Homofobia Basta!

Aos que não aceitam a homossexualidade de forma alguma!

Posted on: 9 de junho de 2011

De fato, vemos pessoas que por mais e mais que mostremos não enxergam mesmo que com dados que mostrem fatores neurológicos, endócrinos, genéticos, inerentes a escolha, prédisponiveis, preferem se fazer de cego ao enxergarem que a homossexualidade é algo normal!

Ok, proponho a vocês que não encarem como normal, mas que respeitem a nossa “anormalidade”, como um dia vocês encaram os negros como anormais, as mulheres como inferiores, os índios como sub-classes e etc… hoje todos estão em patamar de igualdade, menos os homossexuais… isso vai contra a Bíblia e vocês sabem, mas vocês tem medo, tem medo de se sentirem como nós, medo de gostarem do que gostamos, medo de sofrer o que sofremos… Na época de Stalin, afirma Borrillo, “para a ideologia comunista, a homossexualidade devia ser tratada como um fenômeno político, resultante da decomposição moral própria ao sistema capitalista.” Mas que na Alemanha nazista, “na mesma época, um plano de perseguição e de extermínio dos homossexuais”, os equiparava aos comunistas. Na sociedade atual “ser homem implica menosprezar as mulheres e detestar os homossexuais”, diz ele, “porque a homofobia permite recalcar o medo enrustido do desejo homossexual.”.

Então leiam o Texto do Psiquiatra e Psicanalista casado com uma mulher e cristão de uma igreja evangélica comum!

Psicanálise, Homossexualidade e Espiritualidade

Publicado por Patricia em 25/2/09 (1003 leituras)

José Del-Fraro Filho
Psiquiatra Psicanalista

Mitos, julgamentos, preconceitos, estigmas, paixões proibidas, reivindicações de direitos desenharam e desenham o rosto da história da homossexualidade ao longo dos tempos. A sexualidade humana com suas vicissitudes sempre despertou interesse, fascínio e emoções contraditórias.

O advento da psicanálise no final do século XIX e início do século XX coloca a sexualidade humana no foco das preocupações e amplia enormemente o seu conhecimento. Ela vem revelar que grande parte de nossa sexualidade e sua estruturação é forjada na infância, suas raízes estruturantes são inconscientes e, portanto, os mecanismos que a engendram desconhecidos de nossa consciência. Apenas recebemos em nossa mente consciente os seus efeitos, seus impactos e não podemos escolher livre e racionalmente nossas preferências sexuais e amorosas. Em parte, devido ao inconsciente, somos escolhidos por nossa sexualidade e não sabemos com clareza sobre as motivações que nos conduzem aos relacionamentos. Isso se aplica a todas as esferas: nossas amizades, escolhas profissionais, nossos desafetos e principalmente quem vamos amar e desejar genitalmente. É verdade que não somos marionetes, fantoches de nossos inconscientes, o ego consciente e pré- consciente apresentam recursos de discernimento entre o bem e o mal e é dotado de inteligência. Porém, negar o impacto e a atuação de nossa infância esquecida e recalcada em nossas vidas atuais, é como que enxergar apenas a superfície do mar e se esquecer da imensa vida escondida em suas profundezas.

Muitos de nós julgamos o próximo pela aparência ou pelo fenômeno que observamos num corte transversal. Esquecemos de analisar um fato ou vivência pela profundidade de fenômenos psíquicos, sociais, antropológicos, teológicos que ele pode conter. Julgamos muitas vezes o efeito sem aprofundarmos aquilo que o engendrou. Uma psicanálise é lenta, demorada, sofrida porque é a ciência que disseca, analisa e vem conferir elaborações a essas estruturações, a esse complexo labirinto ou quebra-cabeça chinês que é a mente humana.

Desde o nascimento até a velhice, o sujeito se encontra em uma luta visceral entre seu desejo de colocar fim às tensões que o viver exige(lado destrutivo ou pulsões de morte) e seu ardente desejo de viver, construir, amar e ser amado pelos outros, prolongando a vida(Eros, Sexualidade, Pulsões de vida). As duas pulsões encontram-se fusionadas a maior parte das vezes e nos comportamentos humanos, quando analisados em profundidade, percebemos atuar as duas tendências principais da mente. A fim de evitar a angústia que esse conflito básico provoca no mundo interno e baseados nas vivências que o bebê vai tendo com as pessoas significativas de sua infância., a criança vai formando fantasias, representações e mecanismos de defesa contra essa angústia fundamental entre Eros(Sexualidade) e Tânatos(Destrutividade).

