Homofobia Basta!

Terapia de Reversão Sexual incluiram Lobotomia, Choques e Castração, é desumano!

Posted on: 25 de maio de 2011

Terapia de Reversão Sexual Funciona?

Funciona para destruir vidas.

É com tristeza que vou publicar isto, mas é necessário.

Bom, mesmo com a proibição da prática de tais “terapias” religiosos continuam apregoando ela por ai com testemunhos de “Ex-Gays” e tudo mais, o que é uma mentira.

Psiquiatria.

“Denver, EUA (Dez. 1998) – Foi adotada por voto unânime no encontro de dia 11 e 12 Dezembro do Conselho da Associação Americana de Psiquiatria, uma declaração de posição contra qualquer tipo de tratamento psiquiátrico do tipo terapias “reparativas” ou de “conversão” com o objectivo de mudar a orientação sexual de homossexual para heterossexual.”

A Psicologia.

“Resolução nº 1/1999, do Conselho Federal de Psicologia, estabelece as normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual. A resolução prevê que a atuação profissional não deve abordar a homossexualidade como patologia ou executar “terapias de reversão”, mas sim considerá-la como uma das sexualidades possíveis.”

A Psicanálise.

“Para psicanalistas como Eduardo Losicer, a proposta lembra a eugenia dos nazistas e dos fascistas e estas técnicas de tratamento que consideram o homossexualismo coisa do demônio só podem ser diabólicas.”

Depois de terem sido abolidas essas formas cruéis de tentativas reversão sexual, tem Deputados, Senadores, Pastores e Religiosos fanáticos que querem  a permissão de tal.

Já faz tempo que isso passou, mais pela intenção do Dep. Federal Édino Fonseca, que também é evangélico e pastor, ele propôs um projeto de lei que visa permitir a volta de tais terapias, veja no site Oficial do Governo o que ele disse:

Um projeto em trâmite no Congresso Nacional está deixando a comunidade gay com as plumas atrás da orelha: um homossexual pode, por livre e espontânea vontade, virar heterossexual? Será que um gay ou uma lésbica, depois de um ¿tratamento¿, pode ficar ¿normal¿, tornando-se ex-gay ou ex-lésbica? Pois o deputado Edino Fonseca, do Prona, o partido do Enéias, acredita que sim e diz que existe uma legião de ex-gays e ex-lésbicas que, depois de um processo de reversão sexual, casaram-se e até tiveram filhos. Seria o caso de Carlos Henrique Bertilac, casado há 13 anos com Ruth, pai de uma menina de 11 e hoje diretor do G.A. (Grupo de Amigos), que recupera gays. E tudo isso, segundo ele, com uma vida sexual satisfatória.

Para o deputado evangélico, a reversão sexual é uma questão de dinheiro. Bastaria que o governo financiasse esses centros de orientação para gays que desejassem mudar de condição sexual e o número de homossexuais no país iria diminuir.

“Minha pretensão é socorrer os que não estão conformados com a vida homossexual. Aquelas pessoas que redescobrem que não são homo, mas sim hetero, e entram em crise psicológica  “afirma o deputado. ” Acho que isso é responsabilidade do Estado. Conheço várias pessoas que deixaram de ser homossexuais e se tornaram hetero e que são discriminadas quando dizem que são ex-gays. Eu não acho que a pessoa nasça homossexual, ela adquire a homossexualidade pela influência do meio. E toda a mídia estimula a entrada nesse universo e nada para a saída.”

Agora senhor Deputado, você já pediu desculpas ou já se explicou pro Governo Brasileiro e para os Brasileiros em Geral o que são tais terapias? Ora, eu vou mostrar aqui quais são essas terapias. É DESUMANO!

Alguns dos métodos usados ao longo da história para tentar reverter a homossexualidade1:

Forca

Nas colônias protestantes dos EUA, no século 17, a sociedade era tão puritana que este era o destino de quem cometesse “atos indecentes”.

Prisão

Na Inglaterra, em 1895, Oscar Wilde foi condenado a ficar dois anos presos por seus relacionamentos “antinaturais”.

Hipnose

No fim do século 19, tomou força a teoria de que a homossexualidade era uma doença mental, e deveria ser tratada. Em 1899, um certo Dr. Jonh D. Quackenbos tratava com hipnose não só a homossexualidade como a ninfomania e a masturbação.

Castração

Em 1898, o Instituto Kansas de Doenças Mentais castrou 48 meninos. Certos pacientes buscavam voluntariamente a cirurgia de extração de testículos, acreditando que isso curaria seu desejo sexual.

Choques

Em 1937, em Atlanta, Médicos prometiam que seus pacientes desistiriam do “vício” depois de fazer sessões de eletrochoque.

