Homofobia Basta!

Religiosos estimulam o suicídio!

Posted on: 11 de junho de 2011

Este é um dos meus textos “consagrados”, a qual foi utilizado em várias cidades para vetar discursos religiosos homofóbicos e para levar e encorajar jovens e pais de jovens a denunciar Psicólogos e Terapeutas ao Conselho Federal de Psicologia ou a Secretaria Local de Saúde, e hoje o reescrevo na esperança de que ele seja amplamente mais divulgado, mas usado, mais lido e que através dele, pessoas abram os seus olhos e vejam que a homofobia esta também assentada na cadeira do lado da sua igreja e principalmente no púlpito. Talvez seja pelo fato da simplicidade e nitidamente é escrito, boa leitura!

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É com tristeza que eu traduzo este texto, porém é necessário para mostrar a triste realidade da vida dos homossexuais que querem servir a Deus e são submetidos a terapias de reversão ( condenadas pela OMS, CFP e CFM sob pena de perda de registro, multa, prisão por homicídio doloso ( quando há suicídio ) ), a exorcismos, a “campanhas” horrorosas que exigem sacrifícios horríveis, é muito triste isto, os textos e os relatos vem dos EUA onde o Presidente repudia tais atos religiosos abertamente e onde a fiscalização da assistência social é grande, pois o número de suicídios tem aumentado de acordo com o grau de pressão e condenação religiosa. Peço a todos que leiam este artigo com atenção e que comecem a se manifestar contra tais terapias e tais atos de violação da dignidade da pessoa humana, não podemos mais nos omitir, não podemos mais ficar calados, não podemos permitir que mais jovens morram por conta de pessoas que taxam os homossexuais como promíscuos, pecadores abomináveis, merecedores da morte… Leiam:

“Demasiadas vezes, a homofobia cristã é defendida como nada mais do que um direito legítimo e de opinar.  É verdade, claro, que as pessoas têm um direito pessoal de ser homofóbico e expressar suas opiniões, mas é um grave erro ignorar o fato de que essas opiniões têm conseqüências práticas para o mundo real. Tais visões afetam o comportamento das pessoas e como eles tratam uns aos outros o que significa que eles podem causar danos significativos.Em um caso, um homem que vivia com seu parceiro durante 25 anos teve de lutar contra os pais do seu parceiro para algo tão simples como os direitos de visitação:

Em 2005 [Patrick] Atkins desabou durante uma viagem de negócios para Atlanta.Ele teve uma ruptura de aneurisma e, posteriormente, sofreu um derrame durante a internação. Quando [Brett] Conrad chegou na família Atlanta Atkins ‘dirigiu o hospital de recusar-lhe o acesso ao enfermo 47 anos de idade, os relatórios de Indianapolis Star. Ele foi autorizado pela equipe do hospital simpático a esgueirar-se depois de horas e depois que os pais Atkins tinha deixado.

Quando Atkins foi transferido para um lar de idosos Conrad mais uma vez foi obrigado a esgueirar-se para ver o homem com quem ele tinha gasto mais de metade da sua vida. Mais tarde naquele ano Conrad entrou com pedido de tutela de Atkins. Mas agora os pais do homem severamente deficiente moveu-se rapidamente de seu filho à sua casa e se recusaram a permitir Conrad acesso a ele.

Nos últimos dois anos Conrad tem lutado a família Atkins no tribunal.Documentos legais obtidos pelo show Star que a mãe de Atkins ‘, Jeanne Atkins, acredita que a homossexualidade é um pecado e se recusa a reconhecer a relação dos homens.

Em junho, o Tribunal de Justiça Indiana de Apelações determinou que Conrad deve ter direitos de visitação. ”Brett e Patrick passaram 25 anos juntos, como parceiros de vida – mais do que Patrick vive em casa com seus pais – e sua futura vida juntos tem sido destruída pela trágica condição Patrick médica e pela Atkinses ‘relutância em aceitar seu estilo de vida do filho”, o sentença.

Fonte: 365Gay

Os pais continuam a tomar todas as decisões sobre os cuidados médicos Atkins ‘e eles estão recorrendo da decisão judicial. Problemas como este simplesmente não poderia ocorrer – ou seriam muito menos comum – se os homossexuais foram autorizados a se casar. Propostas para um “separados mas iguais” status de “uniões civis” não são suficientes, para combater os efeitos negativos do fanatismo religioso é necessário para casal gay para ter o mesmo estatuto jurídico e social exato que os casais heterossexuais.Ninguém deve ser autorizado a dividir-se e causar danos a um casal gay como os pais acima simplesmente porque acreditam que antigos, superstições intolerante.

Em outro caso, uma igreja é negar um serviço memorial para um veterano da Marinha, porque o homem era homossexual e seu parceiro quis participar:

Funcionários da nondenominational High Point Igreja sabia que Cecil Howard Sinclair era gay quando se ofereceu para sediar o seu serviço, mas ninguém deu a entender de problemas de planejamento, enquanto isso, disse sua irmã, Kathleen Wright.