Devido à história única de cada sujeito, os arranjos formados são singulares também. Assim, ser obsessivo–compulsivo, histérico, fóbico, psicopata, perverso, psicótico, heterossexual, homossexual são apenas constelações, denominações ou resultados de uma longa luta que cada sujeito trava no seu íntimo com suas angústias. Sempre, porém, seu conflito maior será entre o desejo de viver e o desejo de por fim às tensões. Os cuidados e o amor dos pais e depois da sociedade mitigam a destrutividade inata e fortalecem as pulsões de vida, a sexualidade e Eros, fortalecendo a saúde mental.

Quanto à homossexualidade, Freud deixa claro que todos nós temos essa corrente da sexualidade em nossos inconscientes e que boa parte dessa energia ligada à homossexualidade foi utilizada em nossa mente consciente para nossas sublimações e nossas calorosas amizades, principalmente com pessoas do mesmo sexo.

Porém, numa minoria de pessoas, por motivações inconscientes diversas a corrente homoerótica entra na consciência em forma de desejo sexual genital e toma o mesmo sexo como objeto de amor.

Para as ciências (Psiquiatria- Psicanálise- Psicologia) a homossexualidade não é um distúrbio e muito menos uma doença. Sua base genética é incerta e muitas de suas motivações psicológicas têm uma origem inconsciente, assim como na constituição da heterossexualidade. Em ambas as formas de sexualidade (Hetero ou Homo) e relações onde ora a destrutividade, ora o amor predomina.

Vejamos as principais motivações psicológicas na gênese da homossexualidade masculina:

01-Identificação primária do bebê com a mãe
É universal, porém intensa e prolongada nesses casos. As angústias de engolfamento e de separação se intensificam dessa forma, levando a uma acentuação das fantasias idealizantes e paranóides quanto à mãe.

02-Dificuldades de identificação com o pai
Em quase todas as versões do pai aparecem elementos que dificultam a identificação com ele: a imagem masculina está denegrida e/ou inatingível (idealizações).

03-Angústia de castração
Excesso de imaginarização da castração.
Se o menino tem como imagem predominante da mãe o engolfamento narcísico e não encontra no pai uma identificação que o auxilia na elaboração da diferença sexual percebida, o caminho para a simbolização das vivências edípicas clássicas e da castração se torna obstaculizado.

04-Édipo invertido fortalecido.
Na triangulação amorosa e agressiva que todo menino faz com os pais, os desejos amorosos pelo pai e os desejos agressivos pela mãe podem predominar. Isso faria parte do Édipo invertido. No Édipo clássico os desejos amorosos se direcionam para o sexo oposto e os agressivos na rivalidade para com o mesmo sexo. Em todas as pessoas existem ambos: o clássico e o invertido. Em muitos homossexuais, o invertido predomina.

05-Há, em alguns casos, uma forte identificação com o pai, porém o menino a recalca pelas dificuldades que acarretarão, caso venham à tona.
Possíveis motivações inconscientes para tal: exemplo: evitação de se rivalizar com um pai muito temido ou muito amado do Édipo invertido.

06- O desejo inconsciente dos pais
Influencia na “escolha” de objeto homossexual. Em alguns casos, no inconsciente da mãe é muito difícil ter um filho homem naquele momento específico, devido à sua própria história infantil ou atual.
O pai do menino poderá inconscientemente encará-lo como um rival perigoso demais ou devido à sua própria homossexualidade latente, transmitir um amor homossexual que é captado pelo inconsciente do filho.

07-O relacionamento dos pais, o casamento convencional heterossexual, a família no inconsciente do homossexual
A homossexualidade pode funcionar como alternativa de relação, onde casamentos fracassados, infelizes imperam e povoam a mente do menino. Ela pode ser exercida como uma forma de sexualidade que denuncia ou contesta agressões e infelicidade dos pais. O menino busca, sem saber, uma via alternativa para não viver na pele o que os pais vivenciaram entre si.
Em alguns casos, o filho homossexual desvia para si todas as atenções, tentando salvaguardar os membros da família de suas próprias dificuldades emocionais.

08-Fatos reais (não fantasiados) e Homossexualidade.
Em muitos casos houve na infância cenas de homossexualidade genital real com adultos ou crianças do mesmo sexo, com fixação do prazer e/ou traumas. Em alguns casos houve ameaça real de castração por parte de adultos significativos para a criança.

Possíveis desdobramentos ou imagens inconscientes da mulher para o homossexual.

A mulher é percebida muitas vezes em polaridades que se estendem da santa venerada, vítima das grosserias masculinas ao pólo oposto da bruxa traiçoeira: má, invasiva, chata, dominadora, fria ou pegajosa. Logo: pouco afeitas como objeto de amor genital.

Possíveis imagens corporais inconscientes de si mesmo

Geralmente vai se delineando na análise como franzino, fraco, pouco viril, feio ou bonito como uma menina. Raramente forte e viril como os homens.

