem início,geralmente, na adolescência, muito embora alguns portadores relatem não terem sentido atração por crianças até a meia-idade. Tal comportamento pode acontecer de acordo com o estresse psicossocial, sendo seu curso crônico, em especial nos portadores atraídos por meninos. Há três causas principais que são apontadas para a pedofilia: a) a sexualidade reprimida; b) a pobreza e a má distribuição de renda; e c) os desvios de personalidade de origem psicológica.
A Associação Psiquiátrica Americana (APA) define a pedofilia como sendo a atividade sexual com uma criança pré-púbere, em geral menores de 13 anos, e para que o indivíduo seja considerado um pedófilo, deve ter no mínimo 16 anos e ter uma diferença de pelo menos cinco anos em relação a vítima. [3]
Para a APA alguns indivíduos com pedofilia limitam a sua atividade a despir-se ou a observação da criança, podendo também exibir seus genitais, masturbar-se na sua presença, tocá-la ou afagá-la, sendo o abuso em meninas mais freqüente do que os que envolvem meninos, havendo pedófilos com preferência por meninas, meninos ou ambos.[4]
Atualmente a pedofilia é vista como sendo um desvio de comportamento sexual, em que ocorre um desvio na eleição do objeto de desejo, que em Medicina Legal recebe o termo de parafilia.
As parafilias envolvem preferência sexual por objetos não-humanos, sofrimento ou humilhação, próprios ou do parceiro, crianças ou outras pessoas sem o seu consentimento. Além da pedofilia, são consideradas parafilias transtornos como exibicionismo, fetichismo, masoquismo, sadismo e voyeurismo.
As parafilias são conhecidas também por perversões, definidas, particularmente pela Psicanálise, como transtornos de uma estrutura psicopatológica caracterizada pelos desvios de objeto e finalidade sexuais. A pessoa portadora de perversão sente-se atraída por aquilo que é pessoalmente ou socialmente proibido e inaceitável.
Para Miguel Chalub, psiquiatra forense e professor associado do Departamento de Psiquiatria e Medicina Legal da Faculdade de Medicina da UFRJ, a pedofilia é:
Atração que uma pessoa sente por crianças impúberes, isto é, que ainda não atingiram à puberdade. Se a pessoa sente atração por uma criança que ainda não atingiu os caracteres sexuais secundários, que não apresenta aptidão para a vida sexual, nós denominamos, de acordo com as definições e legal, de pedofilia.[5]
Pedofilia é um distúrbio, um desvio de comportamento, classificado como uma doença pela OMS, espécie do gênero parafilia. Pelo acima exposto a pedofilia não é um termo jurídico e sim um termo médico, que se refere a um distúrbio de comportamento, a ser diagnosticado no caso concreto.

Fonte: Recanto das letras 

Além de ser uma doença, a Pedofilia também tem caráter criminoso.