“Mas quando o obituário saiu no jornal e seu parceiro listado como um dos sobreviventes, eu realmente acredito que os paroquianos bolso grande chamado da igreja e disse: ‘Por que você está tendo um funeral para uma pessoa gay?’” Wright disse sexta-feira. ”É um tapa na cara. É como, ‘Oh, desculpe, ele morreu, mas ele é gay por isso não podemos ajudá-lo.’” …

Wright disse que o ministro sabia que Sinclair era gay, porque quando ele foi ao hospital na noite de seu irmão morreu, ela o apresentou ao parceiro Sinclair. … O serviço de Funeral Home Moore acabou por ser uma celebração da vida Sinclair, embora o cancelamento da igreja permaneceu em algumas mentes, Seelig disse. ”É lá que eles estão equivocados”, disse Seelig. ”Eles pregam o amor, mas não agem para fora.”

Fonte: Houston Chronicle

Tenho certeza que essa igreja faz agir fora do amor que pregam em uma ampla variedade de circunstâncias. O que precisa ser reconhecido aqui, porém, é que o amor que eles pregam é menos importante do que a sua hostilidade em relação à homossexualidade. Gays que não se arrependem são tão terríveis que não podem a eles ser atribuída a mesma decência, respeito e amor, como outros seres humanos. Em alguns lugares, como o país da Geórgia, eles não estão nem sempre reconhecido o direito de viver:

“A violência é uma coisa diária, se uma pessoa é completamente homossexual”, me disse. ”A resposta dos membros da família, quando alguém sai como gay geralmente é negativa, inclusive sendo expulso da casa, sendo trancada em um quarto ou a ser tomadas para psiquiatras. É apenas uma comunidade de mais ou menos 150 a 200 pessoas que estão ‘fora’, mas não é estável. Não há lugar para homossexuais regulares. Se um lugar se torna conhecido por ser gay-friendly, pessoas homofóbicas entrar e tentar detê-lo. “

Depois, fui para a rua perguntar às pessoas o que pensam sobre essa nova organização de homossexuais da Geórgia. Surpreendentemente, a maioria das mulheres eu falei com o pensamento era maravilhoso, mas logo percebi que eles não tinham idéia do que eu estava falando. ”É bom não é uma organização que lhes permitam obter ajuda”, disse um comprador de meia-idade. ”Talvez eles podem ser curados da doença.”

Os homens eram um pouco menos indulgente. ”Isso vai contra a lei de Deus”, foi uma resposta. “Eu acho que seria melhor se eles fossem mortos”. 

Fonte: St. Petersburg Times A

Cristãos anti-gay nos Estados Unidos não são capazes de dizer tais coisas, mas como muitas vezes é porque sinceramente não acredito nisso e como muitas vezes é porque tais afirmações simplesmente não podem ser tornados públicos sem censura severa?Esperemos que os números não são grandes, mas é difícil não estar preocupado de que há demasiadas pessoas que como lá fora, nos Estados Unidos. Não tem sido por muito tempo, afinal de contas, uma vez que aberta, a homossexualidade em público tem sido muito aceitável em quase qualquer lugar na América, muito menos televisão eo cinema.

Mais uma vez, é por isso que a igualdade jurídica plena é necessário – inclusive no casamento. Igrejas e instituições religiosas podem ter uma tremenda quantidade de poder sobre a vida das pessoas e têm o direito de pregar, encorajar e apoiar a discriminação odiosa. Somente o governo tem poder suficiente para combater este e garantir às pessoas alguma medida de igualdade e decência em suas vidas. Em particular, ela exige um governo firme secular para ser capaz de criar secular, espaços neutros, onde a intolerância baseada na religião não tem estatuto oficial e pouco poder.

O governo não pode e não deve pairar sobre todos os seus movimentos, é claro, mas o governo pode estabelecer determinadas normas mínimas ao não adotar o preconceito de muitos crentes. Tratar os gays como totalmente igual envia a mensagem de que os gays não são inferiores e que a homossexualidade não é uma base legítima para o ódio, preconceito ou discriminação. As pessoas seriam livres para ignorar esta mensagem em suas vidas privadas e religiosas, obviamente, mas as consequências jurídicas e sociais para os outros seria drasticamente limitada. Isso é precisamente o que o governo deveria estar fazendo.

Os esforços dos cristãos nacionalistas de prejudicar a laicidade nos Estados Unidos são, em parte, um esforço para evitar esse tipo de coisa aconteça. É mais fácil para um governo totalmente secular de se recusar a adotar as doutrinas de uma seita fanática religiosa como base para políticas públicas. O  governo secular pode facilmente implementar uma política baseada na evidência secular, racional e empírica sobre o que é bom para o povo. Os mais religiosos do governo é, no entanto, o mais difícil é garantir a liberdade das pessoas de doutrinas religiosas – fanáticos ou não.”

Fonte aqui

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A Igreja Metodista dos EUA, abre uma carta para o incentivo do combate a homofobia se baseando na igualdade de proteção jurídica e implementação de uma educação sexual mais ampla que ensine a respeitar o diferente.

