Homofobia Basta!

Aos palhaços homossexuais!

Posted on: 4 de junho de 2011

Isso mesmo! Aos palhaços homossexuais! 

Quem pensa que eu sou baba ovo ta enganado, quem pensa que eu passo a mão na cabeça de quem é da minha “classe” só por ser com atitudes erradas erra também, não sou mesmo… Vejo este blog com cerca de 4 mil acessos  diários e com certeza em suma maioria acessado por LGBTs e vejo que a maioria mal se da o trabalho de divulgar ou ao mesmo clicar pra assinar uma petição ao favor da uma lei ( sei que alguns LGBTs são contra, porém a maioria é a favor ), ou para enviar uma msg de apoio a uma família que acaba de perder sua família, ou aperta o botão esquerdo do mouse pra twittar pra contabilizar pra mandar em números pra família de um jovem assassinado vítima de homofobia… Eu até entendo.. Entendo que isso é uma idiotice, uma auto-idiotice, uma idiotice consciente que se passa assim: “Quem sou eu? Só mais um tolo querendo mudar o mundo? Já tem gente o suficiente fazendo isso!”. Vai nessa que o Brasil vai crescendo… crescendo em Homofobia… Este Pensamento mata! O Silêncio MATA! E nada mais, nada menos melhor do que demonstrar isso através da música e da história, hoje sem dúvida conhecem a história dessas duas mulheres, mas antes, não conheciam… 

 

Carrie Marie Underwood (Muskogee, Oklahoma, 10 de Março de 1983)[1] é uma cantora americana, vencedora da quarta temporada do programaAmerican Idol, em 2005.[2]

Desde então, tornou-se uma multi-platinada cantora, um membro do Grand Ole Opry, emplacou 13 singles em #1 na Billboard (sendo 10 na Hot Country Songs e 1 na Hot 100 Songs); e acumula vários prêmios, dentre eles: 5 Grammy Awards, 16 Billboard Music Awards, 11 Academy of Country Music (ACM) Awards, 6 People’s Choice Awards e 6 American Music Awards. Ela é a primeira e única mulher na História da Country Music a ganhar duas vezes o prêmio de Entertainer of the Year no ACM Awards (2009/ 2010).[3]

Seu álbum de estreia, Some Hearts, vendeu 8 milhões cópias no mundo, sendo 7x certificado com Platina nos Estados Unidos e o mais rápido e mais vendido álbum de estreia da história da Música Country e da Nielsen SoundScan.[4][5] O álbum inclui três canções que alcançaram o 1º lugar na Hot Country Songs da Billboard nos Estados Unidos e no Canadá: “Jesus, Take the Wheel”,[6] “Wasted”,[6] “Before He Cheats” (seu maior hit até agora)[6] e “Don’t Forget To Remember Me”, que chegou a #2 na mesma parada e #1 no Mediabase.[6] “Inside Your Heaven” foi o primeiro single a alcançar o topo da Billboard Hot 100.[7] Em dezembro de 2009, Some Hearts foi eleito pela Billboard o Melhor Álbum Country da Década e, também, o Álbum Country Mais Vendido da Década.[8]

Carnival Ride, seu segundo álbum, lançado a 23 de Outubro de 2007, já vendeu mais de 3,1 milhões de cópias, só nos Estados Unidos, e 4 milhões no mundo.[9] Desse álbum, saíram os hits “So Small”, “All-American Girl”, “Last Name”, “Just A Dream”, que chegaram a #1 na Hot Country Songs da Billboard, e o dueto com Randy Travis em “I Told You So”, que chegou a #2 na mesma parada e #1 no Mediabase.

Seu terceiro álbum de estúdio, Play On, lançado em novembro de 2009, já vendeu cerca de 2,5 milhões de cópias no mundo e emplacou, também, três músicas em 1º lugar na Hot Country Songs, “Cowboy Casanova”, “Temporary Home” e “Undo It”, e uma música em #2 na mesma parada, “Mama’s Song”.

Carrie já vendeu mundialmente 16 milhões de álbuns e mais de 20 milhões de singles digitais.[10] Com mais de 12,3 milhões de cópias e mais de 18,5 milhões de faixas de álbuns vendidas nos Estados Unidos e, ainda, com $66 milhões de Dólares arrecadados em turnês, ela é a vencedora do American Idol Mais Bem Sucedida.[11][12] 

História

Nascida no Muskogee Regional Medical Center (em Muskogee – Oklahoma/EUA), cresceu na fazenda de seus pais, em Checotah – Oklahoma/EUA. É a terceira filha e a mais nova, de Stephen e Carole Underwood. Tem duas irmãs mais velhas, Shanna, nascida em 1970 e Stephanie, em 1973. Cantou no show de talentos do Robbins Memorial, na sua infância. Ela é um membro da igreja Free Will Baptist. Ainda pequena, cantava na igreja e no Lion’s Club. Em seus 13 anos, em 1996, seu agente tentou um contrato para gravar um álbum na Capitol Records. No entanto, algumas coisas mudaram dentro da gravadora e o disco nunca foi realizado.