Aversão

Nos anos 50 na Checoslováquia, pacientes tomavam uma droga indutora de vômito e eram obrigados a ver cenas de homens nus. Depois recebiam uma injeção de testosterona e eram expostos a imagens de mulheres nuas.

Lobotomia

O tratamento foi usado no começo do século 20, até que, em 1959, um relatório do hospital Estadual Pilgrim, em Nova York, avaliou 100 casos e concluiu que os pacientes continuavam homossexuais.

1 revista Superinteressante, edição 207, dezembro de 2004, editora Abril

 Deixe-me explicar 2 de todas essas desumanas tentativas de mudar a orientação sexual de alguém.

Lobotomia, mais apropriadamente chamada leucotomia (já que lobotomia refere-se a cortar as ligações de qualquer lobo cerebral) é uma intervenção cirúrgica no cérebro, onde são seccionadas as vias que ligam os lobos frontais ao tálamo e outras vias frontais associadas. Foi utilizada no passado em casos graves de esquizofrenia e homossexualismo.

dully_icepick450.jpg

Essa é a imagem simples de um Lobotomia leve para uma depressão, os casos empregados em homossexuais é mais desumano ainda. O procedimento se faz com uma lâmina introduzida pelo nariz ou pelos olhos aonde vão até os lobos cerebrais e cortam-o. Muitos ficaram cegos, tiveram hemorragias cerebrais, desenvolveram demência ou morreram.


” A leucotomia ( lobotomia ) foi banida da maior parte dos países onde era praticada. A sua aplicação em grande escala é hoje considerada como um dos episódios mais bárbaros da história da Psiquiatria, sendo comum a sua comparação com a técnica da flebotomia(ou sangria) na história da medicina interna. Hoje em dia, um pequeno número de países ainda realiza procedimentos cirúrgicos semelhantes.   ” – http://scienceblogs.com/neurophilosophy/2007/07/inventing_the_lobotomy.php

Choques: Como aconteceu com a psicocirurgia, a terapia por eletrochoque foi muitas vezes usada de forma polêmica. Em primeiro lugar, ocorreram muitos casos em que o eletrochoque era usado para subjugar e controlar pacientes em hospitais psiquiátricos. Pacientes problemáticos e rebeldes recebiam várias sessões de choque por dia, muitas vezes sem sedação ou imobilização muscular adequadas. O historiador médico David Rothman afirmou em uma reunião de Consenso Clínico do NIH sobre terapia por eletrochoque em 1985: 

“A terapia por eletrochoque se destaca de forma praticamente solitária entre todas as intervenções médicas e cirúrgicas, no sentido em que seu uso impróprio não tinha a meta de curar, mas sim o de controlar pacientes para o benefício da equipe hospitalar”

Na década dos 70, começaram a surgir importantes movimentos contra a psiquiatria institucionalizada, na Europa e particularmente nos EUA. Juntamente com a psicocirurgia, a terapia por eletrochoque foi denunciada pelos partidários dos direitos humanos, e o mais famoso libelo de todos foi um romance escrito em 1962 por Ken Casey, baseado em sua experiência pessoal em um hospital psiquiátrico no Oregon. Intitulado “One Flew Over the Cuckoo’s Nest“, o livro foi posteriormente roteirizado em um filme de grande sucesso, dirigido pelo tcheco Milos Forman, que recebeu no Brasil o título de  “Um Estranho no Ninho “, com o ator Jack Nicholson. Uma exposição desfavorável na imprensa e na TV desembocaram em uma série de processos jurídicos por parte de pacientes envolvidos em abusos da terapia por eletrochoque.

Em meados de 1970, a terapia por eletrochoque estava derrotada como prática terapêutica. Em seu lugar, os psiquiatras passaram a fazer um uso cada vez maior de novas drogas poderosas, tais como a torazina e outros fármacos antidepressivos e antipsicóticos.  Cerebro Mentre

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Infelizmente ainda existem lugares no Brasil aonde tais atrocidades são feitas, claro que ilegalmente, mais são feitas, principalmente como já mostrado por entidade religiosas fanáticas. Isso é cruel, desumano, isto é um pró-nazismo, eu fico pensando até onde o fanatismo religioso leva. cristão que votaram neste homem que propôs tal lei, ideologia nazista? 

A Psiquiatria, a Psicologia, a Psicanálise, A Assistência social e a Pediatria condenam tais terapias e ainda afirmam os danos que se pode causar.

APA (American Psychiatric Association) retirou a homossexualidade do seu “Manual de Diagnóstico e Estatística de Distúrbios Mentais” (DSM) em 1973, depois de rever estudos e provas que revelavam que a homossexualidade não se enquadra nos critérios utilizados na categorização de doenças mentais.