Estes tratados tiveram como auge a aprovação em 1989 pela Organização das Nações Unidas, ONU, da Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança, que em seu artigo 19 prevê a obrigação dos Estados à adoção de medidas que projetam a infância e adolescência do abuso, ameaça ou lesão à sua integridade sexual.
Muito embora nas legislações alienígenas a pedofilia seja considerada como crime, no Brasil não se tem uma legislação especifica que seja definidora da conduta típica com o nomem iuris de pedofilia. Não existe norma incriminadora a ser aplicada.
Por esse motivo, ao ser constatada a prática de abusos, consideradas como atos pedófilos, deve ser aplicada a legislação penal existente, que dependendo do caso concreto, onde se tem a descrição efetiva do fato praticado, poderemos enquadrar como crimes contra os costumes.
Tais crimes vêm definidos como estupro e atentado violento ao pudor, art. 213 e seguintes do CP, e dependendo da idade da vitima, no caso menor de 14 anos, pode-se vislumbrar a presunção de violência contida no art. 224 do CP.
Em relação à legislação especial não se pode deixar de mencionar o Estatuto da Criança e do Adolescente, ECA, Lei 8.069/90. O ECA é uma lei extravagante cuja finalidade é dar proteção a criança contra o abuso sexual, uma decorrência direta da adesão do Brasil a Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança.
Nesse ponto houve enorme avanço em relação à redação original dos artigos 240 e 241 do ECA. O Plenário da Câmara aprovou no dia 11 de Novembro de 2008, o Projeto de lei 3773/08, da CPI da Pedofilia no Senado, o qual torna crimes diversas condutas relacionadas à pedofilia na Internet. O referido Projeto de Lei foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 25 de Novembro.
A Lei nº 11.829/08 altera os artigos 240 e 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente, para aprimorar o combate à produção, venda e distribuição de pornografia infantil, bem como criminalizar a aquisição e a posse de tal material e outras condutas relacionadas à pedofilia na Internet. O que se percebe claramente é o aumento das penas já existentes e a inclusão de novos tipos, ampliando o rol das condutas.
Em se tratando de legislação ao combate da pornografia infantil na Internet podemos dizer que é uma das leis mais avanças do mundo. Mas o que certamente deve preocupar a comunidade jurídica é efetividade da lei, onde será de suma importância a ajuda dos provedores de serviços de Internet. Pois tais provedores precisaram remover o acesso ao conteúdo pornográfico, decorrentes das denúncias, e também deverão preservar tal conteúdo a fim de que seja possível a identificação do autor do crime. Sem estas providências a efetividade da lei ficará seriamente comprometida.
Nesse ponto importante citar os novos dispositivos do Estatuto da Criança e do Adolescente, alterados pela Lei nº 11.829/08.
Art. 240. Produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo criança ou adolescente:
Pena – reclusão, de 4 (quatro) a 8 (oito) anos, e multa.
§ 1º Incorre nas mesmas penas quem agencia, facilita, recruta, coage, ou de qualquer modo intermedeia a participação de criança ou adolescente nas cenas referidas no caput deste artigo, ou ainda quem com esses contracena.
§ 2º Aumenta-se a pena de 1/3 (um terço) se o agente comete o crime:
I – no exercício de cargo ou função pública ou a pretexto de exercê-la;
II – prevalecendo-se de relações domésticas, de coabitação ou de hospitalidade; ou
III – prevalecendo-se de relações de parentesco consangüíneo ou afim até o terceiro grau, ou por adoção, de tutor, curador, preceptor, empregador da vítima ou de quem, a qualquer outro título, tenha autoridade sobre ela, ou com seu consentimento.” (NR)
Art. 241. Vender ou expor à venda fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente:
Pena – reclusão, de 4 (quatro) a 8 (oito) anos, e multa.”(NR)
Art. 241-A. Oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir, distribuir, publicar ou divulgar por qualquer meio, inclusive por meio de sistema de informática ou telemático, fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente:
Pena – reclusão, de 3 (três) a 6 (seis) anos, e multa.
§ 1º Nas mesmas penas incorre quem:
I – assegura os meios ou serviços para o armazenamento das fotografias, cenas ou imagens de que trata o caput deste artigo;
II – assegura, por qualquer meio, o acesso por rede de computadores às fotografias, cenas ou imagens de que trata o caput deste artigo.
§ 2º As condutas tipificadas nos incisos I e II do § 1º deste artigo são puníveis quando o responsável legal pela prestação do serviço, oficialmente notificado, deixa de desabilitar o acesso ao conteúdo ilícito de que trata o caput deste artigo.
Art. 241-B. Adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente:
Pena – reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa.
§ 1º A pena é diminuída de 1 (um) a 2/3 (dois terços) se de pequena quantidade o material a que se refere o caput deste artigo.
§ 2º Não há crime se a posse ou o armazenamento tem a finalidade de comunicar às autoridades competentes a ocorrência das condutas descritas nos arts. 240, 241, 241-A e 241-C desta Lei, quando a comunicação for feita por:
I – agente público no exercício de suas funções;
II – membro de entidade, legalmente constituída, que inclua, entre suas finalidades institucionais, o recebimento, o processamento e o encaminhamento de notícia dos crimes referidos neste parágrafo;
III – representante legal e funcionários responsáveis de provedor de acesso ou serviço prestado por meio de rede de computadores, até o recebimento do material relativo à notícia feita à autoridade policial, ao Ministério Público ou ao Poder Judiciário.
§ 3º As pessoas referidas no § 2º deste artigo deverão manter sob sigilo o material ilícito referido.
Art. 241-C. Simular a participação de criança ou adolescente em cena de sexo explícito ou pornográfica por meio de adulteração, montagem ou modificação de fotografia, vídeo ou qualquer outra forma de representação visual:
Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.
Parágrafo único. Incorre nas mesmas penas quem vende, expõe à venda, disponibiliza, distribui, publica ou divulga por qualquer meio, adquire, possui ou armazena o material produzido na forma do caput deste artigo.
Art. 241-D. Aliciar, assediar, instigar ou constranger, por qualquer meio de comunicação, criança, com o fim de com ela praticar ato libidinoso:
Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.
Parágrafo único. Nas mesmas penas incorre quem:
I – facilita ou induz o acesso à criança de material contendo cena de sexo explícito ou pornográfica com o fim de com ela praticar ato libidinoso;
II – pratica as condutas descritas no caput deste artigo com o fim de induzir criança a se exibir de forma pornográfica ou sexualmente explícita.
Art. 241-E. Para efeito dos crimes previstos nesta Lei, a expressão “cena de sexo explícito ou pornográfica” compreende qualquer situação que envolva criança ou adolescente em atividades sexuais explícitas, reais ou simuladas, ou exibição dos órgãos genitais de uma criança ou adolescente para fins primordialmente sexuais.”[6]
A nova lei é um avanço significativo no combate a pornografia infantil e a pedofilia na Internet, muito embora sofra de má técnica legislativa, por causa do uso exagerado de verbos, que em seu fim traduzem a mesma situação. Mas como já foi afirmado, ainda não há um tipo penal especifico para o delito tido pela mídia como pedofilia.