Depois de fazer o colegial, em 2001, ela foi para a universidade de Northeastern em Tahlequah, onde se formou em comunicação e jornalismo. Durante dois anos, no verão, fazia performances no show de Northeastern’s Downtown Country. Ela também competiu com várias garotas na universidade e foi escolhida como Miss NSU runner-up em 2004.

Grammy Awards

No dia 11 de fevereiro de 2007, na cerimônia do 49º Grammy Awards, Underwood ganhou os 2 Grammys a que estava indicada: Melhor Artista Revelação (Best New Artist) e Melhor Performance Vocal Feminina de Country (por “Jesus, Take The Wheel”). Durante o evento, ela cantou a música “Desperado”, em homenagem a Don Henley da banda The Eagles, e “New San Antonio Rose” com a banda Rascal Flatts. Ao ganhar o Grammy de “Melhor Artista Revelação”, Carrie tornou-se a primeira vencedora do American Idol a ser indicada e a ganhar tal categoria e a primeira artista Country a ganhar o prêmio em 10 anos; a última e primeira a ganhar havia sido LeAnn Rimes, em 1997.

Carrie performando em um dos shows de sua turnê de 2007.

No 50º Grammy Awards, realizado dia 10 de fevereiro de 2008, Carrie ganhou novamente o Grammy de Melhor Performance Vocal Feminina de Country, pelo seu hit “Before He Cheats”. Na cerimônia, ela cantou tal música com um final com notas vocais maiores. Underwood também havia sido indicada na categoria “Melhor Colaboração Country com Vocais”, pelo dueto com Brad Paisley em “Oh, Love”.

Em 8 de fevereiro de 2009, no 51º Grammy Awards, ganhou pela 3ª vez consecutiva o Grammy na categoria Melhor Performance Feminina de Country, pela música “Last Name”. Isso faz de Carrie a 2ª mulher com mais Grammys nessa categoria e a 2ª mulher que mais ganhou consecutivamente; ambos os records são de Mary Chapin Carpenter, com 4. No evento, Carrie cantou “Last Name” em parceria com a guitarrista e cantora Orianthi.

No 52º Grammy Awards, realizado dia 31 de janeiro de 2010, Underwood ganhou seu 5º Grammy: Ela ganhou na categoria Melhor Colaboração Country com Vocais, pelo dueto com Randy Travis em “I Told You So”. Carrie também havia sido indicada na categoria “Melhor Performance Vocal Feminina de Country”, por “Just A Dream”. No evento, Underwood juntou-se à Celine Dion, Usher, Jennifer Hudson e Smokey Robinson na homenagem em 3D a Michael Jackson, cantando a música “Earth Song”. O produtor do Grammy, Ken Ehrlich, disse que Michael Jackson “admirava demais Carrie Underwood”, levando-o a convidá-la para tal homenagem.[14]

Entrando para a História da Música Country

Carrie no Academy of Country Music Awards em 2010.

No dia 18 de Abril de 2010, aconteceu o 45º Academy Of Country Music Awards, a maior e mais importante premiação da música Country.

Carrie estava indicada em 6 categorias, dentre elas, a mais importante da noite e do Country, o Entertainer Of The Year. Performou o single “Temporary Home” e foi aplaudida de pé.

Ganhou um prêmio especial, o Triple Crown Award (por já ter ganho os prêmios de Top New Female Vocalist Of The YearTop Female Vocalist Of The Year eEntertainer Of The Year).[15]

Além disso, levou o mais importante prêmio da noite, o Entertainer Of The Year, pela segunda vez consecutiva. Isso faz dela a primeira e única cantora na história do ACM e da música Country a levar o Entertainer Of The Year duas vezes.[16][17][18] Em 2009, também levou o Entertainer Of The Year, tornando-se A Primeira Mulher a Levar o Troféu em 10 Anos.[19] A última a receber esse prêmio havia sido Shania Twain, em 1999.

