Homofobia Basta!

Delícias do Planalto! Especial Gospel ALERJ!

Posted on: 9 de junho de 2011

Hoje começa a nossa nova série: Delícias do Planalto, nela será colocada e exposta a vida e os podres de alguns dos parlamentares da bancada evangélica ou de alguma panelinha evangélica do parlamento, que são DEFENSORES DA ÉTICA E DA MORAL! DA RAZÃO, DA VONTADE DE DEUS NA TERRA! E HOJE VAMOS COMEÇAR COM O PASTOR ÉDINO FONSECA! 

Edino Fialho Fonseca (Rio Bonito, 26 de agosto de 1946) conhecido como Pastor Édino Fonseca, é um religioso e politico brasileiro.

Pastor evangélico ligado à Catedral da Bênção, foi eleito deputado estadual pelo PRONA, sendo reeleito em 2006. Passou automaticamente para o PR com a extinção do PRONA, mas mudou-se posteriormente para o PSC.[1]

Édino foi acusado em 2008 pelo uso de funcionários fantasmas[2], tendo sido absolvido pelo conselho de ética da ALERJ, ao mesmo tempo em que outras deputadas como Jane Cozzolino e Renata do Posto foram cassadas. No entanto, o deputado foi denunciado no TJRJ sob o processo de nº 2008.065.00003, tendo sido réu nos crimes de formação de quadrilha, estelionato e corrupção ativa.[3]

O deputado também é conhecido por polêmicas ações consideradas homofóbicas, tais como lutar pelo não-pagamento de pensão para companheiros de servidores homossexuais[4] e ter apresentado o PL 717/03, que previa a criação de um programa de apoio às pessoas que queriam deixar a homossexualidade, financiado por verbas públicas[5]

Reelegeu-se ao cargo na Alerj, em 2010, pelo PR, com 77.061 votos.[6]

“A Alerj votará nos próximos dias uma emenda constitucional garantindo que ninguém será discriminado, prejudicado ou privilegiado em razão de sua orientação sexual, seja ela homossexual, bissexual ou heterossexual. 

O deputado Édino Fonseca, líder do PR, partido do agora deputado federal Garotinho, encontrou nessa votação (PEC 23/2007) atem se posicionado junto à comunidade evangélica 

Na Assembleia Legislativa RJ, são destinados R$ 510,00 (cerca de um salário mínimo) para cada dependente de servidor que esteja estudando. É o auxílio-educação. 

Só que um grupo de deputados descobriu que esse benefício podia ser desviado para seus bolsos. 

O deputado Édino Fonseca é réu num processo criminal no Tribunal de Justiça RJ, denunciado pelo Ministério Público por formação de quadrilha, estelionato e corrupção ativa (nº 2008.065.00003). 

Ele é um dos deputados do escândalo do bolsa-fraude, que resultou num prejuízo de mais de R$ 3 milhões dos cofres públicos 

O deputado Édino Fonseca nomeou o maior número de pessoas de famílias com grande número de filhos, já que quanto o maior número de filhos, maior o número de auxílios-educação. Esse era o critério escolhido por Édino Fonseca para ser nomeado em seu gabinete: ter muitos filhos. E ele conseguiu famílias que totalizavam 58 dependentes, cada um recebendo cerca de um salário mínimo, num total de R$ 31 mil reais por mês! Só que esse dinheiro era desviado para o bolso do deputado Édino Fonseca e jamais era destinado para sua verdadeira finalidade: pagar os estudos das crianças dos servidores nomeados por ele em seu gabinete. 

Édino Fonseca buscava as ‘melhores’ vítimas em regiões carentes do Estado do Rio de Janeiro: São Gonçalo, Cachoeiras de Macacu, Guapimirim e Magé.  A pobreza que aflige milhares de moradores nos municípios de foi o principal combustível usado para garantir a rentabilidade do esquema de contratação de funcionários fantasmas na Alerj. Como garimpeiro à procura de ouro, Édino Fonseca aliciava as ‘melhores’ vítimas.

Ele ‘cadastrava’ as famílias que tinham o maior número de crianças em idade escolar e nomeava um responsável — o pai ou a mãe — em cargos comissionados em seu gabinete. Cada criança rendia mais de R$ 500 reais por mês só de auxílio-educação, fora o salário mensal a que cada vítima tinha direito.
Surgiram até denúncias de que a quadrilha da qual fazia parte o esquema de Édino Fonseca, teria mantido em cárcere privado algumas vítimas do golpe, para que não comparecessem a depoimentos marcados no Conselho de Ética da Alerj. Foi o caso das irmãs Liete e Arlete Martins Conceição. Moradoras da zona rural da Baixada e desempregadas, elas foram encontradas em hotel na cidade onde, se tivessem ido como clientes, teriam que pagar R$ 330 pela diária. Nomeadas sem saber, só foram liberadas depois que policiais militares foram ao hotel.
O gabinete do deputado Edino Fonseca (PR) foi um dos principais focos das fraudes no auxílio-educação pago pela Casa a seus servidores. Documentos a que o jornal O DIA teve acesso com exclusividade mostraram que o deputado nomeou vários funcionários com número grande de filhos. 

