Homofobia Basta!

Colunista da Veja Reinaldo Azevedo passa vergonha com suas críticas homofóbicas e Ignorância

Posted on: 21 de maio de 2011

Pois é gente, a Homofobia esta em alta, depois dos comentários do Dep. Jair Bolsonaro as pessoas resolveram abrir a boca e comentarem até do que não entendem, a garfe dessa vez foi do Colunista da Veja, Reinaldo Azevedo, que pegou um texto de um Professor Acadêmico com termos de origem científica e tentou através da desinformação confundir a cabeça do povo e deixar a parecer que o material a ser distribuido para jovens apartir dos 14 anos pelo MEC tem como base induzir ao homossexualismo e ainda pro seu próprio down! Ousou dizer “Numa manifestação de rara estupidez, fornecendo munição, inclusive, para a homofobia, escreve, contrariado a hitória, a psicanálise, a psicologia, a biologia, a sociologia, a Lei da Evolução…” se referindo ao Prof. Universitário de Homocultura Leandro Colling

Segue o texto do Prof. Colling.

“O Dia de Combate à Homofobia, 17 de maio, é uma boa data para repensarmos as estratégias que utilizamos para desconstruir os argumentos dos homofóbicos.

Por Leandro Colling, na Folha de S.Paulo

As políticas de afirmação identitária, utilizadas para atacar as opressões contra LGBTTTs (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros), negros e mulheres, para citar apenas alguns grupos, surtiram efeito e por causa delas podemos comemorar algumas conquistas. Mas, ao mesmo tempo, essas políticas são limitadas em alguns aspectos.
Além de afirmar as identidades dos segmentos que representamos, também precisamos problematizar as demais identidades. Por exemplo: LGBTTTs podem, se assim desejarem, problematizar a identidade dos heterossexuais, demonstrando o quanto ela também é uma construção, ou melhor, uma imposição sobre todos.
Assim, em vez de pensarmos que as nossas identidades são naturais, no sentido de que nascemos com elas, iremos verificar que nenhuma identidade é natural, que todos resultamos de construções culturais.
Dessa maneira, a “comunidade” LGBTTT passaria a falar não apenas de si e para si, mas interpelaria mais os heterossexuais, que vivem numa zona de conforto em relação às suas identidades sexuais e de gêneros (aliás, bem diversas entre si).
Para boa parte dos heterossexuais, apenas LGBTTTs têm uma sexualidade construída e problemática, e o que eles/as dizem não tem nada a ver com as suas vidas.
É a inversão dessa lógica que falta fazermos para chamar os heterossexuais para o debate, para que eles percebam que não são tão normais quanto dizem ser.
Ou seja: para combater a homofobia, precisamos denunciar o quanto a heterossexualidade não é uma entre as possíveis orientações sexuais que uma pessoa pode ter.
Ela é a única orientação que todos devem ter. E nós não temos possibilidade de escolha, pois a heterossexualidade é compulsória.
Desde o momento da identificação do sexo do feto, ainda na barriga da mãe, todas as normas sexuais e de gêneros passam a operar sobre o futuro bebê. Ao menor sinal de que a criança não segue as normas, os responsáveis por vigiar os padrões que construímos historicamente, em especial a partir do final do século 18, agem com violência verbal e/ou física.
A violência homofóbica sofrida por LGBTTTs é a prova de que a heterossexualidade não é algo normal e/ou natural. Se assim o fosse, todos seríamos heterossexuais. Mas, como a vida nos mostra, nem todos seguem as normas.
Para executar estratégias políticas que denunciem o quanto a heterossexualidade é compulsória, e de como ela produziu a heteronormatividade (que incide também sobre LGBTTTs que, mesmo não tendo práticas sexuais heterossexuais, se comportam como e aspiram o modelo de vida heterossexual), não podemos apostar apenas em marcos legais e institucionais.
Precisamos desenvolver, simultaneamente, estratégias que lidam mais diretamente com o campo da cultura, a exemplo de ações nas escolas, na mídia e nas artes.
O projeto Escola sem Homofobia, assim, não correria o risco de apenas interessar a professores/as e alunos/as LGBTTTs. Nesse processo, comunicadores e artistas também poderiam servir como excelentes sensibilizadores para que tenhamos uma sociedade que realmente respeita a diversidade. E a festeja como uma das grandes riquezas da humanidade”17/05/2011″

Reinaldo Azevedo insatisfeito com sua homofobia possivelmente  interiorizada tentou rebater o comentário do Prof. Colling, tentando-o ridicularizar… Mais foi de mal a pior…

As Barbies lésbicas e os dois Kens na banheira. Ou: Professor de “homocultura” quer “desnaturalizar a heterossexualidade” e revela real objetivo do “kit gay” nas escolas “

Bonecas adequadas à pré-escola não-heteronormativa: Barbie com Barbie

Então… Aí o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), com aquele seu estilo muito característico, diz que a militância gay  quer ensinar “gayzismo” para as crianças, e os progressistas ficam todos arrepiados, acusando-o de “reducionista”, “reacionário”, sei lá o quê. Nota à margem: militante gay é tão sinônimo de “homossexual” quanto um sindicalista da CUT é sinônimo de trabalhador, e chefão do MST, de homem do campo. Entenderam?