Possíveis desdobramentos ou imagens inconscientes da mãe:

.Menino percebe dificuldades abertas ou implícitas da mãe com o sexo oposto (marido, pai, homens). Muitas vezes esse filho é um aliado, visto como “assexuado” por ela.
.Dificuldades em exercer o papel materno em alguns dos seguintes pontos: superproteção e excesso de ilusão (dificulta a entrada de um terceiro na relação) ou dificuldades em se identificar com as demandas do filho(uma das razões do incremento da inveja e rivalidade à mulher).
.Desejo inconsciente de que esse filho fosse mulher ou não se identificasse ao pai ou que ele fosse somente dela.
.Filho superinvestido em sua completude imaginária. Para Freud, muitos homossexuais tiveram uma intensa e longa ligação com a mãe e após a separação se identificaram ao objeto perdido (mãe) e o parceiro da vida adulta seria um substituto dele mesmo, recebendo o amor dessa mãe.

O relacionamento homossexual pode funcionar, em alguns casos, como um grande alívio ao desejo incestuoso do menino em relação à sua mãe. Nesses casos, a criança teve a difícil tarefa de se autoproibir o incesto através da parte sadia da personalidade materna, que introjetou a proibição social desse ato. A relação com a mãe foi intensa e prolongada. O pai pode não ter sido modelo suficientemente bom de identificação e interventor da relação dual mãe e filho. O menino recalca (reprime) ou cinde o desejo incestuoso pela mãe sem quase nenhum auxílio do pai. Na idade adulta, o homossexualismo é uma das possíveis saídas para que essa criança possa reviver o relacionamento mãe-filho, sentir alívio quanto ao incesto e à conseqüente culpa. Além disso, o homossexual pode buscar no companheiro um pai, um homem masculino “forte e viril”, na tentativa inconsciente de se identificar a ele e se sentir menos ameaçado quanto ao incesto. Caso o parceiro esteja na mesma busca, pode ocorrer a separação e contínua repetição da situação dessa busca.

O medo do incesto não pode ser dirimido substituindo-se a mãe por outra mulher. Para que isso ocorra, é necessário que o pai ou substituto o reconheça como um menino que merece presença forte (para a identificação masculina) e intervenção não somente para a rivalidade, mas principalmente para dois alívios fundamentais: o do incesto e o da impotência, pois o menino “sente” que não apresenta condições fisiológicas e emocionais para o ato genital. O pai interventor passa “uma procuração” (Winnicott) ao menino de que, ao passar pela Adolescência e Idade Adulta, poderá ser tão potente quanto ele e encontrará uma substituta, uma outra mulher para amar e se relacionar genitalmente. Como o pai desses homossexuais não foi modelo identificatório e interventor do incesto imaginário e do alívio da impotência o suficiente, o caminho do menino quanto à heterossexualidade fica obstaculizado. A mulher pode sempre representar não somente a ameaça do incesto, mas também da impotência do estágio Edípico de seu Amadurecimento. Logo, o substituto para o amor e o sexo não poderá ser uma substituta da mãe, uma outra mulher, mas alguém do mesmo sexo. Porém, no inconsciente, o menino continua ligado à mãe, tendo-a como a única mulher de sua vida, e, assim, sente-se constantemente ameaçado, não somente pela angústia da castração, mas pela angústia do incesto e, paradoxalmente, da impotência quanto ao ato sexual com ela. Ele será sempre da mãe, porém de mulher alguma.

Para o psicanalista winnicottiano Ricardo Rodolfo, o menino, na Fase Edípica, somente apresenta desejo de matar, aniquilar o pai, nos casos patológicos: “costumamos confundir rivalidade, ressentimento, raiva, com ódio assassino…”

No caso dos meninos que tiveram uma intimidade excessiva com suas mães, qualquer sinal de intervenção retardada do pai, geralmente violenta, poderá ser vivida com ódio tão forte que a criança não consegue percebê-la como fundamental. Além disso, nos casos de homossexuais em que o pai foi mais maternal que paternal, o menino se apropriará disso não como possibilidade de intervenção no incesto com a mãe, mas como reforço da angústia do ato incestuoso, além de abertura de possibilidade para a dimensão homossexual.

O que percebemos nesses casos é que o menino apresenta a mãe como objeto de amor e de terror, estando, na verdade, a meio caminho da heterossexualidade. A outra metade do caminho foi obstaculizada e a homossexuadade é a denúncia e a solução encontrada diante de suas angústias. Esses casos são bem diferentes de homossexuais que não apresentam no inconsciente a mãe como objeto de amor predominante, pois não conseguiram sequer se separar dela como unidade diferenciada. Estes últimos, pela Teoria do Amadurecimento Humano de Winnicott, são casos de psicose, não pelo homossexualismo, mas pelo déficit de cuidados ao bebê. Caso a pessoa procure o analista, não será a identidade sexual sua questão principal, mas suas descontinuidades de ser, a ameaça na identidade existencial, por sua luta pela sobrevivência psíquica diante das angústias impensáveis. A sexualidade, “hetero” “ou “homo”, será vivenciada devido à falta de coesão básica do ego, como algo disruptivo, corpo estranho a perseguir o frágil eu. 