“”Nós, os membros do Conselho dos Ministérios Conciliar de rede, estamos profundamente perturbados e com o coração partido pela epidemia de suicídios de adolescentes nos últimos meses. A maioria desses adolescentes sofreram bullying grave e constante assédio de seus colegas por causa de sua orientação sexual real ou percebida ou identidade de gênero.

Estes suicídios de adolescentes é uma questão crucial para os líderes religiosos de todas as Igrejas Metodistas Unidas, porque há uma relação inequívoca entre esses suicídios trágico ea mensagem de intolerância e ódio que é pregado e ensinado por cristãos anti-gay.

A Igreja Metodista Unida do Livro de Disciplina afirma que a homossexualidade “é incompatível com a doutrina cristã” (§ 161h). Esta última análise promove intolerância em relação a Lésbicas, Gays Bissexuais e Transgêneros (LGBT). Estas mensagens de intolerância são encontrados em muitas das nossas Igrejas Metodistas Unidas. Pessoas LGBT são freqüentemente vistos como moralmente falidos, ou que necessitam de oração e de “transformação”, a fim de mudar a sua sexualidade inerente que Deus lhe deu. Mensagens de ódio anti-gay são, então, agido sob a forma de assédio moral contra jovens LGBT pelos líderes da igreja, familiares, amigos, colegas e conhecidos. Esta situação prejudica a retórica em curso da vida espiritual de todos. Além disso, promove um ambiente inseguro e uma crença de que a juventude LGBT não são dignos do amor de Jesus, inclusive.

O bullying tem que acabar. O silêncio da igreja valida e dá permissão para que este tipo deviolência. A igreja não pode ficar de braços cruzados enquanto centenas se não milhares de jovens LGBT são intimidadas. Nós, membros dos Ministérios Conciliar Placa de Rede, imploraramos ao Conselho de Bispos para fornecer a igreja como um testemunho público e vocal de tolerância e amor ao invés de punir, direta ou indiretamente, essa violência. Como Bispos da Igreja Metodista Unida, pedimos que:

  1. Manifestar-se contra a intolerância, assédio moral e da juventude LGBT,
  2. Confirme a realidade que todos nós somos criados à imagem e semelhança de Deus e
  3. Chame todos os clérigos Metodista Unida e congregações de fazer o mesmo.

Exortamos o Conselho de Bispos para lembrar a igreja de Resolução n º 158, aprovada pela Conferência Geral de 2004 e reafirmado em 2008, em que Conferência Geral dirigiu-se ao alto índice de suicídio entre adolescentes, observando que “os adolescentes lidando com questões de identidade sexual são duas a três vezes mais propensos a tentar o suicídio do que outros jovens. “O fato de que a igreja não conseguiu estabelecer e financiar uma força-tarefa, cujo objetivo é educar a igreja sobre sexualidade na adolescência e suicídio, torna a Igreja cúmplices na criação de uma cultura de bullying.

Pôncio Pilatos tentou lavar as mãos do sangue de Jesus. Não podemos permanecer em silêncio para que nós também venhamos  a ser percebidos como uma tentativa de lavar as mãos da dor e do sangue desses jovens e suas famílias. Temos uma responsabilidade e uma obrigação de voz a nossa indignação contra a violência, a intolerância eo ódio em forma de assédio moral. Não podemos permitir que mais um filho de Deus para levar sua própria vida, porque acreditavam que eles não eram dignos do amor de Deus.”

Por Igreja Metodista Unida

Dados gerais sobre suicídio e homossexualidade aqui

 

 

 

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O Psicanalista, escritor e pregador Caio Fábio em uma mensagem recebida deixa claro a hipocrisia e homofobia das igrejas evangélicas.

SOU GAY E FIZ TUDO QUE MANDARAM. AGORA ESTOU SEM FÉ.  ME ENROLEI TODO NA IGREJA. JÁ PENSO EM DEIXAR A FÉ

Mensagem: “A paz de Deus irmão Caio Fábio! Já tive e tenho muitos contatos na internet falando sobre o meu caso, mas ainda não senti nenhum resultado forte. Também já vi mensagens suas passando pela lista de discussão falando com uma pessoa cuja situação passou pelo meu caso; e talvez eu até já saiba o que o senhor poderá falar pra mim. Antes de me casar eu era gay, freqüentava os lugares gay, e tive bastante relações sexuais com homem. Ou seja, sinto só tesão por homem. Só que a minha família não sabia e nem os amigos de infância; pois sempre me escondi deles. Então vivia a minha sexualidade em cidade grande, onde ninguém poderia me ver. Resumindo: por causa da família e da sociedade, resolvi entrar numa igreja evangélica para deixar de ser gay. Não deu certo. Então resolvi casar para ver se transando com mulher viraria heterossexual. Porém não deu certo. Hoje estou todo enrolado, porque tenho duas filhas e não consigo me separar por causa das meninas; porque uma separação agora iria me distanciar das minhas filhas e eu iria passar anos e anos e anos sem vê-las. Elas iriam para o norte do país e eu iria ficar no sul. E par completar, não estou mais sentindo desejo de ser crente. Ah pastor! São tantas coisas que vou ficar por aqui. Agora estou muito triste. Minha mente está atribulada, fico naquela de querer saber se o que está na Bíblia realmente é verdade; sei lá… Vou ficar por aqui porque também não sei se o sr. vai ler este e-mail. Sinto vontade de viver só, sem a minha mulher, e “assumido”. Se eu pudesse queria lhe abraçar e chorar.”