“É muito apropriado que esta posição de oposição às terapias de reversão seja adoptada no 25° aniversário da remoção da homossexualidade da DSM” disse o Dr. Rodrigo Munoz, Presidente da APA. “Não há provas científicas que demonstrem que as terapias de reversão ou de “cura” são eficazes na modificação da orientação sexual de uma pessoa. Há contudo, provas de que este tipo de terapia pode ter resultados destrutivos”. 

Esta posição defende que a terapia de reversão incorre em riscos de causar danos aos seus pacientes ao provocar depressões, ansiedade e comportamentos auto-destrutivos. A APA junta-se à Associação Americana de Psicologia, à Associação Americana de Assistentes Sociais e à Associação Americana de Pediatras na adopção de uma política comum contra as terapias de reversão.

Fonte: “American Psychiatric Association Rebukes Reparative Therapy: Will Mormons Take Notice?”, Affirmation: Gay & Lesbian Mormons in http://www.affirmation.org/article95.htm

 Você deve agora estar se perguntando o que a Pediatria tem com isso.

Estes procedimentos eram aplicados em crianças até de 6 – 7 anos afim de “previnir” a homossexualidade e caso a criança tivesse algum jeito feminino era submetido a tais procedimentos para “curar” uma possível “homossexualismo”

A idéia de que homossexualidade é  doença ainda é da época em que se achava que a terra era plana. Pesquisas científicas feitas nesse sentido deram em resultado negativo e as pesquisas psicológicas da mesma maneira; tanto que os Conselhos Federais de Medicina e Psicologia proibiram desde 1999, qualquer médico ou psiquiatra de tentar curar a homossexualidade. A Associação Americana de Psicologia e o Conselho Americano de Psicologia alertam que tentar curar a homossexualidade não é prática científica nem ética. E que a tentativa de reversão põe em risco a saúde mental da pessoa, e pode causar danos irreversíveis aos pacientes. Pode desencadear alguma doença mental caso o paciente tenha alguma predisposição genética, bem como provocar depressão, baixa auto-estima, síndrome-do-pânico, esquizofrenia e comportamentos autodestrutivos, como uso de drogas, prática de sexo sem segurança, suicídio e etc. o Dr. Rodrigo Muñoz, Presidente da APA (Associação Americana de Psiquiatria) escreveu: “Não há provas científicas que demonstrem que as terapias de reversão ou cura são eficazes na modificação da orientação sexual de uma pessoa. Há contudo, provas de que este tipo de terapia pode ter resultados destrutivos.”

Após rever estudos e provas que mostravam que a homossexualidade não se enquadra nos critérios utilizados para categorizar doenças mentais, a APA retirou do “Manual de Diagnóstico e Estatísticas de Distúrbios Mentais”(DSM) a homossexualidade em 1973. A organização mundial de saúde passou a desconsiderar a homossexualidade como doença desde 1991. 

American Psychiatric Association

“Certamente que a influência da psicanálise foi decisiva nessa virada da psiquiatria. Substituir o significante “perversões” por “parafilias” e eliminar a categoria de homossexualidade tem, pelo menos, o mérito de livrar-se de uma contaminação moralista e discriminatória que dominou soberana todo um saber médico-psiquiátrico, durante tanto tempo. Apraza aos céus que um significante novo engendre novas ideias.” – Psicanálise em curso

A questão da homossexualidade ser uma opção, óbvio que não é, mas mesmo que mostrando, alguns ainda ignoram! 

De fato, é necessário uma explicação para tal controvérsia que é uma falta de informação e lógica.

De certo que a melhor explicação que até hoje conheço é a do Psicólogo Brasileiro Dr. Adriano Facioli é psicólogo pela USP, mestre e doutor em Psicologia pela UnB.

“Esta é uma pergunta muito comum, do senso comum (por isso a coloquei entre aspas), em relação à homossexualidade. Em muitos casos, infelizmente, há pessoas que chegam a afirmar isso de modo categórico.

A homossexualidade é um fetiche da curiosidade de nossa sociedade que praticamente criminaliza esse tipo de orientação. E se a homossexualidade é fetichizada, a homossexualidade masculina o é ao quadrado. E ao verbo “fetichizar” atribuo o sentido de dar um valor excessivo ao que quer que seja. Se fetichiza é porque ressalta demais, valoriza demais. É atenção, curiosidade e xeretice demais em relação ao tema.

As pessoas querem logo a resposta, querem logo saber a causa – como se tudo necessariamente pudesse ser explicado ou determinado por uma única causa. Se nasce assim ou se aprendeu; se é uma condição ou uma escolha.

Mas Freud logo adverte: se a homossexualidade é representada como um mistério, isso também deveria caber à heterossexualidade. Para ele há de se perguntar pela gênese tanto de uma quanto de outra. Pois para a psicanálise todos nascemos, vamos assim dizer, “bissexuais”. A orientação originária é a bissexualidade. A monossexualidade, seja ela hetero ou homo, só se dá com o decorrer do desenvolvimento. Neste sentido, psicanalítico, nascemos bissexuais e aprendemos a ser hetero ou homo.