No total, esses servidores foram beneficiados com a concessão de 58 auxílios-educação. Boa parte das declarações escolares entregues por eles à Alerj, para comprovar as matrículas dos filhos em escolas particulares, era falsa.
Levantamento feito pela reportagem na documentação de concessão dos benefícios do gabinete de Edino Fonseca, comprovou a existência de oito certificados de matrículas supostamente falsificados, seis deles de um mesmo colégio: Santa Mônica Centro Educacional, de Madureira. Cinco das declarações foram apresentadas por Araci Pereira Roque, nomeada em março de 2007, como auxiliar administrativa. Segundo o colégio, os cinco filhos dela nunca estudaram lá. 

A escola negou ainda que o filho de outro assessor de Edino — o também auxiliar administrativo Robson dos Santos — tenha sido aluno da unidade. Os outros dois certificados suspeitos envolvem o Colégio Saber, de Turiaçu, e foram apresentados por Jucineia Alacrino Theodoro, nomeada em outubro. Um dos papéis atesta a matrícula de um filho dela no 1º ano do Ensino Médio, mas segundo uma funcionária da escola ouvida por O DIA, não havia turma dessa série no educandário.
O deputado Édino Fonseca era um dos recordistas em nomeação de ‘fantasmas’. Seu gabinete no edifício anexo da Assembléia Legislativa do Rio podia ser considerado uma espécie de casa mal-assombrada. Depoimentos das vítimas do esquema revelam que os aliciadores a serviço de Édino Fonseca usavam até uma Kombi para fazer o transporte dos ‘fantasmas’ às agências bancárias, onde eram abertas as contas- salários. No entanto, eles nunca receberam os cartões do banco, e as senhas tinham que ser repassadas aos assessores de Édino Fonseca. A recompensa pelos documentos assinados era de R$ 350 por mês para cada vítima.
“Fui levado junto com outras pessoas numa Kombi até o banco, onde assinei vários papéis porque me disseram que eu tinha direito a uma ajuda de custo para meus filhos. Eles (os aliciadores) ficaram com o cartão e agora me cortaram sem avisar”, contou, inconformado, o padeiro Silvano Corrêa de Araújo, 47 anos.
Nomeado, Silvano foi exonerado sem nunca ter pisado no prédio da Alerj. De acordo informações repassadas por funcionários do Departamento Pessoal da Alerj, ele ocupava um cargo comissionado nível 5, cujo salário passava dos R$ 3 mil. Assim como Silvano, as donas-de-casa Maria Gorete dos Santos Silva, Sandra Santana Montenegro e Tamara Alice Albuquerque Maia, 26 anos, também contaram ter participado do ‘Bonde do Édino” — apelido dado aos grupos de moradores que eram transportados de Kombi pelos aliciadores a serviço do deputado.
“Vocês não podem estar falando sério. Não dá para acreditar que aquelas pessoas foram capazes de nos enganar desta maneira. Estou até meio tonta com essa notícia. Nunca desconfiei que podia estar caindo numa armação. Eles (os aliciadores) pareciam ser tão sérios”, destacou Tamara. Mãe de quatro filhos com idades entre oito meses e 9 anos, ela vive de favor com o marido, que é topiqueiro, na casa do sogro.
O escândalo das nomeações fantasmas estourou depois de denúncias de vítimas do golpe à Delegacia de Defraudações. Processo contra Edino terá relatoria à parte. A filha do deputado Édino Fonseca, Grazielli Loureiro Fonseca, trabalhava como assessora no gabinete de Edson Albertassi (PMDB), relator do processo no Conselho de Ética que avaliou a participação de parlamentares em fraudes na concessão do auxílio-educação. Grazielli ocupava um cargo em comissão de nível 1 no gabinete de Albertassi. 

O Jornal O Globo do dia 07 de março, edição impressa, publicou reportagem citando o deputado Édino Fonseca como denunciado pelo Ministério Público por formação de quadrilha e estelionato.

Processo 0041602-88.2008.8.19.0000 (2008.065.00003)”  – Via E-mail por Eliane de Mattos

Viu Gente, que VV ( Varão Valoroso no meio cristão ), homem de honra! Dignidade! Ficha limpa… como Rio Guandú! Defensor da Família… Corrupta! Estimula o aprendizado… do roubo! É o espelho de Cristo… de cabeça pra baixo! Tem todo o suporte para falar de família… assim como um açougueiro tem suporte pra falar de psicossomática!

Este é o primeiro dos nossos muitos capitulos de: Delícias do Planalto!

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Ativista dos Direitos Humanos (Principalmente LGBTs ); Teólogo;Homeopata; Psicanalista, especialista em Sexualidade Humana, Filosofia, Sociologia;Blogueiro.

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