Caio Fábio:

“Meu querido irmão: Graça e Paz! A vida vai ficando cada vez mais enrolada quando a gente tenta fazer o fluxo da vida correr por leito artificial. É sempre melhor deixar a água escolher seu caminho natural do que tentar construir represas e diques. Os holandeses conseguem essa proeza com o Atlântico, mas não conseguem represar e nem fazer diques que retenham o oceano da alma, e sua vagas imensas. Um dia o oceano invade a terra seca, e a gente fica na inundação. Melhor do que lutar contra o mar é aprender a conviver com ele, fazendo sua casa num lugar seguro, e próprio para você. Detesto falar do “leite derramado”. Mas, no seu caso, é impossível. Você teve orientação sexual gay desde cedo. “Entrou” para a igreja em razão da promessa de cura. Não se sentiu curado. Então, certamente estimulado também pela mentalidade da igreja, casou para poder transar e saber se gostava de mulher… É como comprar a loja inteira para saber qual o gosto do pirulito que está na prateleira! Mas é assim a cabeça da religião: para não cometer-se algo que é visto como pecado, coloca-se a vida do indivíduo numa situação infinitamente pior. É o tal do coar mosquitos e engolir camelos! Jesus disse que os “fariseus” agem assim: tomam um “interessado” (prosélito) na religião e o transformam num ser angustiado pelos pavores do inferno, duas vezes mais do que antes (Mt 23). Chega de decisões radicais. Você não vai deixar a fé por causa de sua condição. Se a fé em Jesus não puder ser Graça de Deus para toda as criaturas, sinceramente, não sei para o que serviria. Portanto, saiba: sua relação com Jesus não triangula com essas doenças da “igreja”. Apenas creia que você é de Jesus independentemente de qualquer coisa. Você disse que “entrou” para a igreja. Ora, entrar para a igreja não faz necessariamente bem. Muitas vezes faz até mal, dependendo da “igreja”. Agora, no entanto, chegou a hora de você conhecer Jesus, e provar o Seu amor, que excede a todo entendimento. Por esta razão, hoje, nem gostaria de sugerir nada a você em relação à questão de sua sexualidade. Sinceramente, sua alma, seu coração, sua fé e sua disposição seguir com Jesus, é o que me interessa. Todas as demais questões ficam irrelevantes diante desta. Ora, eu sei que a “igreja” prega, na chegada, que Jesus ama a todos e aceita a todos—é o tal “venha como está”. No entanto, uma vez “dentro”, logo eles começam a dizer que o “venha como está” é só para a chegada, e que agora que você “já veio” terá que dar seu jeito de “ficar como os demais”. E aí começa a doença! Digo isto porque o que você ouve Agora, depois que você “entrou” na “igreja”, é que se você não for como eles, você não é de Jesus. Isto porque a “igreja” usa “Jesus” para seduzir o indivíduo, e, depois, diz pro cara que ele só será de Jesus se for como eles. Deus me livre desse ciclo de engano e manipulação! Assim, meu amigo, não associe sua condição à sua relação com Jesus. Com Jesus é outra coisa. Jesus ama você, como você é; e você não é uma surpresa para Ele, e nem causa Nele nada além de amor. Firme-se em Jesus e no Evangelho. Leia este site todo. Entre nas Cartas, nas Devocionais e nas Reflexões. Leia e leia. Depois me escreva outra vez. Agora, no entanto, não trate da questão de sua sexualidade. Isso virá depois. Vamos pela ordem de importâncias. E o que essencial não é o pinto, mas o coração. Dê a você quinze dias de leitura diária e abundante do site. Depois me escreva dizendo como você está. Minhas orações são com você! Nele, que o ama como você é, e que vê Nele, Caio.” www.caiofabio.net

Prayers for Bobby - Um Filme baseado em uma História Real de um jovem que se suicida por conta da Homofobia Religosa!

Prayers for Bobby – Filme baseado na história real de um jovem que se suicidou por conta da homofobia religiosa, clique na imagem e veja o filme em partes no Youtube.

O Terapeuta americano especialista no assunto James Guay fala sobre a homofobia religosa.