Recordes na Billboard e na década

Tendo 10 Hits em 1º lugar na Billboard Hot Country Songs, Carrie Underwood está empatada com Reba McEntire como a Artista Country Feminina com Mais Hits em 1º Lugar em tal parada, entre 1990 e agora.[20] Carrie é também a única Artista Country a ter um Hit em 1º lugar na Billboard Hot 100 Songs (todos os gêneros) na década de 2000. Some Hearts, álbum de estreia de Underwood, foi eleito o Melhor Álbum Country da Década pela Billboard.[21] Carrie é a única mulher a aparecer no Top 10 da lista dos Melhores Artistas Country da Década de 2000, ao ficar em #10 na lista feita pela Billboard.[22]

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Alexandra Burke, uma cantora britânica de pop e R&B, lançou um álbum de estúdio, três singles e cinco vídeos de música em relação a gravadoraSony BMG e da sua filial Syco. Burke também foi destaque em dois singles de caridade, “Hero” e “Everybody Hurts”

Burke ganhou proeminência no Reino Unido depois de ter sido uma competidora no The X Factor durante a sua quinta série, vencendo o show em 13 de Dezembro de 2008. O single vencedor, “Hallelujah”, fez dele a maior venda feminina da década no Reino Unido depois de vender mais de 1,2 milhões só no Reino Unido, e o maior concorrente colocado na lista do The X Factor e ganhando Leona Lewis. Seu segundo single, “Bad Boys”, com o rapperAmericano Flo Rida tornou-se seu segundo hit número um na UK Singles Chart. Burke também contou com o single de caridade dos finalistas do The X Factor, um cover de Mariah Carey, “Hero”, que foi também número um no Reino Unido. “Bad Boys” também encontrou o sucesso gráfico limitado naEuropa. Seu álbum de estreia, Overcome, foi lançado em Outubro de 2009 e foi directamente para número um no UK Albums Chart. “Broken Heels” foi lançado como o terceiro single e chegou ao número oito no Reino Unido e número cinco, na Irlanda. O quarto single, “All Night Long”, que apresentaPitbull foi lançado em Maio de 2010 e depois lentamente subindo nas paradas, conseguiu atingir o número quatro no Reino Unido e número um na Irlanda, a marcação do terceiro single solo número um no país de Burke

 

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A moral da história é essas duas mulheres eram pessoas no anonimato, Carrie vivia em uma fazenda e Alexandra no Subúrbio, ambas evangélicas, cantavam em corais da igreja ( Assim como Beyonce, Katy Perry, Avril Lavigne, Amy Lee, Mariah Carey ), pobres, mais talentosas, tinham fé, tinham apoio da família e de amigos, agora pós X-Factor e pós Idols são lindas, mas antes tanto Carrie, quanto Alexandra precisavam de um cabeleleiro urgente e de uma Sibutramina! Mas foram mesmo assim, com outras mulheres lindas competindo com elas, com outras que eram Paris Hiltons da vida, com Grupos musicais já lançados, a história delas parecia já determinadas ao fracasso. Alexandra inclusive chegou a perder, foi desclassificada, mas no ano seguinte tentou novamente! E venceu! Carrie mesmo com tudo pra perder com seu jeito cafona e com a música Country em baixa em todo mundo, se tornou a cantora vencedora do American Idols mais bem sucedida até hoje! Superando inclusive Kelly Clarkson e Alexandra a famosa e talentosa Leona Lewis, ora, ambas venceram pela perseverança e pela vontade! Eles não contavam com o apoio de muitos… O público alvo não delas não era muito, assim como o “público” dos LGBTs não são muitos… Para Lady Gaga, o estouro foi fácil, cantora Pop estoura fácil… Cantora Gospel, Country nos EUA  e U.K vixe… Mesmo assim, elas superaram as “pops”, as “rocks”, as “R.bs”, as “Hip-Hops” e etc… O que eu quero deixar claro aqui, é que com estes dois exemplos, que vocês se empenhem mais em seus trabalhos, em suas divulgações, em suas lutas, em suas marchas, em suas conversas, em seus compartilhamentos! A cada omissão sua, alguém se machuca, alguém morre! Não, não pode! Não mesmo! Façam a parte de vocês!!

Ouçam as músicas das cantoras abaixo e leiam as legendas! Apliquem no contexto que estamos vivendo hoje! Observe a semelhança! E Reaja!

 

1 Response to "Aos palhaços homossexuais!"

Concordo com o sapo que você pagou! É bem verdade que a classe LGBT é bem dividida entre aqueles que militam dão a cara à tapa e aqueles que se escondem em guetos e se escondem a sombra da vergonha e da não aceitação. Se eles não se aceitam a sí mesmos, como podem esperar que a sociedade os aceite?
Inclusive essa noite tive um sonho onde um reporter falava justamente disso, dos LGBTs que se escondem e estam dispostos a qualquer balada, mas em manifestos, abaixos assinados, etc, não comparecem.
Lógico que entendo que muitos temem as famílias, se descobrirem, contudo, nem o mínimo, essas pessoas fazem.
Nossa classe precisa de amor próprio, paixão pela causa. Isso é o que falta para esfregarmos na cara dos fundamentalistas que nós somos brasileiros e merecemos respeito.

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Ativista dos Direitos Humanos (Principalmente LGBTs ); Teólogo;Homeopata; Psicanalista, especialista em Sexualidade Humana, Filosofia, Sociologia;Blogueiro.

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