A Folha de hoje traz um artigo espantoso, escrito por um certo “Leandro Colling”, identificado como “professor da Universidade Federal da Bahia, presidente da Associação Brasileira de Estudos da Homocultura e membro do Conselho Nacional LGBT”. Será professor de quê?

Leandro deixa claro o seu propósito: ele não quer apenas a afirmação das “identidades” sexuais “LGBTTs”, WXYZ, XPTO… Nada disso! Ele também quer “problematizar” as demais identidades, compreenderam? Em particular, seu texto deixa claro, ele quer “problematizar a heterossexualidade” para discutir a “heteronormatividade”. Ele acha que os heterossexuais vivem na “zona de conforto”. Certo! Leandro é do tipo que acredita que ninguém pode estar em paz com a sua sexualidade, especialmente se for hétero… Santo Deus!

Numa manifestação de rara estupidez, fornecendo munição, inclusive, para a homofobia, escreve, contrariado a hitória, a psicanálise, a psicologia, a biologia, a sociologia, a Lei da Evolução…
“Ela [heterossexualidade] é a única orientação que todos devem ter. E nós não temos possibilidade de escolha, pois a heterossexualidade é compulsória. Desde o momento da identificação do sexo do feto, ainda na barriga da mãe, todas as normas sexuais e de gêneros passam a operar sobre o futuro bebê. Ao menor sinal de que a criança não segue as normas, os responsáveis por vigiar os padrões que construímos historicamente, em especial a partir do final do século 18, agem com violência verbal e/ou física. A violência homofóbica sofrida por LGBTTTs é a prova de que a heterossexualidade não é algo normal e/ou natural. Se assim o fosse, todos seríamos heterossexuais. Mas, como a vida nos mostra, nem todos seguem as normas.”

Se bem entendi, as grávidas também terão de ser vigiadas. Tão logo o ultrassom aponte o sexo do bebê, os pais dos meninos comprarão roupinha cor-de-rosa para contestar a “heteronormatividade”, e os das meninas, azul. Assim que o Júnior nascer (o nome será proibido), ganha uma boneca, que não será “heteronormativa” nem “louronormativa”. Que tal uma cafuza ou mameluca, vestida com as roupas do Ken? Num raciocínio de rara delinqüência intelectual, ele conclui que, se a heterossexualidade fosse normal e/ou natural, não haveria homossexuais… E ele é professor universitário!!! É… Nas outras espécies animais, não se debate outra coisa: como acabar com a heteronormatividade dos cães, dos golfinhos, dos gatos e  dos pica-paus…

Em vez de futebol heternormativo, os meninos brincarão de luta de “Kens” na banheira. Bonecos para o Jardim II…

Kit gay

É o militante quem confessa, com todas as letras, qual é o objetivo do kit gay preparado pelo MEC:
“Precisamos desenvolver, simultaneamente, estratégias que lidam mais diretamente com o campo da cultura, a exemplo de ações nas escolas, na mídia e nas artes.
O projeto Escola sem Homofobia, assim, não correria o risco de apenas interessar a professores/as e alunos/as LGBTTTs.”

Entenderam? O kit gay é mesmo para patrulhar as crianças que correm “o risco” de cair na “heternormatividade”… A “vitória” no STF foi só o primeiro passo. O segundo é aprovar a chamada lei que criminaliza a homofobia, fazendo da “questão de gênero” um tema de polícia. E a terceira é levar o proselitismo “homoafetivo” para as escolas. Colling esclarece, e devemos confiar no que ele diz porque é militante da causa: não é para provar que todos somos iguais perante a lei: é para tirar os heterossexuais da “zona do conforto”. Como poderia dizer o ministro Ayres Britto, ele acha que os héteros ainda não pensaram suficientemente o seu “regalo”, o seu “bônus”, o seu “plus a mais”… Agora estou entendendo melhor aquele livro aprovado pelo MEC! A língua portuguesa considerada culta é a heteronormatividade da gramática. O próximo passo é acabar com a aritmético-normatividade, a geométrico-normatividade e a científico-normatividade.

Está tudo aí, senhores parlamentares! Decidam!”

Por favor, comentem com o bom senso e a sabedoria que faltam ao tal Colling. O problema desse rapaz não é ser gay, é óbvio! Seu problema é ser, antes de qualquer outra coisa, muito pouco inteligente e muito pouco informado a respeito das coisas sobre as quais escreve. Em outros tempos, consideraria  espantoso o fato de ele ser professor universitário. Hoje em dia, acho até muito explicável.*

Por Reinaldo Azevedo.”