“A homofobia religiosa muitas vezes resulta em preconceitos, estereótipos negativos e discriminação contra LGBTQQ (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros queer, ou questionar) indivíduos. É uma forma de opressão utilizada por algumas pessoas e instituições religiosas para motivar as pessoas a mudar sua orientação sexual ou comportamento sexual.. Em sua forma mais extrema, a homofobia religiosa pode contribuir para aumentar as taxas de suicídio, depressão, ansiedade, dificuldades com a intimidade, auto-ódio, a polarização das famílias e comunidades, e motivação para tentar mudar a orientação sexual. “

James Theraphy

A Organização mundial de saúde já tinha demonstrado que o índice de jovens LGBTs eram muito maiores que o de jovens heterossexuais. O Grupo LGBTs em todas as idades é cerca de cinco vezes mais propensos a psicopatologias. Estes números aumentam quando os LGBTs são de religiões de procedências cristãs, judaicas e islâmicas, a estes o suicídio chega a ser SETE vezes mais comum do que comparados a heterossexuais de ambas as religiões. Com relação a psicopatologias, são até DOZE vezes mais propensos comparados heterossexuais de ambas as religiões. É um absurdo que com tais índices o governo brasileiro continue adiando e adiando, reprovando leis, anulando direitos, dando aval para todas as pessoas que não se simpatizam com gays se achem no direito de perseguir, agredir, ofender e até assassinar LGBTs, os números são tão alarmantes que foi motivo de pronunciamento da ONU.

A Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, fez um alerta nesta terça-feira (17/05) para o aumento dos crimes contra lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros, e pediu aos governos que tomem medidas para acabar com a discriminação e com o preconceito baseado na orientação sexual ou na identidade de gênero.


 ”Em uma mensagem de vídeo para marcar o Dia Internacional contra a Homofobia e a Transfobia, Pillay disse que estas formas de discriminação são muitas vezes negligenciadas pelos governos. Ela afirmou que estatísticas indicam que crimes contra homossexuais aumentaram em diversas partes do mundo, e que a homossexualidade continua sendo um crime em mais de 70 países.”

“Os crimes de ódio contra lésbicas, gays, bissexuais e pessoas trans estão aumentando.

Aqui em Nova York, apenas nas últimas seis semanas, pelo menos quatro jovens foram brutalmente atacados em diferentes incidentes. Dois deles mais tarde morreram devido aos ferimentos. Em todos os casos, os agressores gritaram insultos homofóbicos enquanto chutavam, batiam ou esfaqueavam suas vítimas.

Estatísticas oficiais mostram que crimes de ódio contra homossexuais agora são quase 20% de todos os crimes de ódio registrados nos Estados Unidos, um aumento de 15% em relação a alguns anos atrás.

No ano passado, no Brasil, 250 pessoas foram assassinadas em ataques homofóbicos ou transfóbicos.

Em Honduras, uma onda de violência recentemente tirou a vida de 34 membros das comunidades gay, lésbica, bissexual e transgênero ao longo de 18 meses.

E na África do Sul, temos assistido ao terrível fenômeno chamado “estupro corretivo”, cometido por homens que estupram lésbicas e em seguida tentam justificar suas ações afirmando estarem apenas tentando “corrigir” a sexualidade de suas vítimas.

Infelizmente, estes não são casos isolados. O problema é global.

Em última análise, a homofobia e a transfobia não são diferentes do sexismo, da misoginia, do racismo ou da xenofobia. Mas enquanto essas últimas formas de preconceito são universalmente condenadas pelos governos, a homofobia e a transfobia são muitas vezes negligenciadas.

A história nos mostra o terrível preço humano da discriminação e do preconceito. Ninguém tem o direito de tratar um grupo de pessoas como sendo de menor valor, menos merecedores ou menos dignos de respeito. Cada um de nós merece os mesmos direitos, o mesmo respeito e tratamento ético, independentemente de nossa orientação sexual ou identidade de gênero.

Alguns argumentam que a “orientação sexual” e a “identidade de gênero” são conceitos de certa maneira novos, fora dos padrões reconhecidos internacionalmente de direitos humanos. Na verdade, a homossexualidade e a transgeneralidade não são nada novos; têm estado presentes em todas as sociedades ao longo da história humana. Arqueólogos encontraram artefatos datados em mais de quatro mil anos retratando relações do mesmo sexo.

Mas sejamos diretos, o princípio de que ninguém deve sofrer discriminação em razão da sua sexualidade ou identidade de gênero já está plenamente integrado em nossos atuais padrões internacionais de direitos humanos. Dezessete anos atrás, o Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas, cujo trabalho é lembrar aos Estados de tais padrões,confirmou que, nos termos do direito internacional, os Estados têm a obrigação de descriminalizar a homossexualidade e proteger seus indivíduos contra a discriminação com base na sua orientação sexual. Outros órgãos das Nações Unidas dizem o mesmo.

Mas citar a lei àqueles que discordam não é suficiente. Esta é uma questão sensível em muitas sociedades. Aceito que muitas pessoas que se opõem à mudança sejam bem intencionadas, mas peço-lhes que pensem novamente.

Lembro que, quando era criança, havia um estigma terrível contra os canhotos. As crianças canhotas eram punidas e os professores tentavam forçá-las a escrever com a mão direita. Os professores podiam pensar estar fazendo a coisa certa. Mas, com o tempo, aprendemos: as pessoas são diferentes. Algumas são canhotas, a maioria é destra. Isso não importa. O importante é deixá-las florescer.