Na maior parte dos casos, vários fatores acima mencionados atuam no fortalecimento dessa dimensão da sexualidade.

Possíveis desdobramentos ou imagens inconscientes do pai:

.Omisso, ausente, distante, pouco participativo no cotidiano, fraco diante da mãe ou da vida ou para entrar efetivamente na simbiose mãe- filho.
.Encarna a lei(pai terrível), violento com a mãe e/ou com o filho. Alguns pais são pouco admirados por esses meninos.
.Pai internalizado de maneira idealizada (impossível do menino atingir ou de superar).
. “Feminilização” do filho por ciúmes da relação mãe- filho (um irmão pode acentuar ou atuar nesse lugar).
.Pai que “elege” esse filho como objeto de amor para inconscientemente viver sua própria homossexualidade, contribuindo para o fortalecimento do Édipo invertido do filho e/ou por estar infeliz no casamento.

Em quase todas as versões do pai aparecem elementos que dificultam a identificação com ele.

Obviamente cada caso é único e não precisa haver todos os fatores.

Na homossexualidade feminina posso enumerar alguns fatores como:

.O desejo inconsciente dos pais quanto ao sexo da menina, assim como nos meninos.
.As experiências sexuais reais na infância.
.Uma intensa e prolongada relação com a mãe, onde o pai está desqualificado como objeto de amor.
.Uma intensa inveja do pênis, incrementada por forte rivalidade com o sexo masculino que muitas vezes desapontou a menina e a mãe. A menina passa a disputar com o pai ou irmão o amor da mãe, se identificando com o sexo masculino. O Édipo invertido pode se encontrar poderosamente atuante.

Mediante tudo o que foi dito é absurdo julgarmos ou condenarmos tamanha complexidade de emoções e caminhos que podem passar e ultrapassar as pessoas.

Uma psicanálise ajudaria esses sujeitos a tomarem consciência e elaborar essas inúmeras variáveis. Assim poderão ampliar, em alguns casos, e fortalecer suas heterossexualidades e em outros lidar de forma mais integrada(amar, sublimar)com suas homossexualidades. Em ambos os desdobramentos possíveis nunca negar sua dimensão homossexual.

O preconceito social quanto à homossexualidade é introjetado e pode estar inconsciente no próprio homossexual, causando-lhe muitos danos. A psicanálise não se presta à conversão de sexualidades menos aceitas socialmente. Sua ética é não julgar, não condenar, não escolher para o outro, mas acolher, escutar, explorar o inconsciente auxiliando as pessoas a se integrarem, mitigando suas angústias e o desejo de destruir (TÂNATOS), fortalecendo o desejo de viver (EROS).

Jesus jamais julgou qualquer ser humano, ia além das aparências e navegava em águas mais profundas atingindo não só a razão, mas o coração e a história das pessoas. Queria colocar no colo todos os excluídos e todas as pessoas. Quem as julga, na verdade, está com medo de seu próprio inconsciente. Precisamos nos livrar dos preconceitos para amarmos as pessoas no que elas são e o que são diz de uma estratégia inconsciente de sobrevivência psíquica (hetero ou homossexuais). Não podemos desautorizar ou criticar aquilo que o outro às duras penas e com muito sofrimento encontrou como parte de sua identidade. E Jesus é mestre nessas lições de vida e não enxergava com os nossos olhos. Fico pensando na carta aos coríntios, onde Paulo diz que agora enxergamos em espelho, mas que depois enxergaremos face a face. Todo arranjo psíquico, todo desejo, sentimento, fantasia, ato humano é baseado em espelho: no outro ser humano que participa na construção de nossa imagem. Assim nada é pleno, totalmente perfeito, satisfatório, pois somos frutos desse jogo de introjeção e projeção que constitui o aparelho psíquico e as relações.

Haverá um dia em que o espelho será quebrado e não será o fim, mas graça e júbilo de sermos vistos e de enxergarmos tudo com a claridade estonteante que só os olhos de Deus irradiam. Livres da luta entre o bem e o mal e de toda angústia, o outro será só vida, nós seremos só vida, pois estaremos totalmente integrados e ressuscitados no Bem e Vida absolutos: Deus. 

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O Autor

Ativista dos Direitos Humanos (Principalmente LGBTs ); Teólogo;Homeopata; Psicanalista, especialista em Sexualidade Humana, Filosofia, Sociologia;Blogueiro.

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