Em seu Blog

Mais, em meio a tão rídicula argumentação, especialistas resolveram comentar e sabe o que aconteceu? O Colunista Reinaldo Azevedo recusou os comentários, pois a opnião dos especialistas deixou ele na encruzilhada da ignorância, sem ter porte e suporte pra responder os especialistas, resolveu não aceitar os comentários e ficar por isso mesmo…

Mais vamos a bibliodesgrafia do Colunista:

Obs: Não consulte o wikipédia para conhecer a índole do indivíduo, não é confiável

Conhecido pelas suas críticas compulsórias a Lula e seu governo, já caiu em contradição trocentas vezes, por tal fato ele some do debate para não cair ao ridículo e reaparece quando o bem entender ( na fase maníaca do transtorno?!) 

Sempre tenta marginalizar os menos favorecidos, em certa ocasião o complexado disse: 

Reinaldo Azevedo – “Que coisa formidável! Estamos diante da defesa de uma nova forma de apartheid, um dos refúgios do “pensamento” da esquerda contemporânea. Se a tentativa de ver a “cultura da periferia” como um sistema com valores próprios é só coisa de gente de miolo mole, uma banalidade, essa visão “preservacionista” da civilização da miséria pode assumir uma face cruel quando o assunto é, por exemplo, segurança pública.”

 Adriano Senkevics – “No trecho, ele se refere às favelas, morros e periferias no geral, como uma região de barbárie, onde não há cultura nem civilização. Aqueles que entram nas periferias e conhecem um pouco de seus costumes, como faz a apresentadora Regina Case, são, para Reinaldo Azevedo, os “antropólogos da maldade” e apenas perpetuam para que a miséria seja vista como algo legítimo. Leia mais um trecho”:

Reinaldo Azevedo – “A periferia e o morro não são o centro. Continuarão a ser o morro e a periferia, e seus “valores” particulares não são senão a manifestação de uma utopia regressiva de basbaques ideológicas que imaginam converter um dia a linguagem da violência em resistência política. Aquela gente não é o “outro”. Aquela gente somos nós, só que “sem fé, sem lei e sem rei”: sem esperança, sem estado e sem governo.”

Adriano Senkevics  – Fiquei indignado com seus depoimentos, pautados por uma lógica elitista de supressão cultural. O jornalista vê apenas legitimidade na cultura dos grandes salões, dos empresários, dos homens ricos, privilegiados, da classe que tem onde morar, daqueles que têm condições de crescer e que possuem oportunidades na vida.

Embora eu não goste de funk, hip hop ou rap, porque acho musicalmente uma droga, e também repudio a pichação de ruas, não posso negar que é a forma de expressão de um grupo no meio do nosso país cosmopolita. A periferia tem uma cultura. Uma cultura cultivada dentro do cotidiano de seus moradores. Chega a ser fascista o depoimento de Azevedo, chamando todos de selvagens.”

A Crítica é de Adriano Senkevics no post “Reinaldo Azevedo e sua infantilidade ideológica.” ( http://letrasdespidas.wordpress.com/author/letrasdespidas/)

Pois é, além de homofóbico, é desumano, os menos favorecidos pra eles, são “selvagens”, bem infeliz e ridícula.

A, mais não para por ai, ao criticar a decisão do STF sobre a união cívil entre pessoas do mesmo sexo, ele quer dar uma de jurista e cai do cavalo.

“O dia 05 de maio de 2011, foi um dia histórico para o Movimento LGBT, para a história dos Direitos Humanos no Brasil:  Supremo Tribunal Federal, por unanimidade, reconheceu a existência da união estável homoafetiva (ou união homoafetiva estável, se assim queiram).

Não demorou muito após a proclamação do resultado do julgamento do STF aprovando, por unanimidade, a união estável homoafetiva e Reinaldo Azevedo, o palpiteiro-geral da nação, já fez seus malabarismos no texto “O politicamente correto é o AI-5 da democracia“.

Especificamente no campo jurídico, Reinaldo já tratou da anistia de Cesare Batistti , da Lei da Ficha Limpa, etc. Fez considerações razoáveis em muitos casos (Palpite certo? Consultava especialistas antes de postar? Aposto que sim!). Contudo, no texto acima citado, temos obrigação de descê-lo do pedestal e lhe tirar a pose de jurista.

Antes, uma explicação: doxósofo significa o “técnico-da-opinião-que-se-crê—cientista”, nestes precisos termos.

O primeiro fato que chama atenção é no título a presença do “politicamente correto.” Basta citar esta expressão e, como num passe de mágica, o discurso conservador tenta desqualificar qualquer argumento bastando citá-la. É como se o politicamente corretofosse um ser com “vontade própria, um movimento, um sujeito dotado de consciência. No mundo realmente existente, ele é apenas isto: um sintagma sem referente, um balão de ensaio, uma cortina de fumaça, uma tutameia.” – um importante alerta.

Se o texto constitucional não vale por aquilo que lá vai explicitado, então tudo é permitido.