Não estou comparando o que aconteceu com meus colegas canhotos com o terrível tratamento dado a gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros hoje em alguns países. Não há equivalência. Mas estou dizendo que atitudes mudam. Nesta e em outras áreas, o preconceito e a intolerância não são páreo para a informação e a educação.

Por isso, vamos lembrar uns aos outros o que queremos: direitos iguais para todos, sejam eles quem forem, amem a quem amarem. É uma grande causa dos direitos humanos e uma a qual tenho orgulho de apoiar.

Obrigada.”

Fonte : Organização das Nações Unidas

A Repercussão do aumento da homofobia no Brasil tem crescido a nível Internacional, diversos sites e jornais de vários países vem alertando aos seus cidadãos sobre o aumento da homofobia no Brasil e no cuidado que se deve ter caso venham ao Brasil, alguns sites também demonstram que o cenário internacional esta preocupado este fato relacionado a Copa do mundo e as Olimpíadas, eles elogiam o progresso econômico, industrial, científico do país porém lamenta que a educação social esteja caindo a níveis enormes e que a homofobia, assim como a xenofobia também tem aumentado. Alguns sites por exemplo:

Global Voices

The News Devian Art

Yahoo News!

Edge Boston 

A Secretária de Estado Hillary Clinton e o Presidente Americano Barack Obama condenam as atitudes homofóbicas globais, em outras instâncias a Secretária Hillary Clinton anunciou que caso certos países não tomassem medidas para combater a homofobia tais países poderiam dar:  ”Goodbye to that could give U.S. ties with such countries”, traduzindo: “Podem dar Adeus aos laços com os EUA”.

A ONU também ameaçou intervir caso medidas não sejam tomadas e ainda fez lembrar ao BRASIL na declaração assinada no compromisso de combater a discriminação baseada em orientação sexual e identidade de gênero.


A Organização das Nações Unidas está comprometida com a luta contra todas as formas de discriminação. Ao longo dos anos, atenção especial tem sido dada ao combate à discriminação racial e sexual, assim como às discriminações baseadas no estado de saúde, às deficiências ou à filiação religiosa de uma pessoa. Mais recentemente, as Nações Unidas têm se tornado cada vez mais preocupadas com a prevalência da discriminação com base na orientação sexual e identidade de gênero.

Lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) são vulneráveis a toda uma gama de violações de direitos humanos, incluindo violência homofóbica, assassinato, estupro, prisão arbitrária e discriminação generalizada no ambiente de trabalho e no acesso a serviços básicos como habitação e saúde. Em mais de 70 países, há leis que criminalizam a homossexualidade, expondo milhões ao perigo de detenção, aprisionamentos e, em alguns casos, execução. O Secretário-Geral da ONU, a Alta Comissária para Direitos Humanos e os encarregados de várias agências da ONU têm se manifestado – solicitando a descriminalização da homossexualidade em todo o mundo e medidas adicionais para proteger as pessoas de violência e discriminação baseada em sua orientação sexual ou identidade de gênero.

Os organismos de direitos humanos das Nações Unidas, cuja função é monitorar o cumprimento por parte dos Estados membros de suas obrigações no âmbito dos tratados internacionais de direitos humanos, têm afirmado reiteradamente que os Estados têm a obrigação, sob as disposições de direitos humanos existentes, de proteger as pessoas de violência e discriminação baseadas em sua orientação sexual. No mesmo sentido, os relatores especiais, especialistas independentes e grupos de trabalho designados pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU para elaborarem pareceres sobre os desafios aos direitos humanos, têm emitido dezenas de relatórios, declarações e apelos salientando a vulnerabilidade de pessoas LGBT a violações de direitos humanos e pedindo aos Estados membros que revoguem ou reformem leis e políticas discriminatórias.

Secretário-Geral da ONU

“Como homens e mulheres de consciência, rejeitamos a discriminação em geral, e em particular aquela baseada na orientação sexual e na identidade de gênero. Quando indivíduos são atacados, abusados ou presos por causa de sua orientação sexual, temos a obrigação de nos posicionar… Hoje, muitas nações têm constituições modernas que garantem direitos fundamentais e liberdades. Ainda assim, a homossexualidade é considerada crime em mais de 70 países. Isto não está certo. Sim, reconhecemos que as práticas culturais estão profundamente enraizadas. Sim, as mudanças sociais frequentemente vêm apenas com o tempo. Mas que não haja confusão: onde há conflito entre atitudes culturais e direitos humanos universais, os direitos devem prevalecer. Reprovação pessoal, e mesmo reprovação social, não é desculpa para prender, deter, aprisionar, humilhar ou torturar ninguém, jamais.” – Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-noon, 10 de dezembro de 2010

  

Altos funcionários das Nações Unidas

“Leis que criminalizam a homossexualidade são uma grave ameaça aos direitos fundamentais de lésbicas, gays, bissexual e transgêneros, expondo-os ao risco de prisão, detenção e, em alguns casos, tortura e execução. Geralmente, sanções criminais vêm acompanhadas de grande quantidade de outras medidas discriminatórias que afetam o acesso a uma gama enorme de direitos – civis, políticos, econômicos, sociais e culturais. Nós também sabemos que a criminalização perpetua estigmas e contribui para um ambiente de homofobia, intolerância e violência.” – Alta Comissária de Direitos Humanos, Navi Pillay, 1º de fevereiro de 2011