Fonte: Recanto das letras

Para a Psicanálise a Pedofilia é: 

É uma perversão ansiosa, compulsiva e obsessiva do desenvolvimento da sexualidade. É uma psicopatia.

 

A Psicanálise tem investido pesado no combate a pedofilia!

O Ministério Público Federal de São Paulo (MPF-SP) recebeu nesta semana o psicanalista canadense Gilles Michel Ouimet. Na bagagem, ele trouxe a sua experiência de cinco anos como consultor da polícia de Quebec (Canadá) no combate a crimes pela Internet, mais especificamente os casos de pedofilia na rede. Segundo ele, não há diferenças significativas entre os praticantes desse tipo de crime no mundo. Michel afirma que o uso da “internet” globalizou a prática.

De acordo com o consultor, em 2002 o governo canadense reconheceu o problema da pedofilia no país e investiu 60 milhões de dólares canadenses (cerca de R$ 100 milhões) na criação de uma equipe de combate a este tipo de crime.

O seu trabalho consiste em ensinar aos policiais noções de psicanálise para que entendam como funciona a mente do criminoso e obtenham sua confissão ou colaboração.

Com este conhecimento, os policiais canadenses aprendem em quais pontos tocar para sensibilizar o interrogado. Segundo ele, entre os pedófilos com carência afetiva, o ideal, durante o interrogatório, é ganhar sua confiança.

“Se falar com ele como uma criança, eles se sentem seguros e acabam se dando conta do que fizeram, se arrependendo e colaborando”, afirma.

Com outros, os de tipo narcisista, o melhor é um interrogatório nos moldes tradicionais, com a imposição da força. “Os narcísios são auto-centrados e acham que todos os outros são lixo. É preciso se impor, algumas vezes pela força”, diz.