Então não valeria o que está implícito. Ora, é básico: a Constituição (como qualquer lei) sempre tem uma faceta explícita e uma implícita e é tarefa da hermenêutica (interpretação) mostrar o sentido de ambas. A última palavra sobre o que é ou não constitucional é do STF.

A propósito, o argumento de Reinaldo Azevedo é incoerente com as críticas dele sobre o PLC 122, quando destaca a vagueza dos crimes e a insegurança que daí decorre  mas inexiste na Constituição uma única referência ao princípio implícito (como tantos outros) que exige ser o crime muito bem definido (chamado de princípio da taxatividade). Os juristas são unânimes em afirmar a existência do mesmo. Reinaldo saberia disso se fosse… jurista. [1]

O fato é que o Supremo não pode recorrer a subterfúgios e linguagem oblíqua para tomar uma decisão contra o que vai explicitado num Artigo 226 da Constituição. O fato é que o Supremo não pode tomar para si uma função que é do legislador.

Como foi dito, há lacuna, um “silêncio eloqüente”, pois, não proibindo expressamente (e restrição a direitos fundamentais devem ser expressas), o texto constitucional automaticamente permite. Qualquer bacharelando de Direito do 1º ano sabe disto.

“Toda vez que o Supremo acreditar que o Parlamento falhou ou que está pautado por inarredável conservadorismo vai lá e resolve o problema? (…) Por aqui, os membros da nossa corte suprema consideraram que o legislador estava demorando em cumprir a sua ‘função’.”

A “falha” do Congresso Nacional no tocante aos pedidos das ações não nasceu de uma opinião do STF e que, por iniciativa própria, agiu, mas do dado objetivo de que a omissão do legislador em cuidar de matéria (pressionada pelo poder financeiro, por forças religiosas) nos últimos 16 anos em não votar o Projeto de Lei de Parceira Civil da sen. Marta Suplicy (apresentado em 1995), sem falar em outros tantos projetos semelhantes. Aliás, desde a promulgação de nossa Constituição, há 23 anos, o Congresso não legisla absolutamente nada que garanta direitos à classe LGBT.

Afirmar que se deveria esperar o Congresso Nacional legislar, diante do fato que eu trouxe, ou é argumento mal intencionado ou é ignorância ingênua: direitos fundamentais não podem ser cativos de nenhuma delas.

Numa democracia, “conservadorismo” do Parlamento (e mesmo de 99% da sociedade) não pode ser justificativa de tal omissão, sobretudo se traz grave e imoral violação aos direitos fundamentais. Ao Judiciário cabe o papel de acudir aos que dele se socorrem em caso de lesão ou ameaça de lesão a direito seu (inc. XXXV, art. 5º, CF/88).

Desconheço país (…) que tenha aprovado o casamento gay ou ‘união homoafetiva’ (…) por decisão dos togados.

As ditaduras gayzistas (sic) do Canadá e África do Sul (decisão da Corte Constitucional e a lei posterior) são bons exemplos? De qualquer modo, que não desqualifica a decisão do STF e, mais uma vez, só mostra o quão covarde foi o Congresso Nacional.

(…) igualar o casamento gay (…) [vai] contra o que vai explicitado na Carta agride a constitucionalidade.

Se interpretada a Constituição da maneira mais rasa: a literal. Além da analogia, há valiosos argumentos jurídicos do constitucionalismo contemporâneo – além dos apresentados pelas sustentações favoráveis dos “amici curiae” e pelos votos dos minsitros –, como demonstra este artigo, os quais Reinaldo Azevedo não conhece (o mais provável) ou faz questão de não falar.

Vivemos tempos em que a interpretação capciosa (…) da Constituição se sobrepõe ao sentido objetivo das palavras.

Interpretação rasa é a que se apega tão-só ao “sentido objetivo das palavras”, ao explícito e ignora todo o conjunto e espírito da CF. O vanguardismo jurídico-interpretativo de Reinaldo Azevedo com “o juiz como boca da lei” tem atraso de 03 séculos, da época de Montesquieu.

a Carta tem como cláusula pétrea o princípio de que todos os homens são iguais perante a lei. Mas não é ela mesma a admitir desigualdades em situações específicas?

E daí? A Constituição pode excepcionar a si mesma. Levar princípio da igualdade a ferro e fogo é impossível, daí a máxima de tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais.

É muito conveniente destacar um trecho do voto do ministro Lewandowski e da ministra Carmen Lúcia e ignorar não só outros argumentos mais fortes, mas, também, praticamente todos os outros. A isso dá-se o nome de falácia do espantalho.

Os demais argumentos quanto a Stedile e “função social” da propriedade, censura e privacidade são apenas sensacionalistas e pecam pela falácia de bola de neve. Enfim, típicos do discurso reacionário que alerta para um frenético e apocalíptico loop, uma “retórica da espiral do desastre” que leva à destruição da família, da própria sociedade(algo que a igreja alegou em 1977, com a Lei do divórcio e, bem se passaram 34 anos).
Quantos são os nossos jornalistas que leram efetivamente a Constituição?