Eu peço a todos os governos que tomem medidas para eliminar o estigma e a discriminação enfrentados pelas populações de homens que fazem sexo com homens, de lésbicas e de transgêneros. Os governos também devem criar ambientes sociais e legais que assegurem o respeito aos direitos humanos e permitam o acesso universal à prevenção do HIV e ao seu tratamento, atenção e apoio.” – Diretor-Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, 17 de maio de 2010

Um dos princípios basilares das Nações Unidas é nossa convicção quanto à dignidade e ao valor de cada pessoa, sem distinção por raça, cor, sexo, idioma, religião, bens, origem ou outras condições. A discriminação, em todas as suas formas, continua a enfraquecer este princípio… A discriminação tem se manifestado… no combate ao HIV/aids, em que a estigmatização de homens que fazem sexo com homens e a recusa de prover serviços de redução de danos para usuários de drogas fazem retroceder o trabalho de prevenção e tratamento.” – Coordenadora do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Helen Clark, 10 de dezembro de 2009

“A Organização Mundial de Saúde retirou a homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças em 17 de Maio de 1990. Foi um passo importante adiante. No entanto, duas décadas depois o estigma e a discriminação contra homossexuais ainda existem, e podem resultar em acesso restrito aos serviços de saúde e em metas não atingidas nos programas de saúde…” – Diretora-Geral da Organização Mundial da Saúde, Margaret Chan, 8 de abril de 2011

 

 

 

Especialistas independentes das Nações Unidas em direitos humanos

(Relatores especiais e outros especialistas encarregados pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU)

A existência de leis que criminalizam comportamentos homossexuaisconsensuais entre adultos na vida privada e a aplicação de penas criminais contra pessoas acusadas de tais comportamentos violam os direitos à privacidade, à liberdade e à não discriminação estabelecidos no Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos.” – Parecer aprovado pelo Grupo de Trabalho da ONU sobre Detenções Arbitrárias, 2 de fevereiro de 2007

“O Relator Especial está profundamente preocupado com as campanhas contínuas de difamação e ameaças violentas contra defensores dos direitos de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros,” – Parecer do Relator Especial da ONU sobre a situação de defensores dos direitos humanos, 30 de dezembro de 2009

“Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”.

– Declaração Universal dos Direitos Humanos (Artigo 1º)

“Violência baseada no gênero… é particularmente intensa quando combinada com discriminação por orientação sexual ou por mudança de identidade de gênero. A violência contra minorias sexuais está aumentando e é importante que nós assumamos o desafio daquilo que poderia ser chamada a última fronteira dos direitos humanos.” –Apresentação do relatório do Relator Especial da ONU para violência contra mulheres, 10 de abril de 2002

“Particularidades regionais e nacionais… ou práticas históricas, culturais e religiosas, embora relevantes em muitos aspectos, não eximem os governos da responsabilidade de promover e proteger todos os direitos humanos e todas as liberdades fundamentais e de assegurar que esta proteção é universalmente aplicada e respeitada.” – Declaração conjunta dos Titulares de Mandatos em direitos humanos da ONU (sobre defensores dos direitos humanos; formas contemporâneas de racismo, discriminação racial, xenofobia e intolerância correlata; violência contra mulheres; e do direito de todos ao mais alto nível possível de saúde física e mental), 23 de fevereiro de 2007

“Não há hierarquia nas motivações da discriminação.” – Parecer do Relator Especial da ONU para liberdade de religião e crença, 7 de fevereiro de 2008

 

“Dentre os detentos, certos grupos estão sujeitos à dupla discriminação e vulnerabilidade, inclusive… gays, lésbicas e transgêneros.” – Parecer do Relator Especial da ONU para tortura e outros tratamentos ou punições cruéis, desumanos ou degradantes, 9 de fevereiro de 2010

“A legislação internacional sobre direitos humanos… requer dos Estados que garantam a não discriminação e a igualdade (na teoria e na prática) com base em gênero, orientação sexual e identidade de gênero.” – Parecer do Relator Especial da ONU para a promoção e proteção dos direitos humanos enquanto combate ao terrorismo, 3 de agosto de 2009

O acesso ao direito à saúde requer que os Estados descriminalizem as relações consensuais entre pessoas do mesmo sexo, bem como revoguem leis que discriminam com base em orientação sexual e identidade de gênero, a fim de cumprir as obrigações fundamentais do direito à saúde e de criar um ambiente propício para o pleno usufruto deste direito” – Parecer do Relator Especial sobre o direito de todos em usufruir o mais alto padrão possível de saúde física e mental, 27 de abril de 2010

 

Diretrizes jurídicas para os Estados, elaboradas pelos organismos das Nações Unidas responsáveis pelos tratados de direitos humanos