E o termo aprendizagem, para o senso comum, também adquire alguns sentidos que não os adotados pela Psicologia. Basta dizer que é aprendido, para alguém já logo pensar equivocadamente que deve haver alguém, alguma pessoa que ensina. Para não me estender muito sobre isso, resumo: aprendemos o tempo todo, e o mundo (incluído aí o mundo das coisas) ensina.

Mas ouço muito, da boca de muitas pessoas, inclusive e infelizmente, penso eu, de alguns alunos: “homossexualidade é opção”. Já ouvi até mesmo gays dizendo isso. Penso da seguinte forma: é uma frase muito genérica e vaga para uma questão tão complexa. É tão vaga que pode adquirir diversos sentidos.

Uma vez vi na televisão um gay dizendo isso: “é uma opção, sabe”. Ele se sentia como um paladino da liberdade ao dizer isso. Dizia com gosto, com orgulho que era uma escolha, uma opção.

Há também, e com muito mais freqüência, pessoas conservadoras e machistas que dizem isso. E o sentido subjacente costuma ser: “se escolheu isso, poderia ter escolhido o contrário; sofre preconceito porque quer; seja homem!”. Ou então: sendo opção, logo é safadeza, moda ou falta do que fazer.

E a grande questão é: então o homossexual escolhe isso, ser uma espécie de pária da sociedade? Alguém escolhe isso para sua vida: ser discriminado, diminuído, excluído, maltratado e humilhado? Sim, pois é exatamente assim que os homossexuais são tratados. Se a homossexualidade é uma opção, então completemos a frase: é opção e masoquismo. Pois somente alguém que tem prazer em sofrer é que poderia escolher esta opção.

E mesmos os masoquistas, fique bem claro, nunca o são de modo genérico. Não existe esta história de simplesmente gostar de sofrer. Ninguém é masoquista pra tudo. Pois o masoquismo, em termos comportamentais, muitas vezes nada mais é que efeito da associação entre dois estímulos: um prazeroso e outro doloroso. Masoquistas costumam ter prazer com coisas muito específicas, as quais são exatamente aquelas que foram associadas com alguma forma de prazer muito significativa já vivenciada.

Se a orientação sexual é uma opção, logo as possibilidades são as mesmas para todo mundo. Logo, somos todos, como pretendia Freud, originariamente bissexuais. Eis aí o paradoxo do senso comum: enuncia uma regra que, por implicação lógica, estabelece a bissexualidade como universal, coisa que o próprio senso comum rejeita.

Se a orientação sexual é uma opção, logo existe escolha consciente. E pode se dizer que se trata de algo mais ou menos parecido com, por exemplo, o ato de votar: você vai lá e marca um x. Portanto, chegam a ser ridículas as implicações lógicas que tal bobagem produz.

Porém, continuemos, até o absurdo. Sim, pois todo equívoco desemboca no absurdo.


Primeiro as definições:

1. Homossexualidade é a predominância de atração sexual por pessoas do mesmo sexo.

2. Heterossexualidade é a predominância de atração sexual por pessoas do sexo oposto.

3. Bissexualidade é a atração sexual por pessoas de ambos os sexos, sem a predominância significativa de qualquer orientação.

Se a orientação sexual é uma opção, logo as pessoas escolhem gostar disso ou daquilo, querer isso ou aquilo. E quem é que tem esse poder: escolher do que vai ou não gostar, querer?

Se a orientação sexual é opção, logo há conflito entre alternativas. Senão não haveria opção alguma. Enfim, resumindo: mais uma peça para a coleção gigantesca de besteiras do senso comum”

http://www.redepsi.com.br/portal/modules/soapbox/article.php?articleID=556

 

O Resultado final disto tudo senhores, é nada mais nada menos, que um sofrimento desumano, um incentivo a morte, uma bandeira pro suicídio e uma dor para todos aqueles que convivem com tal aflição.

Proponho a todos que em vez de estigmatizarem a homossexualidade como doença, possessão demoníaca ou imoralidade, passassem a dar ouvidos a ciência e entender que ninguém gosta de sofrer e os que mais sofrem são os homossexuais, mediante a isto toda atitude tomada contra os direitos dos homossexuais é pura manifestação da homofobia!

Por este e por vários outros motivos, você cristão, você homossexual, você cidadão apoie a aprovação da PLC 122 e dê apoio a uma educação sem homofobia, clique nas imagens abaixo para votar!

Por uma educação sem Preconceitos!

Por um Brasil sem preconceitos!

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O Autor

Ativista dos Direitos Humanos (Principalmente LGBTs ); Teólogo;Homeopata; Psicanalista, especialista em Sexualidade Humana, Filosofia, Sociologia;Blogueiro.

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