Não sei dizer, mas sei de um que lê a Constituição, não sabe nada de interpretação jurídica e faz pose de jurista…

Segundo entendi, a família “patriarcal”, “de base patrimonial”, para “fins de procriação”, é a heterossexual.

Ou “heteroafetiva”, como também foi dito nos votos, imposta como modelo único, exclusivo – daí a tal heteronormatividade e conseqüente marginalização de qualquer outra relação –, servindo aos interesses da Igreja (como ainda hoje ela tanta fala de família em função de sua capacidade reprodutora; inférteis e casais que não desejam filhos podem esquecer que são famílias!), posteriormente da “burguesia”. É dado histórico: filhos bastardos eram juridicamente ilegítimos como herdeiros, para não “dissolver” o patrimônio, pro exemplo (ahhh se ele tivesse o mínimo de leitura sobre história do Direito Civil…)

O min. Lewandowski e nenhum outro ali sequer insinuou que famílias de casais heteroafetivas tem mais ou menos afeto que os casais homoafetivas, mas sim ressaltar que há afeto em tais; a visão comum que se tem é que LGBTs só querem sexo, tem toda sua vida (caráter, valores, desejos) julgada a partir da premissa primeira de sua “pervertida sexualidade”.

O afeto per se não é a condição que legitima reconhecimento de tais uniões, mas também o desejo de ambos viverem uma vida a dois numa relação conjugal, com todos os direitos e deveres de qualquer casal.

Já disse e repito: em se tratando de direitos fundamentais, o que não está expressamente proibido está permitido.

Reinaldo transcreve um trecho do min. Lewandowski interpretando de forma literal a Constituição e elogia o trecho como de uma “impressionante pureza”. Curioso notar que nem Hans Kelsen e sua teoria pura do direito dão base a essa suposta pureza interpretativa.

No mundo inteiro, lacunas legais são preenchidas por aqueles que têm a função de preencher lacunas legais: os legisladores. Às cortes, cabe a aplicação da lei.

Em nenhum outro trecho o rótulo de doxósofo cabe tão bem. Apesar de toda a pompa da pose de jurista, perito no constitucionalismo, do destaque em negrito, Reinaldo Azevedo ignora solenemente uma das leis mais básicas de nosso país: aLei de Introdução ao Direito Brasileiro em seu art. 4º:

“Quando a lei for omissa, o juiz decidirá o caso de acordo com a analogia, os costumes e os princípios gerais de direito.” (grifou-se)

Vai ver por isso deletou meu comentário feito logo cedo ao texto”

O Texto é de Thiago Fiago – “Reinaldo Azevedo o Supremo Doxósofo Jurista!” ( http://www.plc122.com.br/reinaldo-azevedo-supremo-doxsofo-jurista/ )

Obs: Thiago, você não é o único a ter seu comentário deletado/não aceito, pelo Reinaldo, tudo que tira ele do patamar de “sabidão”, ele recusa, normal para quem quer articular com engôdo linguístico.

Isso que dá, falar do que não entende…

E literalmente, tudo que se refere a direito, constituição, sociologia ele não entende e contínua espalhando suas ideologias infantis como disse o texto de Adriano Senkevics.

Não parando por ai, a “metralhadora” ofensiva continua. Em outro momento Reinaldo Azevedo conseguiu irritar um estado inteiro, a vítima: O Estado de Piauí.

“O ‘Caso Marauê’ ainda rende. Mas agora o ator, que usou as bobagens ditas certa vez por Juca Chaves, de que o Piauí é um “c*”, não é mais o protagonista. Virou uma briga entre o deputado estadual Fábio Novo e o jornalista Reinaldo Azevedo.

Tudo começou quando, ainda na sexta-feira passada, em meio à revolta dos piauienses às postagens de Marauê Carneiro, em seu Facebook, debochando do Piauí, Reinaldo Azevedo escreveu um texto onde diz que a população do Piauí deveria se esforçar mais para mostrar que o Piauí não é um c* do que sair protestando contra o artista.

O jornalista chamou Fábio Novo de “dinossauro”, “ditador” e “agente da censura” após ter decidido, como presidente em exercício da Assembleia Legislativa, pelo cancelamento da peça ‘Fica Frio’, que seria encenada pelo ator Marauê, seu amigo global Kayky Brito e outros que estavam na capital piauiense já há uma semana. Fábio Novo rebate Reinaldo Azevedo e este voltou a escrever contra o deputado.