“Estados membros (da Convenção Internacional de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais) devem assegurar que a orientação sexual de uma pessoa não seja obstáculo para a concretização dos direitos da Convenção… Além disso, reconhece-se que deve ser proibida a discriminação por identidade de gênero.” – Comitê de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais da ONU, Observação Geral Nº 20 de 2009

“A Convenção (sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais) proíbe qualquer discriminação no acesso ao emprego e na sua manutenção com base em… orientação sexual.” – Comitê de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais da ONU, Observação Geral Nº 18 de 2005

 

“A Convenção proíbe qualquer discriminação no acesso ao tratamento de saúde e a fatores determinantes para a saúde, assim como aos meios e às garantias para sua obtenção, com base… em orientação sexual.” – Comitê de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais da ONU, Observação Geral Nº 14 de 2000

“A proibição da discriminação estabelecida pelo artigo 26 (da Convenção Internacional de Direitos Civis e Políticos) também inclui a discriminação baseada em orientação sexual” – Decisão da Comissão de Direitos Humanos da ONU no caso X versus Colômbia (2007)

“Os Estados membros têm a obrigação de assegurar que todos os seres humanos menores de 18 anos gozem de todos os direitos estabelecidos pela Convenção sem discriminação, inclusive no que diz respeito à “raça, cor, sexo, idioma, religião, convicções políticas, nacionalidade, origem social ou étnica, bens, deficiência, origem ou outras condições”. Estes fundamentos também se referem à orientação sexual e ao estado de saúde dos adolescentes.” – Comitê da ONU para os Direitos da Criança, Observação Geral Nº 4 de 2003

“Os Estados membros (da Convenção contra Tortura) devem garantir, no que diz respeito às obrigações estabelecidas pela Convenção, que suas leis sejam aplicadas, na prática, a todas as pessoas independentemente de… orientação sexual (ou) identidade de gênero.” – Comissão da ONU contra Tortura, Observação Geral Nº 2 de 2008 

“A discriminação das mulheres baseada no sexo e no gênero está indissociavelmente ligada a outros fatores que as afetam, tais como raça, etnia, religião ou crença, saúde, condição social, idade, classe social, casta, e orientação sexual e identidade de gênero.” – Comitê da ONU para a Erradicação da Discriminação contra Mulheres, Recomendação Geral Nº 28 de 2010 

 

Diretrizes elaboradas pelas agências das Nações Unidas

Legislação penal proibindo relações sexuais consensuais… entre adultos na esfera privada deve ser revista, com o intuito de revogá-la.” – Diretrizes Internacionais sobre HIV/Aids e Direitos Humanos, EACDH e UNAIDS (2006)

“Mundialmente, homens que fazem sexo com homens e pessoas transgênero sofrem altos níveis de exclusão social e desafios na busca pela igualdade. A capacidade destes indivíduos em realizar plenamente seus potenciais de saúde é restringida em vários contextos por leis que criminalizam as relações entre pessoas do mesmo sexo e a diversidade sexual/de gênero.” – Parecer sobre Prevenção e Tratamento de HIV e Outras Doenças Sexualmente Transmissíveis entre Homens que fazem Sexo com Homens e Populações Transgênero, Organização Mundial da Saúde (2008)

“Os governos devem garantir que os parlamentares, a polícia, os juízes e os funcionários do Ministério da Justiça estejam munidos de informações baseadas em evidências acerca da epidemiologia do HIV e sensibilizados quanto aos impactos prejudiciais para a saúde pública e os direitos humanos de leis, políticas e condutas punitivas em relação aos homens que fazem sexo com homens e às pessoas transgênero.” – Ambientes Legais, Respostas de Direitos Humanos e HIV entre Homens que fazem Sexo com Homens e Pessoas Transgênero na Ásia e no Pacífico: Uma Agenda para Ação, PNUD (2010)

 

Informações adicionais:

Escritório das Nações Unidas para os Direitos Humanos (EACDH)

Nações Unidas, Nova York, NY 10017

Email: LGBTHumanRights@un.org

_________________________________________________________________________________________________________
 
Esta é uma pequena dissertação, entre outros vários motivos, aonde os homossexuais devem ter seus direitos garantidos e sua saúde mental e física preservadas, projetos de lei propostos como o do deputado federal João Campos que prevê derrubar um decreto normativo do CFP de 1999 a qual proibe Psicólogos de prometerem e/ou realizarem qualquer tipo de terapia sobre o proposto de “curar” a homossexualidade, visto que a mesma não é doença, não há o que curar, não há desvio, nem erro, não há o que corrigir, não há sequer um dado em toda literatura de Psicologia, Psiquiatria e Psicanálise oficial que fundamente tal argumento, o de “cura” da homossexualidade, o que se conhece, são danos, por as vezes irreversíveis, como uma severa depressão, um transtorno de ansiedade e até mesmo o suicídio, por tal, peço atenção especial das autoridades de nosso país.
Atenciosamente, Felipe Resende.

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Ativista dos Direitos Humanos (Principalmente LGBTs ); Teólogo;Homeopata; Psicanalista, especialista em Sexualidade Humana, Filosofia, Sociologia;Blogueiro.

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