Ouimet não diagnostica diferenças no perfil dos praticantes deste tipo de crime que tenham relação com seus países de origem. “Com a internet, todos os pedófilos tendem a manter um modo de atuação semelhante, pois trocam informações via rede”, explica.

Segundo Adriana Scordamaglia, procuradora da República e organizadora do evento, a conversa serviu para que os membros do MPF-SP aprendessem a lidar melhor e a entender esse tipo de criminoso.

“Essa é apenas uma das iniciativas que estamos tomando aqui. Temos dentro do MPF um grupo de combate a crimes cibernéticos. estamos observando o crescimento assustador desse tipo de crime, e tomando mediadas para combatê-lo.”

Segundo ela, detectado o delito, a maior dificuldade hoje é a materialização do crime. “Ainda temos problemas, principalmente junto aos provedores de acesso em colher as provas materiais. Mas também é preciso dizer que hoje há um avanço bastante grande nesse sentido. Aos poucos todos estão se conscientizando que é preciso agir. E rápido”, diz.

De acordo com Adriana, no segundo semestre o MPF-SP deve trazer outra autoridade no assunto para a atualização dos conhecimentos de grupo de trabalho. “Ainda estamos em negociações nesse sentido”, diz.” 

Fonte: Terra

A Senhora ainda tem a ousadia de propagar em seu Twitter que a Especialistas fazem apologia a normatização da pedofilia? A apologia do crime? ( sim porque ao propagar que eles falam que é normal, saudável e orientação sexual faz uma apologia )! Isso é uma MENTIRA das mais tremendas e mais horrendas que eu já li em minha vida! Você esta tentando desmoralizar toda uma equipe que luta e é responsável pelo combate e extinção do comportamento pedofílico junto ao sistema judiciário! Você extrapolou os seus limites e cometeu claramente um crime!
Em seu discurso passado teve a infeliz oportunidade de propagar mentiras e ignorância a população brasileira colocando em pé de igualdade a pedofilia com a orientação sexual homossexual! Disse que a pedofilia era uma orientação sexual, o que é um absurdo! E agora mesmo tendo a oportunidade de aprender com seu enorme erro prefere difamar toda uma equipe de especialistas?
 Eu exijo explicações do Partido Democrático Trabalhista ( PDT ), a qual a Deputada Estadual Myrian Rios e da Igreja Católica Romana a qual a mesma é missionária por filiada calúnia, difamação e injúria! Esta conduta é inapropriada para uma Deputada Estadual e para um partido tão querido pela classe dos trabalhadores ( a qual os profissionais de saúde admiram ) e para uma Missionária que era para ter compromisso com a verdade e com o conhecimento e ao contrário disso vem desmoralizando uma classe que luta a finco contra a pedofilia, levantando por meio de seu Twitter calúnias por profissionais que cuidam de crianças abusadas por pedófilos e por pedófilos, se há uma classe responsável pelo combate a Pedofilia e no tratamento de crianças vitimas dela são os Psicólogos, Psicanalistas, Psiquiatras e Terapeutas Sexuais!
Eta denúncia esta sendo encaminhada para o Conselho Federal de Psicologia, para o Conselho Federal de Medicina, para a Associação Nacional de Psiquiatria, para a Associação Internacional de Psicanálise, ao ProSex e a Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana!
Fica aqui a minha total indignação com a postura da senhora Myrian Rios e espero que se tome as devidas providências!

2 Respostas to "Myrian Rios e suas falsas denúncias, ela agora propaga que Psicólogos e Especialistas colaboram com a Pedofilia!"

Adorei o artigo…. Mas aposto que ela não vai entender nem a primeira linha… ELA É BURRAAAA!!!!

texto bem informativo…
ruim é que falar em pedofilia sem condenar vc está necessariamente defendendo…
e ninguém nem se permite pensar no assunto

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Ativista dos Direitos Humanos (Principalmente LGBTs ); Teólogo;Homeopata; Psicanalista, especialista em Sexualidade Humana, Filosofia, Sociologia;Blogueiro.

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