Fábio Novo resolveu escrever uma “carta aberta ao povo do Piauí”, onde se defende de Reinaldo Azevedo, que o chamou de “assassino da gramática” e disparou: “O nobre jornalista da VEJA em verdade perdeu o equilibrou, pois viu sua caixa de mensagens entupida de manifestações contrárias ao seu infeliz comentário. Sem argumentos, desceu o salto da boa educação e partiu para o ataque. Foi tão deselegante, quanto o ator. Ficou tão nervoso que escorregou na língua portuguesa”. “

O texto é de Allissom Paixão – Fábio Novo volta a atacar Reinaldo Azevedo: `Ele perdeu o equilíbrio` ( www.180graus.com/politica/fabio-novo-volta-a-atacar-reinaldo-azevedo-ele-perdeu-o-equilibrio-414338.html ) 

Mais que grupo tão seleto é esse que ele escolhe pra criticar? Porque gosta tanto de criticar os homossexuais e aparentemente nordestisnos? Digo nordestino porque o mesmo vivia no pé de Lula ( nordestino ), atacou um estado do nordeste ( Piauí ) , ainda é insensível, faz apologia indireta a Homofobia e a Xenofobia.

Não parando por aí, sua ignorância e insistência de querer escrever do que não entende, fez ele pagar outra garfe!

“Reinaldo Azevedo mente em um de seus posts histéricos contra a liberação da maconha dizendo que: “Há pesquisas aos montes, basta procurar, demonstrando que a primeira droga dos usuários de substâncias pesadas foi a maconha. Há uma escala e uma escalada.”

 É uma deslavada mentira, a porta de entrada para outras drogas- inclusive a maconha- é, na maioria esmagadora maioria das vezes o álcool, que ele praticamente não cita em seu histerismo ridículo e mentiroso. Por que será?

Quem quiser conhecer a imensa destruição causado pelo álcool frente às outras drogas vá ao site da Universidade Federal do Rio de Janeiro ou veja o post que fiz sobre o assunto:Conhecer o inferno em vida, lá tem o endereço do site da UFRJ” – Exprime o autor do Post Zatonio Lahud ( http://www.interrogaes.com/2011/04/reinaldo-azevedo-mente-em-post-contra.html )

Marcante foi ele falando sobre o Jornalista, vejam que parcial ele é
No primeiro, ao comentar um levantamento feito pela ONG “Article 19”, no qual constatou-se que no Brasil tramitam atualmente em torno de 3.133 processos contra jornalistas, num país em que os principais grupos de comunicação contam com um total de 3.327 profissionais desta área, o que pode significar um recorde mundial, afirmou:
É a democracia dos bacanas, fruto do clima de pega-pra-capar com o qual o petismo tenta silenciar a mídia.” [Pelo jeito só petistas sabem o caminho das pedras] “Qual o caminho que os valentes escolheram? A judicialização do embate democrático, ainda que, muitas vezes, as ações sejam absurdas. Mas, claro, elas tomam nosso tempo, nosso dinheiro, nossa paciência — mesmo quando vencemos. […] Ninguém é tão rápido em recorrer à Justiça para defender a sua “honra” quanto a pessoa sem honra nenhuma. Além da velha safadeza, há também um ingrediente novo na praça — novo no Brasil, onde tudo chega meio tarde: a patrulha politicamente correta. Sempre há uma minoria organizada enchendo o seu saco, como afirmei no vídeo que gravei ao lado para a VEJA.com, porque se sente agravada até por uma piada. Evo Morales diz que a Bolívia deu o Acre para o Brasil em troca de um cavalo velho (é mentira, claro)? Vai Diogo Mainardi e brinca: devolve o cavalo e pega de volta o Acre. Pronto: lá vem um pequeno exército de acreanos para protestar. No que me diz respeito, estou dando de presente títulos que conferem aos não-paulistas a licença para esculhambar São Paulo. Mas exijo o meu direito de falar mal do Brasil, dos políticos brasileiros, da minha própria impaciência, até dos coleguinhas…Essa mania de levar tudo para a Justiça é só mais uma demonstração de intolerância. é evidente, constitui mais uma maneira de tentar tolher o debate.”

A citação acabou ficando meio longa porque eu quis aproveitar e trazer o comentário dele a respeito da piada do Diogo Mainardi sobre o Acre. Viu como o Diogão tem talento pra ser palhaço? O cara deveria ser contratado pela Globo pra ver se aquela porcaria do “Zorra Total” melhora um pouco!!

Agora perceba a contradição na qual o Boto incorre, quando comenta o texto do rapper Ferréz, publicado pela “Folha de S. Paulo”, após o desabafo de Luciano Huck:

“Seu texto lhe vai gerar alguma conseqüência legal? Duvido.”

Acho que a indiganação com o texto do rapper tirou a capacidade do Boto raciocinar, fazendo-o esquecer do que já tinha escrito. De acordo com o vejista, quando um jornalista é processado, temos uma afronta a democracia, porém, quando um não-jornalista diz algo inaceitável (na ótica botiana, claro!) ele deve ser processado e condenado, de preferência, preso. Jornalistas têm imunidade para dizer o que bem entenderem, enquanto que os não-jornalistas devem se recolher em sua insignificância limitando-se a ler o que os imunes falam e escrevem. Ora, ora, pense mais antes de escrever, Boto, já tá ficando feio pra você e pra Veja.”

Obs: Boto é o apelido dele ( Reinaldo Azevedo ),

Incrível, o jornalista agora também tem imunidade parlamentar? Opina melhor que outros profissionais? Tais como Artistas, Médicos, Psicólogos, Terapeutas, Sociólogos, Filósofos? Ora, de algo tenho certeza, de que estes profissionais opinam melhor do que ele ( não da profissão, admiro o jornalismo ( ético ) ).
Mais depois de todo esse texto, eu me volto ao topo, com o que diz relação a ignorância do Reinaldo Azevedo inclusive na área que eu trabalho ( Sexualidade humana e Saúde mental ), ele me afirma que as declarações do Prof. Colling, são totalmente contra a Psicanálise, Psicologia, Biologia, Genética, Sociológica… Eu nunca vi tanta ignorância… Simplesmente vou replicar aqui, o comentário feito no Blog dele a qual foi recusado pelo mesmo, o meu comentário como Psicoterapeuta e de alguns colegas de trabalho que também comentaram e parecem terem seus comentários rejeitados, afim de não mostrar a ignorância deste indivíduo que só tem a intenção de promover homofobia, xenofobia, intolerância e ódio.

É triste ver comentários como o seu Reinaldo, manifesto puro da ignorância, anulação da coerência e desfavor a população que já esta com a mente retorcida… Em momento algum o professor Colling se mostrou contrário a Psicanálise pelo contrário, só disse o que Freud dizia, que a determinação da orientação sexual esta baseada nos primeiros anos de vida. Ao menor sinal de demonstração de afeto ao objeto de desejo, culturalmente “contrário” a viôlencia começa a ser exercida, física e psicológicamente, querendo mudar o tom da voz, o jeito, o olhar, o agir e o andar de uma criança, com tapas, repreensões, gritos. Como se isso fosse alterar toda uma formulação genética, endócrina, inconsciente e neurológica. O que compõe a sexualidade de alguém não é o ambiente em que é criado. A Psicologia, mais do que já mostrou, que crianças que tem pais homossexuais permanecem na mesma faixa de “heteronormatividade” que é de 90%, apenas 10% mostraram uma orientação sexual diferente, os mesmos números para os filhos de pais heterossexuais, a intenção e o artigo do professor é admirável, mais parece que suas palavras “difíceis” comprometeram a sua ação consciente e cognitiva, comentários destinados a pessoas que não entendem por falta de informação termos “novos”. Desnaturalizar a homossexualidade é acabar com o mito de que só ela é normal, só ela é saudável, só ela é a sexualidade! Espero que um Biólogo ou um Veterinário passe por aqui e te mostre que a relação sexual entre animais do mesmo gênero é relatada, comprovada e comum, fazendo parte do ciclo da vida de vários animais, algo natural entre eles. Espero que um endocrinologista passe por aqui e comente sobre os estudos publicados recentemente sobre como os hormônios agem sobre a determinação da orientação sexual dentro da zona de conforto ( o útero ). O Professor Colling, por sinal, é um excelente professor, no meio acadêmico muito prestigiado, sendo que suas dissertações são feitas para pessoas que ao menos, procuram se informar e se abstém do preconceito. Sinceramente Reinaldo, não arrisque falar sobre o assunto novamente, tente algo mais ao estilo Nelson Rubens, Sônia Abrão, Marcia Goldsmith, Luciana Gimenez… Sensacionalismo é com eles.”    

          Já a respeito do “Kit-Gay”, que na realidade é um conjunto de materiais que visa promover a igualdade entre todos, a harmonia entre todos e o combate a discriminação por orientação sexual, não há nada, que estimule a homossexualidade, você Sr. Reinaldo, se faz de tonto, porque é um homofóbico, sabe qye a homossexualidade não é aprendida, se você afirma que conhece a Psicanálise a Genética com que diz respeito ao assunto, visto que você se atreve a escrever sobre e citar ambas as ciências. Deve também saber que o Conselho Federal de Psicologia, aprovou o material enviado pelo Ministério da Educação , mostrando com força expressiva, que o material é confiável, hoje a Psicologia ocupa grande parte no processo no combate a Homofobia. Somente o Conselho Federal de Psicologia e a Ordem dos Advogados do Brasil, se posicionarão oficialmente contra a homofobia, outros grupo minoritários, também expressam sua indignação contra não só a Homofobia, mais contra o Racismo, Xenofobia e todo tipo de preconceito, não limitando a lei, somente a um grupo de pessoas, por serem maioria, a lei foi feita para todos e todos somos iguais perante a lei! Lide com isso meu caro!

 

 Ataques homofóbicos x Homossexualidade interiorizada ( não revelada )

Agora eu preciso fazer uma co-relação entre o comportamento de Reinaldo e a Homossexualidade.

Partindo do que é Homofobia, temos uma explicação Psicológica e Psiquiátrica simples:

“Esta expressão significa medo do homossexualismo. O medo do homossexualismo empurra as pessoas em direção ao sexo oposto com objetivos de reprodução e de garantir ao sujeito sua identidade heterossexual. A homofobia é típica de pessoas que, consciente ou inconscientemente, ainda têm muitas dúvidas e angústias sobre sua identidade sexual. Como mecanismo de defesa de sua insegurança, estas pessoas costumam ridicularizar e agredir os homossexuais. Casos muitos graves de homofobia levam o sujeito a fazer investidas como o assassinato de homossexuais. “

Simplificando, a Homofobia por vezes é praticada por pessoas que se passam por heterossexuais e são mal resolvidos, suprimem a sua vontade, ficam no Armário… Reinaldo, você tem agido desta forma tão arduamente que acabo fico na dúvida…

Já a Psicanálise traz uma reflexão mais profunda da Homofobia, traz ela como um mecanismo de defesa contra nossos desejos reprimidos que são expressos de forma avessa ao que sentimos. Ou seja, é um conjunto de sentimentos, sensações, vontades que são reprimidas por medo da sociedade, religião, profissão, deboche e como forma de manter esses motivos reprimidos, ela ataca aquilo que é, queria ser, tem vontade de praticar e por questões morais e sociais não as pratica por medo de ser repreendido. Exemplo claro:

“Ted Haggard (nascido em 1956), conhecido por seus seguidores como Pastor Ted, é o fundador da igreja New Life Church, localizada na cidade de Colorado Springs, Colorado, EUA.Considerado um dos 25 líderes mais influentes do EUA, com grande atuação contra os homessexuais em seu Estado, o pastor é acusado de um escândalo que chocou cerca de 30 milhões de fiéis da igreja evangélica americana: relacionamento homossexual com um garoto de programa. Após tal denúncia o pastor decidiu renunciar. A denúncia foi feita pelo próprio prostituto, Mike Jones. O jovem disse que eles se conheceram pela internet e passaram a se encontrar uma vez por mês. Pelo encontro de uma hora, Ted Haggard pagava US$ 200 dólares, segundo Jones. O Mike Jones tem como prova fitas gravadas, na secretária eletrônica. Logo depois que estourou a denúncia foi impossível conter o escândalo e o Pastor Ted assumiu sua culpa, mas disse ter tido apenas uma “recaída”. Até então ninguém sabia que o pastor era gay, depois do fato revelado o discurso mudou mas o pastor tentou $alvar seu ministério e seu ca$amento convencendo sua esposa a continuar com ele. Como tudo é motivo para lucrar no meio gospel atual, ainda mais quando um escândalo arruina o bolso da familia, Gayle Haggard (que ironia do destino o nome dela né? rs) ainda publicou um livro contando toda história e porque tomou a decisão de continuar ao lado do marido.  “My husband Ted Haggard is free from homosexual compulsions – for real this time” Sei!  No vídeo no “Jesus Camp” o Pastor Ted aparece pregando contra os Homossexuais, ou seja, contra suas próprias práticas, fazendo a linha faça o que o digo mas não o que eu faço.A hipocrisia era tamanha que nesse trecho ele sarcásticamente fala: “Eu sei o que vc fez a noite passada. Se você me der 1000 dólares eu não contarei a sua esposa.” Provavelmente era a chantagem que ele estava acostumado a ouvir de seu amante. O Pastor Ted era um verdadeiro Silas Malafaia Americano, líder de uma igreja com 30 milhões de fiéis e popular em programas de TV , fazia um discurso feroz contra os homossexuais, no entanto, em 2006 caiu em adultério com um garoto de programa, mostrando que toda sua fúria homofóbica não passava de homossexualidade enrustida. Anos mais tarde pediu perdão aos homossexuais…” – Por Projeto Ex-Hetero(  http://ex-hetero.blogspot.com/ )

Bom pessoal, mais um ato NÃO isolado, pois os comentários são bem parecidos com o conteúdo homofóbico do post do Sr. Reinaldo, cabe a nós, coibir este tipo de atitude, com força e determinação, apoiando e levando a mensagem de que a Homofobia deve ser criminalizada a nossos amigos, colegas, familiares e a toda a sociedade, não pense que seu voto é só mais um, seu voto faz diferença, ainda mais quando é acompanhado de uma re-publicação de um texto como este ou da simples passagem do link para assinar a petição em prol da PLC 122.

Para votar, clique na imagem abaixo

Diga não ao preconceito, diga não a Homofobia!

1 Response to "Colunista da Veja Reinaldo Azevedo passa vergonha com suas críticas homofóbicas e Ignorância"

Olá,

Sou militante. Acredito que meu comentário será publicado, uma vez que este blog criticou o blog da Veja por não publicar vários comentários.
A argumentação foi um pouco fraca e, em momento algum, conseguiu desconstruir as teses do adversário – ainda que não concordemos com ela. Uma pena o autor de tal texto não ter se identificado.

Ainda espero um texto que traga uma argumentação decente.

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Ativista dos Direitos Humanos (Principalmente LGBTs ); Teólogo;Homeopata; Psicanalista, especialista em Sexualidade Humana, Filosofia, Sociologia;Blogueiro.

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